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terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Paulina Duarte assume Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas


A Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad), órgão que passou a fazer parte da estrutura do Ministério da Justiça no último dia 10, já está sob o comando da assistente social Paulina do Carmo Arruda Vieira Duarte, 53 anos. Paulina assume o posto no lugar do General-de-Divisão do Exército Brasileiro, Paulo Roberto Yog de Miranda Uchôa. A nomeação foi publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira (24).


Paulina integra a Senad desde o início do governo Lula, em 2003, e desde 2007 atua como secretária-adjunta. Especializada em psicologia social, mestre e doutora em Ciências pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), ela anunciou que a principal linha de ação para 2011 será o fortalecimento do Plano Nacional de Enfrentamento ao Crack e outras drogas.

Segundo a secretária, o papel da Senad durante a sua gestão será o de promover a articulação entre as ações dos ministérios da Saúde e do Desenvolvimento Social (para o tratamento e a ressocialização de usuários), a Polícia Federal (no policiamento de fronteiras) e as polícias estaduais (no combate ao tráfico urbano). A Senad também intensificará as parcerias com a comunidade científica e a cooperação internacional, especialmente com os países vizinhos.

Além disso, a secretaria atuará em parceria com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para capacitar os Juizados Especiais Criminais e a Vara da Infância e da Juventude a lidar melhor com os usuários de drogas. Outra frente de ação é o fortalecimento da prevenção nas escolas e na comunidade.

Fonte: MJ
Foto: Sobriedade Fortaleza

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

INFORMATIVO SOBRIEDADE FORTALEZA


Informamos que excepcionalmente nesse mês de Janeiro, as reuniões do Grupo de Auto Ajuda do Santuário Nossa Senhora da Assunção, que fica na Av. Dom Aluísio Lorscheider, no Centro Paroquial, acontecerão às Sextas-Feiras, às 19h, retornando para o seu dia habitual que são as Terças-Feiras só em FEVEREIRO.

Agradeçemos à compreenção de todos.

"Sobriedade e Paz, só por Hoje, graças a Deus".

domingo, 23 de janeiro de 2011

Passo da Semana (23 a 29/01): 5º- CONFESSAR

Senhor, CONFESSO meus pecados, e publicamente, peço teu perdão e o perdão dos meus irmãos. Absolve-me!


OBS: Acompanhe e participe do:

Programa da Pastoral da Sobriedade
Fortaleza na FM DOM BOSCO 96,1:

Programa da Pastoral da Sobriedade na FM DOM BOSCO 96,1: 

   Todo Domingo às 13:00hs.


"Sobriedade e Paz, só por Hoje, graças a Deus".

sábado, 22 de janeiro de 2011

1ª Reunião da Coordenação Arquidiocesana com os Coordenadores Paroquiais

Aconteceu na manhã de hoje das 8 as 11 horas, no Centro Pastoral Maria Mãe da Igreja, nº 300, no Centro de Fortaleza, a 1ª Reunião do ano da Coordenação Arquidiocesana com os Coordenadores Paroquiais.


Assuntos em pauta:

 - Planejamento 2011;
 - Calendário de Atividades 2011.



          Fotos: Giuliano (Blogueiro Sobriedade Fortaleza/Regional).


Agradecimentos as representatividades dos grupos:

 - Área Pastoral do Vila Velha;

 - Santuário Nova Assunção;

 - Capela Nossa Senhora do Loretto;

 - Paróquia Menino Jesus ( Conjunto Industrial);

 - Igreja São José Operário (Araturi);

 - Igreja São José Operário ( Maracanaú);

 - Igreja Jesus, Maria e José (Beberibe);

 - Igreja Nossa Senhora da Conceição (Cascavel).


"Sobriedade e Paz, só por Hoje, graças a Deus".

Vacina para largar cigarro pode ficar pronta em 2012

Por ano, 5,4 milhões de pessoas morrem no mundo. Em Curitiba, a cada dia, em média, três pessoas buscam ajuda para largar o vício.

Há pouco mais de um ano, o laboratório norte-americano Nabi Biopharmaceuticals anunciou o início da terceira fase dos testes clínicos do NicVAX, uma vacina para o tratamento do tabagismo, e a assinatura de um acordo com a gigante mundial de medicamentos GlaxoSmithKline (GSK) para a sua produção e comercialização.
A ideia é que no fim de 2011 os testes do medicamento, que começou a ser estudado em 2000, sejam finalizados e enviados para a aprovação do Food and Drug Adminis­tration (FDA), a agência de vigilância sanitária dos Estados Unidos. A partir daí, provavelmente no início de 2012 ela será a mais nova arma para barrar os 5,4 milhões de mortes por ano no mundo, 200 mil só no Brasil, e a auxiliar as cerca de mil pessoas que buscam todos os anos ajuda para largar o cigarro nas unidades de saúde de Curitiba.

A ideia do NicVAX é bem fácil de entender e promete ser extremamente eficiente, segundo o professor Luis Suárez Halty, responsável pelo programa de Tratamento do Fumante do Hospital Uni­­ver­sitário da Universidade Federal do Rio Grande (RS), e também quem mais tem acompanhado a evolução da vacina pela Sociedade Brasileira de Pneu­mologia e Tisiologia. Ele explica que a vacina é terapêutica, ou seja, deve ser usada para um tratamento e em várias doses (depois da primeira são necessários reforços com intervalos ainda não definidos). A chave do sucesso dela está na ação sobre molécula de nicotina (PM_162,23 Da), que é muito pequena e, por isso, incapaz de produzir uma resposta imunológica.

“Ela passa facilmente pela barreira hematoencefálica e provoca a produção de dopamina, cujo efeito prazeroso é responsável pelo ciclo vicioso do cigarro. A vacina contra o tabagismo seria capaz de romper esse círculo ao se agregar à molécula, tornando-a maior e fazendo com que o corpo produzisse anticorpos específicos contra a nicotina. Essa barreira da chegada da nicotina ao cérebro é a última novidade no tratamento para largar o cigarro e o melhor, também preveniria recaídas mais tarde”.

As diferenças

A grande diferença entre os remédios que ajudam a atenuar a fissura pelo cigarro no tratamento atual, e que são apenas coadjuvantes de uma abordagem comportamental, e a vacina é que os primeiros agem na recepção da nicotina pelo cérebro, enquanto o NicVAX age na raiz do problema, sendo mais eficiente. Pelo padrão da produção de novos medicamentos, ainda haveria uma quarta fase dos testes clínicos antes do envio da vacina ao FDA. Os efeitos prometidos foram comprovados nos testes pré-clínicos (com animais), segundo a GSK, e também nos primeiros clínicos.

Os últimos resultados divulgados antes da parceria do Nabi com a GSK, sobre a segunda fase, feitos em setembro de 2004, deram conta de uma abstinência de 33% naqueles fumantes que receberam a dose do NicVAX e 9% naqueles tratados com placebos. A experiência abrangeu um grupo de 68 fumantes, tratados aleatoriamente com dose verdadeiras e placebos. Na fase 2b, outros 312 fumantes teriam sido testados com duas diferentes quantidades de doses e esquema de utilização. Nesses testes foi constatada uma abstinência de mais de oito semanas após uma dose de NicVAX.

Os testes da fase 3 estão sendo feitos com dois grupos de mil pessoas e devem avaliar o nível de abstinência no período de um ano (julho de 2010 a julho 2011). A dose ideal no ser humano seria uma das perguntas a serem respondidas por esta fase do estudo. Outras duas pesquisas semelhantes ao NicVAX estão em andamento no mundo: o TA-Nic, do laboratório britânico Xenova, e o Nic-QB, do laboratório suíço Cytos Biotechnology. A que está em estágio mais avançado, no entanto, é o do Nabi Biopharma­ceuticals.

Mais duas boas razões:

Parei pelas minhas filhas


Eduardo Ramos dos Santos, 29 anos, é microempresário e está sem fumar há um mês. Pode parecer pouco, mas é a primeira vez que ele para com ajuda especializada e acredita que agora é para valer. “Fumo desde os 13 anos de idade. Consegui parar uma vez por 11 meses, mas sem qualquer tratamento. Acredito que desta vez seja diferente”. Os principais motivos para a virada de Santos têm nome: Maria Victória e Angelina, suas filhas de 4 e 1 ano de idade, respectivamente.

Ele conta que antes do tratamento deixava de passar mais tempo com elas para fumar. “Nunca usei o cigarro na frente delas, então descia para a garagem ou ia para outro lugar para fumar. Com isso chegava a inventar desculpas para poder sair de casa e fumar”. Santos diz que aprendeu muito com as histórias que ouviu no grupo de terapia da Unidade de Saúde Ouvidor Pardinho. “Eram em sua maioria pessoas bem mais velhas que eu, já com dificuldades respiratórias e outros problemas mais sérios. Os próprios médicos me disseram que é difícil ver alguém novo como eu se preocupando com largar o cigarro. Não queria chega nesse estágio.”

Na primeira semana longe do tabaco, Santos até usou os adesivos de reposição de nicotina. “Mas com o tempo foi me dando dor de cabeça, parei de usar e, graças a Deus, também não precisei mais, não senti mais aquela fissura de colocar o cigarro na boca”. Hoje ele conta que está conseguindo contornar os hábitos ligados ao tabagismo. (FZM)
Tratamento de hoje tem 49% de sucesso.

De acordo com a Divisão de Controle do Tabagismo do Instituto Nacional do Câncer, órgão do Ministério da Saúde, 85.016 brasileiros buscaram ajuda nas unidades municipais de saúde em todo o país para parar de fumar em 2009.

Fonte: Gazeta Maringá

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Decon e Conselho Regional de Farmácia retomam fiscalização sobre farmácias irregulares




O Ministério Público do Estado do Ceará, através do promotor de Justiça e secretario-executivo em exercício do Programa Estadual de Proteção e Defesa do Consumidor (Decon), João Gualberto, e o Conselho Regional de Farmácia retomaram a fiscalização nos estabelecimentos farmacêuticos.

A ação já resultou na interdição da empresa: Farmácia Dom Manoel Ltda, situada na rua Dom Manoel, 780 – Centro.

A causa da interdição foi a falta de profissional farmacêutico inscrito junto ao referido Conselho.



A revenda de medicamentos controlados por estabelecimento clandestino ou irregular, isto é, sem registro no CRF e/ou sem profissional farmacêutico, tipifica o art 33, da Lei Federal n° ll.343, de 23 de agosto de 2006, – tráfico de drogas, com pena de reclusão de cinco a 15 anos.

O Decon recebe denúncias, inclusive anônimas, pelo telefone 3452.4505 que serão analisadas e, confirmado o informe, será acionada a fiscalização.

A ação continuará e devem ser visitadas empresas do ramo farmacêutico da capital e do interior.

Fonte: direitoce.com.br

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Pesquisa testa qual quantidade de álcool faz homem ficar bêbado

Um estudo realizado na Escola Nacional de Saúde Pública, uma unidade da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), investiga a relação entre a menor concentração de álcool consumido por um indivíduo e seus efeitos clínicos e comportamentais.

Um dos objetivos do trabalho é orientar a reformulação da lei 11.705/08, que estabelece um limite mínimo de tolerância da concentração de álcool no sangue, e, de acordo com pesquisadores, não possui embasamento científico.

Para formar esse painel, os pesquisadores contam com 400 pessoas, entre homens e mulheres, com IMC (Índice de Massa Corporal) considerado normal e obesos. Os participantes foram divididos em duas faixas etárias: entre 20 e 40 anos e entre 40 e 60 anos.
Arthur de Mello Prates, responsável pela pesquisa, diz que a bebida usada no estudo é a cerveja, por ser bastante popular e muito consumida no Brasil.

Os participantes ingerem o álcool em condições controladas e nós fazemos coletas de sangue e urina para exames clínicos e também realizamos exames neurocomportamentais e psicotécnicos para, assim, estabelecer qual é a menor concentração de etanol que leva um indivíduo a ter prejuízo cognitivo, como nos seus reflexos e na sua capacidade motora, por exemplo.

Fonte: Folha Vitória

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

OXI - Uma nova droga pior que o crack já esta no Brasil


Muitos não sabem, mas existe uma droga muito forte com um poder de vicio muito alto, essa droga tem o nome de oxi, por se tratar de restos do refino de coca oxidados. É o resultado da substituição do bicarbonato e do amoníaco com o cloridrato de cocaína por querosene e cal virgem.


Resultado: 30% dos fissurados em oxi morrem em menos de um ano, segundo a pesquisa da REARD (Rede Acreana de Redução de Danos). Com o crack regular, um usuário dura uma média de oito anos.
 

As pedras amareladas de oxi já foram apreendidas no Acre, Maranhão e Pará, e a pouco tempo começou a circular também pelo Piauí.
Segundo matéria exibida no SBT pelo Jornalista Roberto Cabrini, escancarou no SBT o que já é de conhecimento das autoridades acreanas no mundo “invisível” das periferias da capital e a fragilidade na trilplice fronteira do estado.
No programa do SBT, Conexão Repórter, o jornalista Roberto Cabrini mostrou o drama de quem vive sob os efeitos do OXI  no Acre. A droga da morte como é mais conhecida, tem como porta principal de entrada no país o estado.
A reportagem, revelou que  a nova droga que invadiu o estado, tem transformado homens, mulheres e adolescentes em verdadeiros zumbis, sem que nenhuma providencia seja tomada pelas autoridades e que embora a policia estadual e federal saibam onde o comércio é praticado, nada fazem .
Cabrini, mostrou a fragilidade na tríplice fronteira do Acre, entre o Brasil, Peru e a Bolívia e ainda como a droga entra facilmente no estado pelo rio ou em rotas alternativas utilizadas pelos traficantes.

O mais impressionante revelou Cabrini, é que um dos principais ponto do comércio da nova droga, o OXI, funciona a poucos metros da sede da Policia Federal em Rio Branco, mais precisamente no bairro Dom Giocondo, conhecido popularmente como Papôco.

O drama de quem trabalha sozinho no combate o tráfico na fronteira da Bolívia, em Assis Brasil e Brasiléia, foi revelado a Cabrine, pelo único delegado responsável de combater a entrada da droga no país pelo estado do Acre, o delegado Eduardo Pavilha.

Segundo Pavilha, a droga entra elo rio Acre e não há como impedir. Embora conhecendo desde a origem do refino, pontos de venda e revenda e até mesmo as rotas por onde a droga chega ao Brasil pelo Acre, ele afirmou na reportagem que as autoridades constituídas tem conhecimento e “ eles não fazem absolutamente nada por que simplesmente se beneficiam do dinheiro do tráfico que circula no estado. Como é que vamos combater a entrada de drogas pela principal rota (rio Acre) se nem mesmo barcos nós temos”, revelou.

Em um dos principais pontos turísticos da capital acreana, em Rio Branco, (Gameleira), Cabrini mostrou como é fácil conseguir o OXI e chegou a  comprar as “pedras da morte”.

Procurado por Cabrini, o delegado da Policia Federal no Acre, José Carlos Chalmers, disse que o comércio do OXI  no estado não é a nossa prioridade”.
Fonte: Google

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Não é recomendado consumir vinho para evitar problemas cardíacos

Você já deve ter lido alguma vez na vida que doses moderadas de vinho fazem bem ao coração. Entretanto, sociedades médicas do Brasil e do mundo, incluindo a American Heart Association (Associação Americana do Coração), não recomendam o hábito como medida de prevenção e, muito menos, de tratamento de doenças vasculares. Durante as últimas décadas, vários estudos têm sido publicados sobre a redução na mortalidade por doença cardíaca em algumas populações. Alguns pesquisadores sugeriram que o benefício poderia ser devido ao consumo de vinho, particularmente o tinto.

A bebida feita a partir da fermentação do suco de uva é rica em uma substância, da família dos polifenóis, chamada resveratrol. "O primeiro benefício apontado em decorrência deste composto é seu potencial antioxidante", explica a nutricionista e pesquisadora do Instituto do Coração (Incor) de São Paulo, Fernanda Reis de Azevedo. Entretanto, ela afirma que dependendo do tipo de uva, da fermentação e da safra, o vinho pode ter mais ou menos polifenóis.

Em qualquer doença vascular difusa, ou seja, cardiocirculatória, agentes oxidantes tendem a piorá-la, enquanto os antioxidantes são capazes de inibir a ação dos radicais livres, que têm efeito devastador no processo de envelhecimento do organismo. Alguns destes componentes podem ser encontrados em outros alimentos, como no suco de uva, castanha, cacau, tomate, soja e chá verde.

"A relação com o menor índice de acidentes vasculares em populações mediterrâneas, por exemplo, pode ser devido a outros fatores de estilo de vida não relacionados à bebida", afirma o cardiologista do Incor, Bruno Caramelli. Estes fatores podem incluir o aumento da atividade física e uma dieta rica em frutas, legumes e peixes, além da baixa ingestão de gordura saturada. "Não há estudos de comparação direta para determinar o efeito específico do consumo de vinho no risco de se contrair uma doença cardíaca", alerta.

O que se sabe, de fato, é que beber mais álcool aumenta o risco de alcoolismo, hipertensão arterial, diabetes, triglicérides, obesidade, AVC, arritmia e câncer de mama. Além disso, é possível prever que o alcoolismo se torne um problema para a vida de muitas pessoas. Levando em conta esses e outros riscos, a recomendação é para que não se comece a beber. Pergunte ao seu médico sobre os riscos de se consumir álcool.

Fernanda esclarece que, além de não melhorar a saúde de quem não possui o hábito de beber, as doses da bebida, associadas ao benefício potencial, precisam ser moderadas. "É perigoso, por exemplo, acumular as quantidades indicadas para ingerir tudo de uma vez só no fim de semana", diz. Assim como o chocolate, a superdosagem de vinho só fará mal à saúde.

Autor: Minha Vida
Fonte: Uol Notícias

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

INFORMATIVO SOBRIEDADE FORTALEZA


Informamos que excepcionalmente nesse mês de Janeiro, as reuniões do Grupo de Auto Ajuda do Santuário Nossa Senhora da Assunção, que fica na Av. Dom Aluísio Lorscheider, no Centro Paroquial, acontecerão às Sextas-Feiras, às 19h, retornando para o seu dia habitual que são as Terças-Feiras só em FEVEREIRO.

Agradeçemos à compreenção de todos.

"Sobriedade e Paz, só por Hoje, graças a Deus".

domingo, 16 de janeiro de 2011

Só faltava essa



Plantar maconha é objetivo de game.

Nas verdejantes planícies do Facebook, não brotam apenas frutas, verduras e legumes. Há também pé de maconha sendo cultivado e colhido na rede social.


Isso acontece graças ao Pot Farm, um game nos moldes do popular FarmVille. Nele, os usuários plantam e vendem a erva para crescer e avançar no jPot Farm, jogo de plantio de maconha para do Facebook. Diversas espécies de maconha, com custos e lucros diferentes, estão disponíveis. O visual faz referência à cultura hippie californiana dos anos 1960/70. Na hora de montar o seu avatar, é possível, por exemplo, criar um personagem que lembra o cantor country Willie Nelson (famoso por ser um defensor da legalização da erva).

Pot Farm já atraiu 1,2 milhão de membros em menos de um ano de existência, mesmo sendo proibido para menores de 21 anos. Parece pouco frente aos 58 milhões de fazendeiros do FarmVille no Facebook, mas isso já garante algum dinheiro nos bolsos de seus desenvolvedores e de Mark Zuckerberg.

Segundo o jornal californiano "East Bay Express", Pot Farm rende mensalmente, pelo menos, US$ 148 mil. A estimativa usa como base de usuários o número de 1,5 milhão e calcula que, em jogos sociais, cerca de 2% dos usuários gastam dinheiro real para acelerar a jogatina e abocanhar habilidades. O item mais barato custa US$ 5.


Talvez seja essa a razão para o Facebook ainda não ter removido o jogo, embora a política para desenvolvedores da empresa diga que estão proibidos aplicativos que "promovem ou têm material que faz referência a, facilita ou usa atividade ilegal".

O que é possível saber é que, quando o game é jogado dentro da rede social, itens como cachimbos - que aparecem no site do game - são vetados. E não há imagens de gente queimando a erva.

Os criadores do jogo não revelam suas identidades e dificilmente concedem entrevistas. O único canal de comunicação é uma conta no Twitter, na qual Reef Floyd, um vovô fictício que parece um sobrevivente do festival de Woodstock. A Folha não conseguiu falar com ele.

Em uma rara entrevista, Floyd disse ao site Social Times: "Nos anos 60, eu plantava maconha com os amigos". Outro dia, estava falando com um deles e pensamos: "Deveríamos fazer um jogo disso". Estávamos vendo a explosão dessas coisas de rede social e tal e meu amigo soltou: "É uma revolução, bicho, tipo os anos 1960".

Fonte: Agência de Notícias Jornal Floripa

Papa será beatificado em maio

Com um milagre comprovado pelo Vaticano, João Paulo II está mais próximo de se tornar Santo em Roma. O papa João Paulo II, morto em 2005, chegou, ontem, mais perto de se tornar santo da Igreja Católica Romana. Seu sucessor, papa Bento XVI, aprovou um decreto atribuindo a ele um milagre e anunciou que a sua beatificação ocorrerá no dia 1º de maio.


A cerimônia na Praça São Pedro, que marca o último passo antes da santidade, deve atrair centenas de milhares de pessoas, evocando o funeral do papa em 2005, em um dos maiores acontecimentos midiáticos deste século.

O caixão do papa será transferido de onde se encontra atualmente, na cripta do Vaticano, para um altar numa capela da Basílica de São Pedro, a fim de que mais pessoas possam lhe prestar homenagem.

O pontificado de João Paulo II, que durou 27 anos, foi um dos mais marcantes e tumultuados dos tempos modernos. Durante este período, o comunismo caiu no leste europeu, começando pela Polônia, país onde ele nasceu.

O Vaticano afirmou que o milagre atribuído à intercessão de João Paulo II junto a Deus diz respeito à irmã Marie Simon-Pierre Normand, uma freira francesa de 49 anos diagnosticada com a doença de Parkinson, enfermidade com a qual o próprio papa também sofria. Ela alega que a doença desapareceu sem explicação dois meses depois da morte do papa, quando ela e suas colegas freiras rezavam por ele.

Um outro milagre depois da cerimônia de beatificação - que confere o título de "abençoado" a João Paulo - deve ser aprovado para que ele seja canonizado (tornado santo).

O processo de beatificação é o mais rápido de que há registro na história moderna da Igreja Católica - embora tenha havido beatificações em menos tempo, como a de São Francisco de Assis, em 1228.

Será ainda a primeira vez em mil anos, segundo o jornal do Vaticano, "L´Osservatore Romano", que um papa beatifica seu antecessor.

O anúncio da beatificação de João Paulo II foi recebido com emoção e festa nas cidades polonesas de Cracóvia, seu antigo arcebispado, e Wadowice, sua cidade natal.

Diante do arcebispado de Cracóvia, onde multidão se concentrava a cada viagem do papa à Polônia, foram depositadas rosas amarelas e brancas, as cores do Vaticano, junto a muitas velas acesas.

Em Wadowice, s pessoas não escondiam seu orgulho. "João Paulo II tornou nossa cidade célebre no mundo inteiro", declarou o padre Jakub Gil que foi consagrado pelo papa.

Fonte: Diário do Nordeste

Passo da Semana (16 a 22/01): 4º- ARREPENDER-SE

Senhor, ARREPENDIDO de tudo que fiz, quero voltar para a tua graça, para a casa do Pai. Acolhe-me!



OBS: Acompanhe e participe do:

Programa da Pastoral da Sobriedade
Fortaleza na FM DOM BOSCO 96,1:

Programa da Pastoral da Sobriedade na FM DOM BOSCO 96,1: 

   Todo Domingo às 13:00hs.


"Sobriedade e Paz, só por Hoje, graças a Deus".

sábado, 15 de janeiro de 2011

Reunião da Coordenação Arquidiocesana da Pastoral da Sobriedade

 

A Coordenação da Sobriedade Fortaleza convoca todos os Coordenadores Paroquiais para se fazerem presentes na Reunião da Coordenação Arquidiocesana da Pastotal da Sobriedade.

DATA: 22 de janeiro de 2011 (Sábado) 
HORA: 08:00h
LOCAL: Centro Pastoral Maria Mãe da Igreja, nº 300 - Centro - Fortaleza.

Contamos com a presença de todos.

Obs: Maiores informações: ROGÉRIO MELO - 8687-9628.

Coordenação Arquidiocesana.

Telefonemas e programas na web ajudam a largar o cigarro, diz estudo

O fumo custa US$ 183 bilhões à economia dos EUA a cada ano.
Apenas 5% conseguem parar de fumar sem medicação ou aconselhamento.

De acordo com um estudo, aconselhamento personalizado pelo telefone, acompanhado por orientações na web, pode ajudar os fumantes a largarem o cigarro.

Cerca de um quinto dos adultos norte-americanos fumam, e cerca de metade dos que não desistirem do hábito morrerão por causa dele, de acordo com o “Centers for Disease Control and Preventing”, que também estima que o fumo custa US$ 183 bilhões à economia do país a cada ano.

Fumantes que conversam pelo telefone com conselheiros e participam de um programa on-line que ajuda a abandonar o fumo obtiveram índice de sucesso quase duas vezes superior ao de fumantes que recorreram apenas ao programa on-line, em prazo de 18 meses. O estudo foi conduzido por Amanda Graham, diretora de desenvolvimento de pesquisas no “Schroeder Institute for Tobacco Research and Policy Studies”.

“Trata-se de um dos poucos testes em larga escala que avaliaram o uso combinado de aconselhamento via internet e telefônico”, disse Amanda.

Medicação e aconselhamento

O fumo caiu dramaticamente nos Estados Unidos, ante os cerca de 30% da população que eram fumantes em 1985. Porém, a maioria dos fumantes ainda precisa tentar diversas vezes antes de conseguir largar o cigarro com sucesso. Das pessoas que tentam deixar de fumar sem medicação ou aconselhamento, apenas 5% conseguem, de acordo com o “National Cancer Institute”.

O aconselhamento por telefone provou ser uma das formas de intervenção de maior sucesso, apontam os autores do estudo, e muitos dos programas de aconselhamento telefônico agora oferecem também um componente on-line.

O estudo em questão utilizou o “QuitNet.com”, site estabelecido em 1995 e que conta com mais de 60 mil usuários. Embora a inscrição básica seja gratuita, o pacote premium custa US$ 99,95 anuais. Um dos autores do estudo trabalhou como consultor para o site.

Fonte: G1

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Fortaleza terá mais leitos para usuários de crack

Seis unidades terapêuticas da Capital receberão investimentos mensais de R$ 16 mil para manter as vagas.

Fortaleza passará a contar, nos próximos meses, com 120 vagas para tratamento de usuários de crack. Conforme foi divulgado pela Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad), seis comunidades terapêuticas da Capital foram contempladas, através de editais lançados no último ano, com novos leitos, os quais deverão acolher pacientes que desejarem se recuperar do vício. A expectativa é de que os equipamentos sejam inaugurados já em fevereiro. Também será ampliada, em três leitos, uma comunidade terapêutica no município de Pacatuba.

Conforme a coordenadora do Colegiado de Saúde Mental do Município, Rane Félix, os novos leitos acolherão usuários interessados por um período de até seis meses. Cada uma das seis entidades contempladas na Cidade, informa, firmará um convênio com a Secretaria de Saúde do Município, que, por sua vez, irá fiscalizar e monitorar o funcionamento das comunidades terapêuticas.
De acordo com Rane Félix, a Prefeitura não dispõe de leitos para atender a usuários durante longo período. Contudo, destaca que o Município pretende abrir 12 leitos de desintoxicação, através de parcerias com a Santa Casa de Misericórdia. Os leitos deverão atender pacientes por até 15 dias, antes que eles sejam encaminhados para as unidades terapêuticas.

Para o presidente do Conselho Estadual de Políticas Públicas sobre Drogas (Cepod
), Herman Normando, embora o Ceará tenha recebido quantidade considerável de leitos, o número total de vagas de que o Estado dispõe ainda está longe de atender à demanda de usuários que buscam ajuda. Conforme Herman, mesmo na Capital, há um número elevado de viciados que procuram um meio de livrar-se do crack, mas não encontram vagas em unidades do gênero, o que acaba por levá-los a adquirir novamente a droga. "O vício é muito forte", acentua.

Segundo o presidente, cada comunidade terapêutica receberá, durante um ano, R$ 800,00 mensais por cada novo leito, provenientes da União. Com isso, serão repassados, a cada uma das unidades de Fortaleza, R$ 16 mil por mês. No caso da unidade de Pacatuba, serão aplicados R$ 2.400,00 mensais.

Conforme Herman, o governo do Estado dispõe de 35 leitos para atender viciados em crack, no Hospital de Messejana, e de mais 85 vagas oferecidas por quatro entidades associadas, totalizando 115 leitos.

Em todo o País, 13 estados foram contemplados pela iniciativa do Senad, sendo o Ceará a quinta unidade federativa com mais projetos aprovados. Ao todo, serão aplicados, pelo governo Federal, R$ 410 milhões com as ações previstas.

Na Capital, foram contempladas as comunidades terapêuticas Associação Ágape, Projeto Martelo de Jesus, Fazenda da Esperança, Centro Espírita Fé, Esperança e Caridade, Centro de Renovação Nova Vida. Já no município de Pacatuba, receberá investimentos o Centro de Recuperação Mão amiga.

Combate ao crack

Nos últimos anos, o Estado assistiu a um crescimento vertiginoso do consumo de crack. Associada a uma quantidade elevada de crimes - que vão desde furtos a homicídios ligados a acertos de contas - a droga promove dependência rápida e acentuada degradação do estado de saúde do usuário. Por conta de seus efeitos, o crack se impõe como um desafio a ser enfrentado por autoridades de campos como Saúde, Segurança Pública, Assistência Social e Educação. Na tentativa de reverter as consequências da substância, uma série de medidas tem sido tomada em todo o País, sendo a criação de novos leitos em unidades terapêuticas apenas uma das ações que demandam vultosos investimentos.

Fonte: Diário do Nordeste

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Operação começa com 64 apreensões

No primeiro dia de operações conjuntas com o Detran e o Batalhão de Polícia de Choque (BpChoque), a Polícia Rodoviária Estadual (PRE) apreendeu, nada menos, que 64 veículos que transitavam de forma irregular.

Os efetivos policiais fizeram um bloqueio nas vias de acesso a três comunidades onde registram-se os maiores índices de crimes como homicídios, assaltos e latrocínios, além do tráfico de entorpecentes. Somente nos dois bloqueios montados na rodovia CE-040, na entrada das comunidades do São Miguel e Pôr-do-Sol, foram abordados 180 veículos, sendo apreendidos 42, entre automóveis, motos e mobiletes.

Buscas

Já na entrada de acesso ao bairro Bom Jardim, na CE-065, os policiais militares e fiscais do Detran abordaram 153 carros e 30 motocicletas, lavraram 17 autos de infração, apreenderam 19 mobiletes e motos e um automóvel. Também confiscaram duas carteiras de habilitação vencidas e flagraram um garupeiro sem capacete.

Segundo o comandante da PRE, tenente-coronel Túlio Studart, a determinação do Comando-Geral da PM e da própria Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) é manter as operações de bloqueio nestas comunidades como forma de evitar a entrada de drogas, armas de fogo e munição, além de realizar a prisão de fugitivos da Justiça.

Já do outro lado da Capital, na Barra do Ceará (Zona Oeste de Fortaleza), outra operação foi montada mobilizando os efetivos da 3ª Companhia do 5º BPM (Pirambu), BpChoque e as patrulhas do Raio.Em entrevista à Reportagem, por telefone, na tarde de ontem, o comandante do Policiamento da Capital (CPC), coronel PM Jarbas Araújo, informou que em todos os quadrantes de Fortaleza e da região metropolitana estão sendo desencadeadas operações com os efetivos das companhias do 5º e 6º BPMs. A tropa regular recebe o reforço das unidades do Batalhão de Choque, Raio, Cavalaria e Ciopaer.

Fonte: Diário do Nordeste

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

SENAD migra para o Ministério da Justiça - DECRETO Nº 7.426, de 7/JANEIRO/2011

Dia 10/01/2011, foi publicado o Decreto nº 7.426/2011 que trata da transferência da SENAD, do CONAD e do FUNAD para o Ministério da Justiça - MJ.

Ao escolher o MJ para absorver a estrutura da SENAD, o governo atual contemplou - enquanto grau de importância e coerência com a missão do MJ - apenas um viés da Secretaria no que diz respeito a eficiente gestão do FUNAD, identificando esse aspecto como ponto forte dos trabalhos realizados por àquela Secretaria desde sua existência, ou seja, todo o manejo das apreensões advindas do narcotráfico.

A dúvida agora é saber de que forma o MJ tratará das questões relacionadas a prevenção, tratamento e reinserção social do dependente químico no âmbito daquele Ministério com toda a vocação policialesca, passando agora a controlar todas as ações federais de repressão e prevenção às drogas.

DECRETO Nº 7.426, de 7/JANEIRO/2011.

http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2011/Decreto/D7426.htm#art12

Fonte: SENAD

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Na trilha maligna do crack

Para produzir o crack, usam-se a borra da pasta base da cocaína, ou seja, o lixo da cocaína que é diluída em solventes e misturada a outros produtos químicos. O ácido sulfúrico está entre eles. Outra substância com capacidade parecida de destruição é o ácido clorídrico que, quando inalado, pode causar ferimentos graves na garganta e na boca do usuário. Também são usados  bicarbonato de sódio ou amônia, a cal virgem e a gasolina ou querosene  que manipulados se transformam em uma espécie de pedra meio tenra facilmente quebrável, de cor branca caramelizada  e de boa combustão, para daí entrar no comércio negro do tráfico de drogas ilícitas e proibidas.




O usuário ao fumar toda essa parafernália aspira o vapor venenoso para dentro de seus pulmões, entrando em conseqüência na sua corrente sanguínea. Como o crack é inalado na forma de fumaça e possui toda essa gama de produtos químicos altamente nocivos à saúde de qualquer ser vivo, ele chega ao cérebro muito mais rápido  do que a cocaína ou de qualquer outra droga, causando também um malefício mais abrangente para o usuário que sempre vicia a partir do primeiro experimento.

A ação do crack atua sobre o sistema nervoso central, provocando aceleração dos batimentos cardíacos, aumento da pressão arterial, dilatação das pupilas, suor intenso, tremores, excitação. Os usuários apresentam problemas no sistema respiratório como congestão nasal, tosse e sérios danos nos pulmões. A droga também pode afetar o trato digestivo, causando náuseas, dores abdominais, perda de apetite com conseqüente excessiva eliminação de peso e desnutrição.

Os efeitos psicológicos imediatos do crack são a euforia e a sensação de poder. Com o uso constante da droga, aparecem cansaço intenso, forte depressão e desinteresse sexual. Em grande quantidade, o crack pode deixar a pessoa extremamente agressiva, paranóica e fora da realidade, como se estivesse em outro mundo, noutra vida. O cuidado pessoal do usuário passa a não mais existir e sua autoestima rasteja aos mais baixos níveis.

A droga destrói os neurônios e promove a degeneração dos músculos do corpo, fenômeno conhecido na medicina como rabdomiólise, causando a aparência esquelética no indivíduo, com ossos da face salientes, pernas e braços  finos e costelas aparentes.

O usuário do crack pode ter convulsão e como conseqüência desse fato, pode levá-lo a uma parada respiratória, coma ou parada cardíaca e enfim, a morte. Além disso, para o debilitado e esquelético sobrevivente seu declínio físico é assolador, como infarto, dano cerebral, doença hepática e pulmonar, hipertensão, acidente vascular cerebral (AVC), câncer de garganta e traquéia, além da perda dos seus dentes, pois o ácido sulfúrico que faz parte da composição química do crack assim trata de furar, corroer e destruir a sua dentição.

O crack vai destruindo o seu usuário em vida ao ponto dele perder o contato com o mundo externo, se tornando uma espécie de zumbi, ou morto-vivo, movido pela compulsão à droga que é intensa e intermitente. Como os efeitos alucinógenos têm curta duração, o usuário dela faz uso com muita freqüência e a sua vida passa a ser somente em função da droga.

Além dos citados problemas de saúde que recaem para os usuários do crack, as ocorrências no seu terreno familiar e social sempre passam para a área criminal e vão caminhando rapidamente em largas vertentes para dias piores. A vida vivida pelos envolvidos com o vício do crack parece sempre transpor os inimagináveis pesadelos, pois do crack e pelo crack são capazes de praticar qualquer crime.
Na trilha maligna do crack, o seu usuário encontra o desencanto, a dor, a violência, o crime, a cadeia, a desgraça e o cemitério precocemente. O crack traz o ápice da insanidade humana. Alguns que se recuperaram do poder aniquilador do crack disseram que dele sentiram o gosto do inferno.Por sua vez, apesar de tudo isso, apesar dessa realidade brutal e com perspectivas de piorar ainda mais com a sua crescente problemática, sentimos o poder público ainda meio tímido, sem verdadeira vontade política para debelar tal situação, assertivas essas comprovadas pelo andamento de alguns projetos que já se mostraram ineficientes e outros que se mostram apenas paliativos em ação.

É fácil de concluir que o perfil da sociedade brasileira se transformou e os problemas familiares, sociais, da saúde e da segurança pública mudaram consideravelmente para pior a partir do advento do crack. Dentro desse contexto também cresceram e continuam crescendo todos os índices de crimes possíveis, destarte os crimes de furto, roubo, latrocínio e homicídio.
Assim, por justo o povo clama por solução adequada, por remédio curativo, não paliativo. Projetos verdadeiros e efetivos devem entrar em ação com urgência urgentíssima, pois os problemas deixados na maligna trilha do crack crescem em proporções geométricas e atingem em cheio a nossa sociedade.

Fonte: Archimedes Marques - Expresso MT

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

INFORMATIVO SOBRIEDADE FORTALEZA

 

Informamos que excepcionalmente nesse mês de Janeiro, as reuniões do Grupo de Auto Ajuda do Santuário Nossa Senhora da Assunção, que fica na Av. Dom Aluísio Lorscheider, no Centro Paroquial, acontecerão às Sextas-Feiras, às 19h, retornando para o seu dia habitual que são as Terças-Feiras só em FEVEREIRO.

Agradeçemos à compreenção de todos.

"Sobriedade e Paz, só por Hoje, graças a Deus".

ALIANÇA NACIONAL DE COMBATE AO CRACK

Ao abrir a segunda semana de trabalho, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, começa a dar os primeiros passos para cumprir uma meta que se impôs desde o dia em que soube que ocuparia o cargo: combater o avanço das drogas, em especial do crack, com todas as armas de que dispõe. Ele pretende conversar até sexta-feira com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, para montar ações conjuntas de tratamento de dependentes químicos.

Por orientação da presidente Dilma Rousseff, percorrerá estados - começará pelo Rio e por São Paulo - em busca de uma aliança com governadores para integração das polícias Federal, Civil e Militar, e das áreas de inteligência. “O crack é a pior das drogas. É a pior porque é barata na sua fabricação, fácil de ser produzida e traz um dano à saúde brutal”, disse em entrevista exclusiva ao Correio.

Neste périplo com governadores, Cardozo pretende preparar os caminhos para o destino da Proposta de Emenda Constitucional que cria um piso nacional para policiais e bombeiros - a PEC 300 - e ainda a reunião com Dilma Rousseff para tratar do Plano Nacional de Combate ao Crime Organizado. Cardozo quer ser responsável pelo debate em torno da descriminalização das drogas: “Pessoalmente tenho dúvidas que a discussão social deverá me esclarecer. Nunca uma sociedade pode se privar de uma discussão”.

Quanto ao papel político do Ministério da Justiça, no sentido de articulação com o Congresso e com o Judiciário, o ministro se coloca à disposição da presidente Dilma. “Farei o que ela me pedir”, diz. Quanto ao Judiciário, vem aí a Secretaria de Assuntos Judiciários, o novo nome da Secretaria de Reforma do Judiciário. “Quando todos os Poderes atuam de forma harmoniosa o Estado ganha”, afirmou Cardozo, que já conversou com o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Cezar Peluso.

Aliança nacional de combate ao crack

O que representa a vinda da Secretaria Nacional Antidrogas para a sua pasta?

Tem uma característica de integração da política antidrogas com a Segurança Pública e com a Secretaria Nacional de Justiça, que deve atuar correlacionada a todas as outras áreas. Tem papel preventivo e agora de integracão com a área de segurança. Será coordenadora das atividades antidrogas relacionadas a todas as outras unidades que tratam do assunto. Terá política de prevenção, repressiva, já que tem que ter uma interface com a Polícia Federal. Essa ideia de caixas que não se comunicam qualifica um equívoco administrativo. Vamos pensar de forma integrada.

O crack é uma droga recente e que atinge famílias. Como o senhor pensa uma política para combater especificamente essa droga?

O crack é a pior das drogas. É a pior porque é barata na sua fabricação, fácil de ser produzida e traz um dano à saúde brutal. É uma droga perversa demais sob todos os aspectos e portanto exige uma atenção especial e todo um conjunto de ações preventivas, repressivas e que devem estar casadas. Isso tudo será desenvolvido pelo ministério, pela Senad e vai fazer parte da discussão nos estados.

O senhor é a favor da descriminalização das drogas?

Sou favorável a que se discuta o assunto. Pessoalmente, tenho dúvidas que a discussão social deverá me esclarecer profundamente. Nós temos que discutir essa questão com abertura, sem dogmas, quero uma discussão aprofundada, com critérios científicos, temos que analisar experiências internacionais, com transparência pela sociedade. É um problema que tem que ser discutido porque existem argumentos muito positivos dos dois lados. Qualquer posição não discutida pode ser retrógrada ou vanguardista em excesso. Nunca uma sociedade pode se privar de uma discussão porque senão você pode ter medidas vanguardistas que a sociedade não está preparada. Do outro lado, se você não discutir pode perder a oportunidade de avançar. O ministério sempre teve um papel político no contato com parlamentares.

Quais as diferenças entre o Ministério da Justiça do governo Fernando Henrique Cardoso para o governo de Luiz Inácio Lula da Silva?

São duas situações completamente diferentes. No governo Lula, houve teve toda uma política muito diferenciada. Por exemplo, uma busca maior de integração nos estados, que é o que eu hoje pretendo dar continuidade. Na Polícia Federal, teve uma linha de reformulação sobre vários aspectos. A PF passou a ter uma atuação mais republicana e reforçando a ideia de que a PF não é uma policia de um governo. É uma polícia de um Estado, e de que independe daqueles que estão sendo investigados. A polícia teve autonomia. Esse tipo de situação também foi provocado por melhorias administrativas. A PF tem hoje um padrão de gestão impressionante e que só foi possível com melhorias nas condições de trabalho. Hoje temos uma polícia bem remunerada e com a autoestima elevada. Isso tudo marcou o governo Lula em contraponto com FHC.

Mas houve críticas de que a Polícia Federal privilegiou ações contra a oposição. O que não é verdade. Ocorreram investigações tanto de pessoas ligadas ao governo quanto não, pessoas do sistema financeiro, governadores, políticos com mandato.

O senhor tem criticado o que chama de “espetacularização” das operações da Polícia Federal. Esse tipo de operação contribui para a ideia de que a polícia prende e a Justiça manda soltar?

Hoje a espetacularização já não mais existe. E quero que continue como está. Não vejo qualidade na ideia da investigação espetáculo. Só defeito. Ela prejudica a própria investigação porque dá publicidade e atrapalha. A prisão apoteótica não contribui em nada, prejudica, produz marolas e do outro lado ainda é uma ofensa aos direitos individuais. Ações espetacularizadas acabam levando a linchamento de pessoas que não foram julgadas. Uma prisão é uma prisão. Já vimos situações em que a pessoa era inocente. Não vamos admitir espetáculos.

Qual é a posição do senhor sobre o uso de algemas, regulamentado recentemente pelo Supremo Tribunal Federal?

Está normatizado e vamos respeitar. A polícia só deve usar quando for necessário e o policial sabe bem identificar essas situações. O uso não tem a ver com poder econômico. Não é porque uma pessoa é rica que ela não precisa usar algemas. Nenhum policial pode ser preconceituoso a esse ponto. Se fizer isso, está indo contra a lei. As algemas devem ser usadas quando há risco.

Qual é a missão que a presidente Dilma lhe deu? Como executá-la?

O governo tem uma diretriz. O combate ao crime organizado, à violência e às drogas é a prioridade do Ministério da Justiça e da Dilma. Começo agora uma série de viagens. Marcamos a ida para o Rio para encontrar com o governador Sérgio Cabral e sua equipe de segurança pública. Em seguida, para São Paulo com o governador Geraldo Alckmin, Espírito Santo e Minas Gerais. Posteriormente, faremos uma reunião nacional dos secretários de Segurança Pública e vamos discutir uma pauta da reunião dos governadores com a presidente. Vamos comparecer nos estados para observar, ouvir os governadores na perspectiva de construir essa aliança, esse pacto. A ideia não é imposição.

Tem recurso para o pacto? E como fica a questão salarial dos policiais, o que influencia diretamente na questão da corrupção policial?

As ações precisam ser adequadas aos recursos, senão não seria um pacto factível. Vou discutir com os governadores e com os secretários. A questão salarial é fundamental, a questão da corrupção é o centro a ser combatido. Sei das dificuldades para se combater uma corrupção estrutural, mas temos que enfrentar. A questão salarial deve se prender a uma visão realista dos nossos orçamentos federal e estaduais. Não adianta termos sonhos de verão irrealizáveis.

E como fica a votação da PEC 300?

Só haverá acordo dentro de condições orçamentárias factíveis. É uma PEC que precisa ser avaliada pelos governadores. Há vários problemas de resistência sobre ela, o que não significa que não buscaremos alternativas para equalizar a questão salarial. Dentro do próprio Pronasci (Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania), temos a questão das bolsas. Quero sentar e trabalhar essa questão, que é importante, mas temos que ser realistas. Vamos conversar com os governadores.

O senhor fez parte da coordenação da campanha presidencial, terá também um papel político na articulação do governo?

Se a presidente achar que devo desenvolver alguma tarefa nessa área, eu farei. Se convocado farei o que ela me pedir. Se não, cumprirei as tarefas legais do cargo.

O governo Lula não teve um contato direto com o Supremo. O senhor vai articular essa relação com o Judiciário?

O ministério tem uma interface com o Judiciário. A Secretaria de Reforma do Judiciário vai ter o nome alterado para Secretaria de Assuntos Judiciários. É uma secretaria que obviamente não tem como objetivo intervir, porque são poderes autônomos. Mas busca desenvolver a política de apoio. A nossa ideia é, no limite da lei, atuar em estreita colaboração com o Supremo, com o Poder Judiciário como um todo. Quando os poderes atuam de forma harmoniosa ganha o Estado. Temos como exemplo as reformas aprovadas no Congresso do Código Civil e de Processo Penal. O ministério vai entrar na discussão.

Qual é a posição do senhor sobre a revisão da Lei da Anistia? O senhor considera que crimes comuns cometidos durante o período da ditadura devam ser anistiados?

Eu tinha uma posição - não como ministro - muito semelhante à do Tarso Genro nessa questão. Ocorre que houve uma sentença do Supremo Tribunal Federal (STF) decidindo no ordenamento jurídico e não podemos menosprezar a existência de uma sentença, apesar de ainda não ter transitado em julgado. Recentemente, tivemos uma decisão de uma Corte internacional apreciando essa matéria. Pedi um estudo jurídico para analisar as consequências disso, embora a Corte internacional tenha uma aplicação moral e nós aqui uma situação de sentença judicial. Tudo isso será analisado pela nossa equipe, os desdobramentos jurídicos daqui pra frente.

Um drama em todo o país

O aumento do número de usuários de crack transformou o combate à entrada da droga no país em uma política de Estado. O potencial nocivo do entorpecente, que foi criado na década de 1980 como uma variável mais barata da cocaína, ficou marcado pela destruição e pela dependência que o crack provoca nos usuários. Além de combater a droga por meio do sistema de segurança pública, órgãos de saúde também foram convocados para o embate. Um usuário de crack pode perder até 10kg por mês como reflexo do consumo da droga.

O entorpecente ainda apresenta efeitos mais nocivos do que a cocaína e a maconha de atuação no sistema nervoso, em relação à dependência química, o que dificulta o processo de desintoxicação. O preço da droga, estimado em R$ 5 por pedra, torna a característica do tráfico em varejo, dificultando os mecanismos de apreensão e vigilância. A ação do entorpecente e a busca dos viciados por mais crack também são fatores de ampliação do número de furtos e homicídios.

Por enquanto, as políticas ainda esbarram na falta de recursos. Programas de enfrentamento ao crack e outros entorpecentes contam apenas com R$ 140 milhões anuais para investir na ampliação de leitos para tratamento de viciados, unidades de apoio às famílias de dependentes e ações educativas. Na rede pública hospitalar do país, só 2.500 leitos estão disponíveis para o tratamento de viciados. Pesquisas mostram que o número de dependentes de crack no Brasil pode chegar a 1,2 milhão de pessoas, distribuídas em mais de 4 mil cidades.

Fonte: Correio Braziliense

O que são drogas estimulantes e quais são?

Como sugere o termo, são de substâncias que aceleram (estimulam) a atividade do Sistema Nervoso Central (cérebro), que passa então a funcionar mais rapidamente. A pessoa então anda mais, corre mais, dorme menos, fala mais, come menos, etc.

São muitas as substâncias estimulantes! Algumas são de origem vegetal: por exemplo, a cafeína do café ou chá. Todos sabem que o café tira o sono, deixa a pessoa mais ativa, mais acordada. A cafeína é um estimulante suave do cérebro. Outro exemplo é a cocaína, que é obtida de uma planta, a coca. Só que a cocaína é um estimulante muitíssimo mais poderoso que a cafeína. Temos ainda o estimulantes sintéticos, isto é fabricados em laboratório, como a anfetamina ("bolinha"), a metanfetamina ("ice" ou "pervitin"), e várias substâncias que são usadas para tirar a fome (os chamados anoréticos ou inibidores do apetite).

Autor: Centro Brasileiro de Drogas Psicotrópicas - CEBRID/UNIFESP

domingo, 9 de janeiro de 2011

Passo da Semana (09 a 15/01): 3º- ENTREGAR

Senhor, ENTREGO minha vida, minhas dependências, em tuas mãos. Espero em Ti. Aceita-me!
 
 
 
OBS: Acompanhe e participe do:

Programa da Pastoral da Sobriedade
Fortaleza na FM DOM BOSCO 96,1:

Programa da Pastoral da Sobriedade na FM DOM BOSCO 96,1: 

   Todo Domingo às 13:00hs.


"Sobriedade e Paz, só por Hoje, graças a Deus".
 

sábado, 8 de janeiro de 2011

Resolução da Anvisa sobre cigarro preocupa o setor fumageiro

Representantes do setor fumageiro, entidades de pequenos agricultores e deputados preparam ofensiva para impedir que as empresas de tabaco sejam obrigadas a retirar ingredientes que adicionem sabores e aromatizantes aos cigarros, como quer a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

A consulta pública (CP 112/2010), aberta pela Anvisa, prevê a proibição de aditivos que conferem sabor doce, mentolado ou de especiarias aos cigarros.
A pesquisa vai durar até o dia 31 de março. Após a data, a Anvisa deve realizar debates com departamentos e entidades ligadas ao setor, para a consolidação final do texto e publicação da resolução.

Depois, a indústria terá até um ano para se adaptar às mudanças e os produtos fora das regras poderão ser recolhidos do comércio. A análise feita pelo gerente de produtos derivados do tabaco da Anvisa, Humberto Martins, é de que os sabores estimulam o uso do cigarro por jovens.

Receosos diante da possível determinação e com receios dos impactos negativos na produção fumageira, representantes do setor adotam medidas. Na próxima semana, a Associação Brasileira da Indústria do Fumo (Abifumo), que reúne empresas do setor em diversos níveis da cadeira produtiva, promoverá um encontro para discutir a resolução da Anvisa.

A reunião, que ocorrerá em Brasília, definirá as estratégias que o setor deverá adotar, caso a resolução for aprovada.

Decreto legislativo busca ampliar tempo de discussão sobre a resolução.

Ligado ao setor rural e integrante da Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara Federal, o deputado Luiz Carlos Heinze (PP-RS), tenta suspender a consulta pública. Ele apresentou, em 21 de dezembro, uma proposta de decreto legislativo para interromper a consulta sugerida pela Anvisa.

A proposta será analisada pelas Comissões de Seguridade Social e Família, e Constituição e Justiça e de Cidadania na Câmara. Com o recesso, o assunto deverá ser discutido apenas em fevereiro.

Ele também considera "estranho" que, após o país adotar uma posição de cautela na Convenção Quadro para Controle do Tabaco (Conicq) em novembro no Uruguai, a Anvisa abra uma consulta pública.

Para o deputado, esse comportamento atropela a discussão, já que ministérios, como os da Agricultura, Pecuária e Abastecimento; do Trabalho; e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, querem debater o tema. "A decisão afetará a renda de mais de 50 mil famílias de pequenos produtores de tabaco Burley, prejudicando um setor que recolhe aos cofres públicos R$ 8,5 bilhões em impostos”, destaca o deputado.

O Brasil é o segundo maior produtor mundial de tabaco e lidera as exportações. A produção de fumo é desenvolvida em 720 municípios na região Sul, envolve mais de 185 mil pequenos produtores, 870 mil pessoas na área rural. Além disso, as indústrias do setor mantém 30 mil empregos diretos.

Segundo dados da Associação dos Fumicultores do Brasil, o segmento é responsável por gerar mais de 1,080 milhão de empregos diretos, sendo 1,050 na lavoura. Se contabilizadas as vagas indiretas, o número sobe para mais 1,440 milhão. Ao todo, o setor fumageiro envolve mais de 2,5 milhão de pessoas.

Fonte: Revista VOTO

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Jornada pelo fim da fumaça

A nuvem de fumaça acabou: desde a meia-noite, é proibido fumar em qualquer lugar de uso coletivo em Joinville, seja ele público ou particular. A lei antifumo foi assinada pelo prefeito Carlito Merss em outubro do ano passado e tinha um prazo de 90 dias para começar a valer. Este período de adequação terminou ontem e, a partir de hoje, os responsáveis por bares, restaurantes, hotéis, escolas, empresas, prédios públicos e comércios serão punidos se permitirem que alguém acenda um cigarro no local.

A lei visa defender os direitos dos não-fumantes, que se tornam fumantes passivos quando frequentam ambientes com alto consumo de produtos fumígenos - estão inclusos na lei, além dos cigarros, os charutos, as cigarrilhas, os cachimbos, os narguilés e outros itens que produzam fumaça, sejam eles derivados do tabaco ou não.

Todos os ambientes onde o consumo de cigarro é proibido devem afixar um aviso com o número da lei e o contato dos órgãos que fazem a fiscalização. Um modelo do aviso está disponível no site da Vigilância Sanitária. “Os donos dos estabelecimentos devem produzir a placa por conta própria, não é dever do poder público ceder os avisos”, avisa o fiscal Luciano José de Farias. As placas serão o primeiro item a ser fiscalizado. Nos primeiros dias, a fiscalização será de orientação, mas Farias avisa: é provável que a Vigilância faça blitze a partir da segunda quinzena de janeiro.

São os fiscais da Vigilância Sanitária que, aliados ao fiscais do Procon, farão as rondas para garantir que a lei seja cumprida e é para eles também que devem ser feitas as denúncias de lugares que ainda permitem o consumo.

Fonte: ANTIDROGA

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Caminhar pode ajudar a reduzir desejo de fumar e de comer

Se sua promessa de ano novo é eliminar um mau hábito ou reduzir a quantidade de alimentos e perder alguns quilinhos, um truque simples, porém negligenciado, pode ajudar: caminhar.

Quanto às estratégias de perda de peso, esta não é a mais glamurosa, mas estudos descobriram que uma caminhada acelerada ao redor do quarteirão pode aliviar significativamente os ´desejos´, seja por junk food ou acender um cigarro.

Num estudo de 2008, pesquisadores recrutaram um grupo de pessoas que comiam chocolate regularmente _ indivíduos que comiam pelo menos duas barras de chocolate por dia _ e os fizeram passar por um período de 3 dias de abstinência.

Então os pesquisadores dividiram os participantes em grupos, colocando-os para trabalhar em testes cognitivos difíceis para aumentar o nível de stress e tentando-os com barras de chocolate já sem embalagem.

Os pesquisadores descobriram que, se os participantes caminhavam por 15 minutos numa esteira, a um ritmo acelerado, mas sem ser cansativo, eles tinham muito menos probabilidade de sofrer de ´desejos´ e até apresentavam menor pressão arterial quando manuseavam barras de chocolate.
Em outros estudos, os cientistas observaram os efeitos de caminhadas rápidas sobre o desejo de fumar.

Um estudo de 2005 mostrou que os fumantes que eram instruídos a se absterem do cigarro por um dia tiveram rápidas reduções na vontade urgente de fumar quando faziam caminhadas "de baixa intensidade, em seu próprio ritmo" por pelo menos 15 minutos.

Outro estudo, de 2007, mostrou que caminhadas rápidas não apenas reduzem a vontade de fumar, mas também os sintomas de abstinência, além de aumentarem o tempo entre um cigarro e outro.

Fonte: Yahoo.

Porta-voz das periferias urbanas em combate ao crack


Os Racionais MCs se apresentam, amanhã, na barraca Biruta, na Praia do Futuro, lançando a Caravana Social contra o Crack, idealizada pela Cufa-CE.



O grupo de rap mais considerado do País se apresenta mais uma vez em Fortaleza. O quarteto formado por KL Jay, Ice Blue, Edi Rock e Mano Brown, criado há mais de 20 anos na periferia de São Paulo, faz show na barraca Biruta, na Praia do Futuro, no lançamento da Caravana Social contra o Crack, uma campanha da Central Única de Favelas (Cufa-CE) em parceria com a Secretaria de Assistência Social e Coordenadoria de Políticas para a Juventude da Prefeitura de Fortaleza.

“A música que os Racionais fazem já é um projeto social de autoestima fodida, que nenhum governo do Brasil fez”, responde KL Jay, ao ser perguntado sobre a existência de algum projeto do grupo relacionado à epidemia de crack que toma o País. “O crack surgiu nos Estados Unidos, em Nova York, e foi pro mundo. Droga não é só o crack, qualquer substância que altere seu estado de consciência é droga. Se for falar de droga, porra, maconha, cocaína, álcool... o álcool é a pior delas. Mas crack é o que atinge os pretos, os pobres, com autoestima mais baixa.”

Prestes a lançar um novo álbum em 2011, depois de oito anos sem entrar no estúdio para um disco de inéditas, os Racionais MCs continuam com o discurso marcadamente social que transformou o grupo numa espécie de porta-voz das periferias urbanas de São Paulo e do país, mas estão, para KL Jay, mais amadurecidos depois de duas décadas de carreira.

“É bom, você tem mais visão do mundo, da vida, tá mais com pé no chão, mais forte”, fala o DJ do grupo. “Se você vê a musicalidade, ela tá melhor, é uma música negra de alto nível. Agora as ideias só melhoram. Vai no Youtube e acessa Mulher Elétrica, ai você vai ver do que eu tô falando”.

A música, que deve integrar o próximo CD, chamou a atenção dos fãs dos Racionais pela batida dançante e letra romântica, homenageando a beleza da mulher. Acostumados com músicas como Diário de um Detento, Negro Drama, Jesus Chorou e Capítulo 4, Versículo 3, alguns sentenciaram a entrada do grupo no hall do pop. Para KL Jay, uma crítica que não evoluiu, ficou aferrada aos primeiros trabalhos dos Racionais, começando com Holocausto Urbano (1990), passando por Escolha Seu Caminho (1992), Raio X Brasil (1993) e Sobrevivendo no Inferno (1997), até o último disco lançado, Nada como um Dia Após o Outro Dia (2002).

Outras músicas do disco já foram divulgadas na Internet, como Gangsta Boogie, Homem Invisível e Cores e Valores, o que dá uma ideia do que o grupo de rap está aprontando. De qualquer forma, até o lançamento oficial, os Racionais MCs continuam cantando seus clássicos, além dos projetos paralelos de seus integrantes como o CD solo de KL Jay (KL Jay na batida vol. 2) e o programa de TV de Mano Brown, Boogie Naipe, ainda sem emissora fechada, mas que deve ter seu piloto gravado em janeiro.

SERVIÇO:

SHOW DOS RACIONAIS MCS
Quando: Amanhã, dia 7, às 22 horas.
Local: na Barraca Biruta (avenida Zezé Diogo, 4111 - Praia do Futuro).
Ingresso: R$ 20, à venda nas lojas Bronx (Galeria Pedro Jorge, no Centro, e North Shopping).

Outras informações: (85) 3067 8024.
Pedro Rocha
pedrorocha@opovo.com.br

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Parar de fumar melhora o humor

Parar de fumar com certeza é saudável para o corpo, mas médicos e cientistas ainda não conseguiam comprovar como acabar com o hábito poderia fazer a pessoa mais feliz, especialmente desde que a sabedoria convencional estabeleceu que fumantes usam o cigarro para controlar a ansiedade e a depressão.

Porém, em um novo estudo, pesquisadores controlaram os sintomas de depressão em pessoas que estavam tentando parar de fumar e descobriram que eles nunca foram tão felizes de estarem tendo sucesso na meta, por mais longa que seja.

Baseados nesses resultados, os autores da pesquisa, publicado no jornal Nicotine & Tobacco Research, recomendam que fumantes abandonem o vício como parte de um programa para melhorar a saúde mental.

De acordo com os pesquisadores, as pessoas costumam fumar para aplacar a ansiedade, angústia e desânimo por causa das propriedades antidepressivas no cigarro, e acham que se pararem podem desencadear uma crise depressiva. O surpreendente para os cientistas foi constatar que no momento em que se mede o humor dos fumantes, mesmo quando eles ficaram pouco tempo sem fumar, já apresentam menos sintomas de depressão.

Mudando o humor


Os pesquisadores da Universidade do Sul da Califórnia estudaram um grupo de 236 homens e mulheres que procuravam parar de fumar, e também acabavam bebendo muito socialmente.

Eles receberam adesivos de nicotina e foram aconselhados a diminuir a quantidade de álcool. Os participantes fizeram um teste dos sintomas de depressão uma semana antes da data de parar de fumar e outros testes num intervalo de duas a 28 semanas após a data de parada.

De acordo com o estudo, um dos fatos mais curiosos foi o resultado daqueles que só pararam temporariamente. O humor deles estava bem melhor na fase em que eles estavam em abstinência. Depois de voltar a fumar, o humor piorou e, em alguns casos, para níveis mais altos de tristeza do que antes. A pesquisa comprovou que quanto maior era o tempo de abstinência mais altos eram os níveis de bom humor e bem-estar da pessoa.
Os participantes que não conseguiram parar continuaram infelizes durante todo o estudo. Aqueles que pararam e permaneceram em abstinência foram os mais felizes no começo do estudo e continuaram assim durante o estudo.

Largue o cigarro com ajuda das pessoas próximas - Quem sonha em parar de fumar agora sabe que pode contar com uma ajudinha extra: a influência das pessoas mais próximas. Uma pesquisa americana acaba de comprovar que, quando uma pessoa decide interromper as tragadas, acaba levando outras a fazer o mesmo as chances de que isso aconteça chegam a 67%, de acordo com a pesquisa publicada no periódico New England Journal of Medicine.

Por 32 anos, os cientistas acompanharam mais de 12 mil pessoas e constataram que o abandono do vício em grupos é prática recorrente. Entre casais, a estratégia alcança sucesso máximo: os tais 67%, seguidos por 43% de redução entre amigos; 34% no caso de colegas de trabalho e 25% quando o tabagismo afeta irmãos.
Na prática, o fim do vício em uma pessoa próxima acaba servindo de inspiração, por isso quanto maior o vínculo afetivo e a convivência, maiores as chances de esta decisão se contagiar.


Fonte: Jornal de Uberaba

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

INFORMATIVO SOBRIEDADE FORTALEZA

Informamos que excepcionalmente nesse mês de Janeiro, as reuniões do Grupo de Auto Ajuda do Santuário Nossa Senhora da Assunção, que fica na Av. Dom Aluísio Lorscheider, no Centro Paroquial, acontecerão às Sextas-Feiras, às 19h, retornando para o seu dia habitual que são as Terças-Feiras só em FEVEREIRO.

Agradeçemos à compreenção de todos.

"Sobriedade e Paz, só por Hoje, graças a Deus".

Cigarro atrapalha a digestão e pode causar doenças gastrointestinais

Tabaco ainda facilita a infecção por bactérias causadoras da úlcera gástrica.

Quem é fumante, ou conhece um, sabe que assim que a comida do prato acaba, é um cigarro que vai à boca. "Após as refeições, pelo aumento da taxa de açúcar no sangue, todos nós temos uma sensação de moleza. Uma vez que a nicotina, assim como a cafeína, é um estimulante do Sistema Nervoso Central, ajuda a eliminar essa sonolência", explica a psiquiatra da Associação Brasileira de Estudo do Álcool e outras Drogas (Abead), Analice Gigliotti.

A especialista diz que, depois de ter repetido o ato várias vezes, ficamos condicionados e passamos a não saber mais como fazer uma refeição sem dar uma tragada em seguida. Será, então, que fumar após as refeições torna a digestão mais eficiente? A resposta é não. A nicotina no sistema digestivo provoca a diminuição da contração do estômago, justamente dificultando a digestão. Entre ele e o esôfago há uma válvula muscular que impede que o líquido estomacal volte para o órgão anterior, o chamado refluxo. Esse músculo é enfraquecido pelo uso contínuo do cigarro, aumentando o contato do ácido gástrico com a mucosa esofágica.

Além disso, o tabaco altera o paladar e induz a produção de ácido clorídrico e facilita a infecção pelas bactérias Helicobacter pylori, causadores da úlcera gástrica. O cigarro ainda estimula a ida de sais biliares do intestino para o estômago, tornando suco gástrico mais nocivo.


Sendo assim, o aparelho digestivo é um dos afetados por algumas das 50 doenças diferentes que o consumo de derivados de tabaco provoca, de acordo com o Ministério da Saúde. Já a Organização Mundial da Saúde (OMS), considera o tabagismo a principal causa de morte evitável no mundo. São 4,9 milhões de óbitos anuais, ou seja, mais de 10 mil por dia.

Segundo a OMS, cerca de um terço da população mundial adulta, o equivalente a 1,2 bilhão, é fumante. No Brasil, de acordo com a Pesquisa Especial do Tabagismo, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em torno de 24,6 milhões de brasileiros são fumantes e, deste número, 52,1% deseja parar de fumar.


Substituir o hábito de acender um cigarro depois do almoço por outra técnica que desvie a atenção é um bom começo. "Uma boa dica é o fumante levantar imediatamente da mesa e escovar os dentes", sugere a psiquiatra.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Portuguesa é presa por tráfico de drogas em Fortaleza

A Polícia Federal concedeu coletiva à imprensa, na tarde desta quinta-feira (30), para falar sobre a prisão de Ana Paula da Silva, de 34 anos portuguesa.

Ela tentava embarcar com 4,70 kg de cocaína, no Aeroporto Internacional Pinto Martins.

A droga estava escondida entre os lençois da mala que carregava, as foi possível localizar devido o Raio-X do aeroporto.

Versão da portuguesa

Segundo Vagner Sales, platonista da DRE (Delegacia de Repressão à Entorpecentes), através de investigações foi possível chegar a acusada.

"Ela conta que foi contratada para esse serviço de transporte da droga em Lisboa por uma certa pessoal e teria vindo com essa pessoa para São Paulo e depois se dirigido para Fortaleza".

Só este ano, a polícia federal apreendeu em todo o estado 847 quilos de cocaína, 17 quilos de crack e 581 quilos de maconha, totalizando quase uma tonelada e meia de drogas.

Fonte: Última Hora - Portal Verdes Mares.

domingo, 2 de janeiro de 2011

Passo da Semana (02 a 08/01): 2º- CONFIAR

Senhor, CONFIO em Ti, ouve o meu clamor. Cura-me!



OBS: Acompanhe e participe do:

Programa da Pastoral da Sobriedade
Fortaleza na FM DOM BOSCO 96,1:

Programa da Pastoral da Sobriedade na FM DOM BOSCO 96,1: 

   Todo Domingo às 13:00hs.


"Sobriedade e Paz, só por Hoje, graças a Deus".

Ex-alcoólatra, 4º colocado comemora ressurreição na São Silvestre

Giovani dos Santos conseguiu o quarto lugar na São Silvestre.



Quarto colocado na Corrida de São Silvestre, o brasileiro Giovani dos Santos teve na prova paulistana um momento de conquista pessoal. O corredor, que é profissional há somente um ano e sete meses, é um alcoólatra em recuperação, e encontrou no esporte um meio para mudar de vida.
"Esse foi um ano de alegrias e resultados, graças a Deus. Esse resultado é apenas um começo. Estou muito feliz e espero um dia ser o vencedor daqui. Apoio meus pés no chão e vou seguir a minha recuperação", comentou.

Giovani, 29 anos, é mineiro de Natércia, cidade em que trabalhou como lavrador. Em seu período na agricultura, começou a beber. O atleta serviu seis anos no exército, onde encontrou a corrida e recebeu o apoio para largar o álcool.

Fonte: Redação Terra - José Edgar de Matos.
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