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quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

3º dia - Capacitação de novos Agentes da Pastoral da Sobriedade


No Terceiro dia do Curso de Formação (dia 09), foi dado a palestra Estrutura do Grupo de Auto Ajuda e Funções das Equipes...

Após o intervalo, tivemos a vivência dos Passos da Pastoral da Sobriedade, onde nesse momento toda a Espiritualidade e preparação para a Partilha nos Grupos ficou por conta de Daniele, do grupo do Araturi, que engrandeceu muito e preparou os Agentes em formação para o seu 1º momento num Grupo de Partilha, com toda a sua esperiência em oração.







Partilha dos Grupos:











"Sobriedade e Paz, só por Hoje, graças a Deus".

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

2º dia - Capacitação de novos Agentes da Pastoral da Sobriedade

No segundo dia do Curso de Formação dos novos Agentes da Pastoral da Sobriedade (dia 08), foi dado as palestras falando sobre a Missão da  Pastoral/Missão do Agente/Características do Agente e outras na programação desse dia. Palestra essas dadas por Rogério Melo.









Após o Intervalo tivemos as Palestras Fundamentação Bíblica e Fundamentação Teológica/Espiritualidade do Programa de Vida Nova com o nosso Acessor Eclésiastico Pe. Glaílson que participou pela 1º vez de um Curso de formação sendo palestrante. A Coordenação agradece a sua participação que veio somar e fortificar este curso.








"Sobriedade e Paz, só po Hoje, graças a Deus".

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

1º Dia - Capacitação de novos Agentes da Pastoral da Sobriedade

Aconteceu nesta Segunda-Feira dia (07), a abertura do Curso de Formação de novos Agentes da Pastoral da Sobriedade da Arquidiocese de Fortaleza.

A Capacitação contou com a participação de representantes de diversas paroquias, movimentos e áreas Pastorais.










Agradecemos a Deus e pedimos suas bençãos e graças no desenvolver do Curso que terminara dia 11 com a Missa de Envio destes novos Agentes da Pastoral da Sobriedade.

 Rogério Melo (Coordenador Regional da Pastoral da Sobriedade Nordeste I - Ceará).

"Sobriedade e Paz, só por Hoje, graças a Deus".

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Capacitação de Agentes da Pastoral da Sobriedade 2011.1

Inícia-se na tarde de hoje, no Centro Pastoral Casa Maria Mãe da Igreja, situado à rua Rodrigues Jr, nº 300 - Centro - Fortaleza, mais um Curso de Capacitação para novos Agentes da Pastoral da Sobriedade, sendo esse o 1º no ano de 2011.

Venha fazer parte voçê também dessa luta que é o combate contra as drogas...

Maiores informações com Rogério Melo (Coordenador Regional de Formação).

Fones:

3388-8707 / 8687-9628.


"Sobriedade e Paz, só por Hoje, graças a Deus".

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Passo da Semana (06 a 12/02): 7º - REPARAR

Senhor, REPARO financeira e moralmente a todos que, na minha dependência, eu prejudiquei. Ajuda-me a resgatar minha dignidade e a confiança dos meus. Restaura-me!



OBS: Acompanhe e participe do:

Programa da Pastoral da Sobriedade
Fortaleza na FM DOM BOSCO 96,1:



   

  

 Todo Domingo às 13:00hs.

"Sobriedade e Paz, só por Hoje, graças a Deus".

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Comissão de Ações Sociais do CFM discute enfrentamento do crack

A Comissão de Ações Sociais do Conselho Federal de Medicina (CFM) teve a primeira reunião de trabalho, nesta quarta-feira (02).

Integrado por conselheiros federais e representantes da Secretaria Nacional de Política sobre Drogas da Presidência da República (SENAD), Kátia Chagas; da organização não-governamental Movimento Humanos Direitos (MHuD), padre Ricardo Rezende, e a jornalista Jô Mazzzarollo, o grupo foi criado para possibilitar a atuação do Conselho na esfera social, visto que “a imensa maioria das questões sociais convergem em saúde. Não podemos deixar de ver o tema também como uma questão de saúde”, explica o 1º vice-residente do CFM, Carlos Vital Corrêa Lima.

O presidente do Conselho Regional de Medicina de Pernambuco e conselheiro federal suplente, André Longo Araújo de Melo, coordenou a reunião. Ele também explicou que o “conceito de saúde da Organização Mundial da Saúde (OMS) inclui bem-estar social, por isso, o CFM entrará na discussão do assunto”.



O primeiro encontro da Comissão foi pautado pela preocupação com o enfrentamento do crack, droga considerada uma questão social e um problema de saúde pública.


O grupo começou a planejar a realização de dois seminários relacionados ao tema. O primeiro será realizado em 19 de abril, no CFM. O evento irá discutir a elaboração de um protocolo de atendimento integral aos dependentes da droga. Já o segundo será voltado à construção de uma política de capacitação de médicos e estudantes de medicina para a assistência aos usuários, em data ainda não definida.

Outro tema também discutido no encontro foi a necessidade de o Conselho solicitar ao Ministério da Saúde a divulgação da inclusão de casos de violência doméstica e sexual na lista de agravos de notificação compulsória. A Portaria nº 104, publicada em 26 de janeiro, também torna obrigatória a notificação, em 24 horas, de todos os casos graves de dengue e das mortes por causa da doença às secretarias municipais e estaduais de Saúde.


Fonte: CFM
Fotos: Sobriedade Fortaleza

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

UJS/CE realiza roda de conversa com a juventude

Para reunir a militância e os amigos da União da Juventude Socialista no Ceará (UJS/CE) neste ano, a direção municipal da entidade em Fortaleza realiza rodas de conversas para discutir temas recorrentes e contemporâneos, muitas vezes presente na realidade dos jovens.


Nesta sexta-feira (04/02), os jovens discutirão “Drogas e Juventude”. No debate, o cientista social Eduardo Marney - membro do PCdoB, antiga liderança da UJS - falará sobre as ações parlamentares de enfrentamento ao Crack além de discutir como esse tema é ou deve ser tratado na sociedade civil, principalmente entre os jovens.

Serviço:

Roda de Conversa da UJS

Data: sexta-feira (04/02)

Hora: a partir das 17h30

Local: Sede da UJS (Av.da Universidade, 3107 – Benfica)

Fonte: Blog USJ/CE

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

José de Abreu diz que usou maconha e ácido

Em entrevista ao Jornal da Tarde do dia 31/01/2011, José de Abreu confessou ter utilizado maconha e ácido em sua juventude, quando morou em Londres e fez parte do movimento hippie.

- Eu usava maconha, tomava LSD. Era normal. Eu morei em Londres. Lá era liberado. Ninguém dava bola. Mas não uso mais. Foi uma coisa política.

O ator justificou o uso das drogas, já que, segundo ele, o objetivo era alcançar "um outro nível de percepção da vida". 

 A gente não tomava ácido para fazer besteira. Tomava para ampliar o conhecimento. Uma vez, li um livro que falava de experiências dos índios da Amazônia, de tribos que tinham essa coisa de ampliar o conhecimento para atingir um outro nível de percepção da vida.

No período em que esteve fora do Brasil e morou em alguns países da Europa, o ator contou que lavou pratos, foi motorista de ônibus e servente de pedreiro.

- Trabalhava das 11h às 15h, lavando pratos [em Londres]. Depois, em Amsterdã, fui motorista de ônibus de turismo alternativo. Depois, fui para uma ilha na Grécia e fui servente de pedreiro. Isso foi muito duro. Minha vida dá um livro.

José de Abreu, que entra nos próximos capítulos em Insensato Coração (Globo), levantou polêmicas a respeito do uso e da liberação de drogas, como a maconha.

- Por mim, a maconha tinha de ser liberada. O álcool provoca mais conflitos sociais. A maconha não muda nada na sua vida. No máximo, você vai sair rindo.

Longe da televisão desde 2009, quando esteve em Malhação ID (Globo), o ator entra na trama de Gilberto Braga e Ricardo Linhares como Milton Castelani, um falso rico, que gosta do bom e do melhor e sobrevive às custas da filha, Bibi (Maria Clara Gueiros).

Fonte: R7

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Bandidos usam pombo correio para enviar drogas

Pombo correio voa depressa e esta carta leva para o meu amor. Os tempos da música de Dodo, Osmar e Moraes Moreira ficaram para trás e agora os bichinhos são usados para contrabandear drogas no nordeste da Colômbia. Mas os 50 gramas de maconha eram demais para o pombo, que foi facilmente capturada por dois policiais fora da prisão. Eles ainda encontraram um pacote de papel branco amarrado a suas costas.



"É um novo caso de ingenuidade criminosa. Eles estavam tentando contrabandear drogas para a prisão Bucaramanga usando pombos mensageiros. Nós encontramos o pássaro a cerca de um quarteirão da prisão tentando voar com um pacote, mas devido ao excesso de peso era impossível para o pássaro para alcançar o objetivo e acabou sendo pego pela polícia", disse o comandante da Polícia Metropolitana de Bucaramanga, general José Angel Mendoza.

Esta não é a primeira vez que bandidos usaram pombos-correio. As aves já foram utilizadas para entregar cartões de recarga para celulares.

Fonte: EXTRA

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Anvisa quer restringir a venda de cigarros

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) quer tornar ainda mais rigorosas as regras de comercialização e propaganda de tabaco, e proibir a exposição de maços de cigarro em locais de venda, como caixas de padarias e supermercados.

Pretende, ainda, incluir mais uma mensagem de advertência no produto: "Tabagismo é doença. Você tem direito a tratamento. Disque saúde 0800611997". O aviso ocuparia toda a metade inferior da parte dianteira do maço.

A resolução da Anvisa está em consulta pública desde 28 de dezembro do ano passado e segue até 31 de março. A tendência é que a agência ratifique o documento. As medidas previstas na resolução entram em vigor seis meses depois de sua publicação. Esse é o prazo para que os fabricantes de cigarro disponibilizem no comércio embalagens com todas as mudanças.

Pelas novas regras, os estabelecimentos comerciais praticamente só poderão anunciar que vendem cigarros. Agenor Álvares, diretor da Anvisa e ex-ministro da Saúde, disse que o aperto é para conter, principalmente, a adesão de crianças e adolescentes ao hábito de fumar:
- A indústria se vale de imagens sofisticadas e usa o marketing para tornar a embalagem mais atrativa.

As embalagens já trazem hoje no verso advertências sobre os malefícios do cigarro.


- Não estamos proibindo ninguém de fumar, mas alertando a população. Principalmente crianças e jovens. Fumar é legal, mas é letal - disse.

As novas medidas incidem também sobre charuto, cigarrilha, cigarro de palha e até o fumo usado para o narguilé, um apetrecho de origem árabe onde o tabaco é aquecido e a fumaça passa por um filtro de água antes de ser aspirada pelo fumante. No final de novembro, a Anvisa já havia colocado em consulta outra resolução sobre o tabaco, que proíbe a adição de aromatizantes nesses produtos.
Outras advertências que já aparecem nas embalagens, como "venda proibida para menores de 18 anos" e "este produto contém substâncias tóxicas".

Produtores e fabricantes do cigarro reuniram-se ontem no Ministério da Agricultura e discutiram como enfrentar as decisões da Anvisa. O Sindicato da Indústria do Tabaco argumenta que a proposta da Anvisa vai incentivar o comércio ilegal, que segundo a entidade, é estimado hoje em 30% do mercado total.

"Se implantadas, as propostas devem gerar gravíssimos impactos sociais e econômicos em toda a cadeia produtiva do tabaco. Trata-se de uma ameaça real à liderança brasileira no mercado mundial de tabaco, como maior exportador, que gerou em 2010 divisas da ordem de US$ 2,7 bilhões, e segundo maior produtor", disse, em nota, o presidente do SindiTabaco, Iro Schünke.

Maior empresa desse mercado, com domínio de 62% do setor, a Souza Cruz informou que ainda avalia o conteúdo da proposta, mas diz ser fundamental que se avalie a questão do contrabando de cigarros no Brasil. "Vale ressaltar que é fundamental que se avalie a questão do contrabando de cigarros do Brasil, que atualmente representa 26,5% do mercado total e pode encontrar, em virtude das respectivas propostas sugeridas ao setor, campo fértil para prosperar ainda mais, gerando perda de empregos, queda na arrecadação tributária e, acima de tudo, aumento da criminalidade", informou a empresa, por intermédio de sua assessoria de imprensa.


Fonte: O Globo

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Programa da Pastoral da Sobriedade na FM Dom Bosco

Aconteceu ontem Domingo (dia do Senhor), mais um Programa da Pastoral da Sobriedade na FM Dom Bosco 96,1. Programa esse que já é referências no início das tardes de Domingo.

Quem conduziu o Programa foi o Srº Luís, atual Coordenador Arquidiocesano da Pastoral da Sobriedade Fortaleza, onde vivenciamos o 6º Passo: Renascer, dos 12 que fazem parte do Programa de Vida Nova. Programa esse que é baseado na palavra de Deus, na Doutrina da Igreja, nos Sacramentos e na Pedagogia de Jesus Cristo libertador para nos levar a uma conversão.

A leutura do dia EF (3, 14-21), ficou por conta de Regina, Coordenadora do Grupo do Santuário Nossa Senhora da Assunção.

Os avisos e comentários sobre o Blog, ficarão com Giuliano (Blogueiro da Sobriedade Fortaleza), onde informou aos ouvintes novidades no end. eletrônico além das surpresas que teremos nesse ano na Pastoral da Sobriedade Fortaleza.

Agradecemos a participação de todos que ligaram, em especial, aos que conseguiram falar ao vivo com a gente:

 - Aurilena do Conj. Timbó;
 - Maria do Passaré;
 - Raimunda;
 - Leonete.





Lembramos que Domingo que vem dia 07/02 , tem mais um Programa da Pastoral da Sobriedade na Fm Dom Bosco, 96,1 às 13:00hs. Acompanhe e participe.


"Sobriedade e Paz, só por Hoje. Graças a Deus".

INFORMATIVO SOBRIEDADE FORTALEZA

Devido à uma adequação de horários e com a abertura amanhã do Grupo de Auto Ajuda da Pastoral da Sobriedade na Paróquia São Pedro e São Paulo às 19:00hs, que fica situado à Rua Padre Teodoro, nº 996 Quintino Cunha, o Grupo do Santuário Nossa Senhora da Assunção, continuará com as suas reuniões às Sextas-Feiras, também às 19:00hs, e não retornará mais para às Terças-Feiras, como haviamos informados anteriormente.


Desde já agradecemos aos agentes e os irmãos que já se fazem presentes nesse novo dia.


"Sobriedade e Paz, só por Hoje, graças a Deus".

domingo, 30 de janeiro de 2011

Passo da Semana (30/01 a 05/02): 6º- RENASCER

Senhor, RENASÇO no teu Espírito para a Sobriedade. O homem velho passou, eis que sou uma criatura nova. Batiza-me!



OBS: Acompanhe e participe do:

Programa da Pastoral da Sobriedade
Fortaleza na FM DOM BOSCO 96,1:



   

  

 Todo Domingo às 13:00hs.


"Sobriedade e Paz, só por Hoje, graças a Deus".

sábado, 29 de janeiro de 2011

Aprofundamento na Espiritualidade da Pastoral da Sobriedade

Aconteceu dia 23/01/2011 (Domingo dia do Senhor), das 08 as 17hs na Cidade de Juazeiro do Norte, um Aprofundamento na Espiritualidade da Pastoral da Sobriedade em comemoração aos três anos de Grupo da Pastoral naquela cidade.

O evento abrangeu não só a cidade de Juazeiro, mas também toda a Diocese do Crato, convite feito esse também as cidades visinhas como Barbalha, Missão Velha entre outras cidades do Cariri Cearense.

O Evento contou com a presença do Coordenador Regional Rogério Melo e com os Agentes de Juazeiro. Esperamos que com esse evento, o resultado venha somar com o grande trabalho que já é realizado na Região Sul do Estado.

Agradecemo o apoio do Frei Barbosa e a organização do evento, a Coordenadora Diocesana do Crato Terezinha Siebra.




"Sobriedade e Paz, só por Hoje, graças a Deus".

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

E a Lei Antifumo virou fumaça

A chamada Lei Antifumo, criada no Ceará em setembro de 2009, nunca saiu do papel.

O projeto foi de autoria do deputado estadual Dedé Teixeira (PT) e é descumprida na própria Assembleia Legislativa.

Lembrando: a lei proibiu o tabagismo em locais públicos fechados.

Em Fortaleza, atualmente, é fácil encontrar bares ou restaurantes que já admitem o fumo em áreas comuns, sem a necessidade de o fumante se dirigir à calçada, por exemplo. Também é fácil enxergar locais como boates e casas de show. O próprio governador Cid Gomes (PSB), vez ou outra, dá um mau exemplo.

Faltaria ainda à Lei Antifumo uma lei complementar que regulamentasse os órgãos de fiscalização responsáveis por assegurar seu cumprimento. Atualmente é apenas o dono do estabelecimento que pode, a duras penas, pedir que o fumante apague o cigarro ou mesmo que vá fumar na calçada. Isto é: quando não acaba tolerando.

Fonte: O POVO

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Fumar antes da menopausa aumenta o risco de ter câncer de mama, aponta estudo

No Brasil não há estudos sobre mulheres fumantes com ocorrência de câncer de mama.




















Um relatório, publicado na revista Archives of Internal Medicine, revela um dado assombroso - "mulheres que fumam por muitos anos, sobretudo antes da menopausa, e antes de ter filhos, correm mais risco de desenvolver câncer de mama". Os dados coletados por várias instituições médicas e pela Faculdade de Medicina da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, chegaram a essa conclusão depois de analisar 111.140 mulheres, que fumaram entre 1976 e 2006, e 36.017 mulheres, de 1982 a 2006, que eram fumantes passivas. Deste total, 8.772 desenvolveram câncer de mama durante o acompanhamento.
























Diante destes resultados, os cientistas associaram o câncer de mama ao maior tempo de tabagismo, atual e passado, a quantidade de cigarros fumados por dia, e a idade de iniciação ao vício, como os fatores de maior risco. O fumo antes da menopausa foi associado ao risco de câncer de mama. Após a menopausa, o risco pareceu ser ligeiramente menor. No entanto, o documento mostra que "o fumo após a menopausa pode reduzir ainda mais os já baixos níveis de estrógeno (hormônio feminino) da mulher no período". Já o fumo passivo na infância ou na idade adulta, segundo o estudo, não mostrou relação com o aumento no risco de câncer de mama.






































CONTROVERSA

O delegado regional da Sociedade Brasileira de Mastologia, Paulo Gil Katsuda, explica que o cigarro sempre foi uma controversa em relação ao câncer de mama. "Não é controversa a sua influência em relação a tumores vias respiratórias (desde amídala, laringe, língua, lábios, brônquios, pulmão), bexiga, intestino, colo de útero entre outros". Segundo ele, no câncer de mama, o cigarro estaria relacionado com o efeito carcinogênico de hidrocarbonetos aromáticos policíclicos e de aminas aromáticas, para os quais o fumo é a principal rota de exposição. "Estas substâncias são comprovadamente indutoras de câncer. Em contrapartida, na pós-menopausa o cigarro tem uma ação antiestrogênica, e os tumores mamários aumentam com o estrogênio, sendo uma diminuição relativa do estímulo mamário por esta ação, mas ainda com os agentes cancerígenos agindo", diz o mastologista.

























DADOS

Katsuda observa que não se tem dados estatísticos, no Brasil, do número de mulheres tabagistas com câncer de mama, nem quantas mulheres seriam prejudicadas pelo vício ou prejudicadas por ele. "Chamo o cigarro de agente cancerígeno lícito mais usado no mundo, e devemos sempre tentar evitá-lo", defende. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), foram 49.240 novos casos em 2010 (em 2003 esse número era 41.610); no ano de 2008 foram 11.860 mortes. "A cada 36 minutos morre uma mulher pela doença no Brasil", diz. Para as mulheres que fumaram ou abandonaram o cigarro, o médico recomenda "hábitos alimentares saudáveis ricos em fibras, não se tornar alcoólatras, praticar atividades físicas regulares, manter o peso (obesidade aumenta o risco), amamentar, evitar radiações e contatos com pesticidas de lavoura. É importante, também, evitar gorduras saturadas".

























Fonte: Lr1
Fotos: Giuliano

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Alcoolismo aumenta entre as mulheres

Pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde aponta que 10,5% das mulheres brasileiras consomem bebidas alcoólicas em excesso.

Os dados, que foram obtidos por meio da VIGITEL (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico), mostram que os números de 2008 superam os registros dos anos anteriores, quando os indicadores não chegaram aos 9%.
























As mudanças sociais que ocorreram na última década têm sido um dos motivos para o aumento do número de mulheres que sofrem com o problema do alcoolismo ou dependência química. Apesar da incidência do alcoolismo ser maior entre os homens, que atualmente representam 2/3 dos casos no país, o crescimento dos registros de abuso alcoólico pelo público feminino é preocupante. As mulheres desenvolvem problemas de saúde relacionados à bebida com mais facilidade do que as pessoas do sexo oposto, mesmo consumindo menores quantidades de álcool por um período de tempo mais curto.

O alcoolismo aumenta a predisposição para adquirir doenças como hepatite, cirrose, hipertensão, cardiopatias, pancreatite, câncer na boca, garganta, cordas vocais e esôfago, além disso as mulheres dependentes ficam mais suscetíveis ao câncer de mama e distúrbios emocionais.

O maior problema é que muitas mulheres não procuram ajuda. O motivo é que em nossa sociedade prevalece o mito de que o alcoolismo é sinônimo de fraqueza moral. Para a mulher, isso representa o comprometimento de seu papel como mãe e esposa. Por isso é tão difícil admitir que a ajuda é necessária, o que só faz piorar a situação.

Mas não só quem faz a ingestão excessiva do álcool corre riscos de saúde. Algumas crianças nascem com anormalidades físicas, mentais e comportamentais devido à dependência de suas mães durante a gravidez.

























A autora do livro recém-lançado “Um passado que vive – Transmissão Familiar do Alcoolismo Feminino”, a pesquisadora e psicóloga brasileira Ana Beatriz Pedriali acompanhou 62 mulheres alcoólatras e não alcoólatras na sua tese de doutorado e concluiu que, além do fator genético, o comportamento e as relações familiares são determinantes para o vício. A psicóloga relatou que, entre as alcoólatras, pelo menos uma em cada cinco era filha de uma mulher também viciada em álcool. “Há uma transmissão do comportamento, da violência e dos conflitos. Ao há registro desse fenômeno em homens”, enfatizou.

Ana Beatriz mencionou ainda que a maioria das mulheres dependentes tinha uma relação conflituosa com mães e avós. “Elas reproduzem o mesmo comportamento com as filhas. São mulheres que aprendem a resolver problemas bebendo”, completou.

Tratamento adequado é fundamental para a recuperação

Para o tratamento da doença é necessário acompanhamento profissional em clínicas de recuperação. No Brasil, a grande maioria das clínicas é especializada no tratamento do público masculino e, quando diferente, mistura homens e mulheres no mesmo ambiente. Mas o tratamento fica comprometido, porque é preciso fazer um trabalho mais profundo, abordando questões relacionadas à vida pessoal e familiar, como casamento, filhos, conquistas e derrotas específicas das mulheres.



















A deficiência nessa área já foi constatada e já existem algumas clínicas para o tratamento exclusivo de mulheres.

Como detectar a doença?

O alcoolismo, também conhecido como "síndrome da dependência do álcool", é uma doença caracterizada pelos seguintes elementos:

* Compulsão: uma necessidade forte ou desejo incontrolável de beber;

* Perda de controle: a inabilidade frequente de parar de beber uma vez que a pessoa já começou;

* Dependência física: a ocorrência de sintomas de abstinência, como náusea, suor, tremores, e ansiedade, quando se para de beber após ter passado um grande período bebendo;

* Tolerância: a necessidade de aumentar a quantidade de álcool para sentir-se "alto".

Fonte: Rondonoticias
Fotos: Sobriedade Fortaleza

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Cresce o número de crianças dependentes de drogas


Embora haja poucos dados oficiais sobre o tema, profissionais reconhecem o aumento nos últimos anos.


A Sociedade de Fé, Esperança e Caridade abriga, em Caucaia, 12 garotos em situação de dependência química. O mais novo dos meninos tem apenas oito anos
FOTO: MIGUEL PORTELA

Ao mesmo tempo em que Governo Federal e administrações estaduais e municipais anunciam a aplicação de recursos vultosos para conter o avanço do crack, o fácil acesso à droga permanece como um dos maiores desafios para a eficácia de medidas preventivas e repressivas. Um dos reflexos mais graves da situação é o número crescente de crianças em situação de dependência química na Capital.







































Motivados pela necessidade de preencher um vazio que surge da ociosidade e da falta de perspectivas quanto ao futuro, muitos meninos encontram nos entorpecentes válvulas de escape que os arrastam para a criminalidade, em um processo que degrada sua saúde e os expõe a uma série de riscos. Para tornar-se dependente, não há idade mínima, sendo crianças de oito anos comumente encontradas por quem trabalha para recuperá-las.

Conforme o presidente do Conselho Estadual de Políticas Públicas sobre Drogas (Cepod), Herman Normando, o número de garotos de até 15 anos assistidos pelo poder público e por entidades filantrópicas é bastante inferior ao total de usuários dessa faixa etária que desejam largar o vício.

Embora haja poucos dados oficiais a respeito do tema, o presidente diz ser notável o aumento do número de crianças que fazem uso de drogas. O fato pode ser observado, afirma, através da procura crescente de familiares que vão até o Conselho em busca de auxílio. "Praticamente todo dia vem gente aqui querendo internação para os filhos", comenta.

A situação se torna mais preocupante, destaca, por conta da falta de leitos onde os pequenos usuários possam ser abrigados por longos períodos e afastar-se do vício. Na Capital, a rede pública municipal de saúde não dispõe de equipamentos do gênero.

A administração do Município conta com dois Centros de Atenção Psicossocial Infantil (Capsis), os quais atendem a 45 crianças e adolescentes

Em situação de dependência química, concentrando sua atuação principalmente em atividades pedagógicas e acompanhamento psicológico.

Refúgio

 Um dos poucos locais no Estado onde são acolhidas crianças em situação de dependência química, a Sociedade de Fé Esperança e Caridade abriga, em uma casa no município de Caucaia, 12 meninos de idade entre oito e 17 anos - parte deles de Fortaleza. Há cinco anos realizando o trabalho, a instituição, que sobrevive através de doações, já recebeu cerca de 100 garotos que lá encontraram refúgio contra o vício e a violência do tráfico.

Do relato de cada uma das crianças, que expõem seus sentimentos para os colegas em reuniões semanais, surgem histórias distintas, mas que tendem a preservar pontos em comum, marcados pelo envolvimento com o crime e pela degradação ou total ausência de um ambiente familiar.

Muitos dos garotos, afirma o presidente da Sociedade, Lázaro de Alencar, sentem-se desconfortáveis para falar do passado, já que isso os faz lembrar das drogas de que estiveram dependentes. Para afastar as recordações indesejadas, adotam uma rotina que envolve pequenos trabalhos manuais, momentos de lazer e de reflexão em grupo.

Uma das crianças dispostas a narrar experiências, Gabriel (nome fictício), 14, conta que começou a usar crack há cerca de um ano, motivado pelo ímpeto de experimentar alguma novidade. Por conta do acesso fácil à droga, recorda, passava quase todos os dias nas ruas, tendo abandonado a escola na sexta série. Gabriel só ficava sob algum teto à noite, quando ia dormir na casa da avó.

A saída encontrada para sustentar o vício foi praticar furtos, com a ajuda de um colega da mesma idade. Enquanto narra o passado, Gabriel move a cabeça para os lados, em sinal de negação, como se reprovasse o próprio pretérito. O garoto conta que só começou a se desligar das drogas quando foi encontrado por membros de uma igreja, que o motivaram a esquecer o vício. Hoje, diz arrepender-se do tempo destinado à vida nas ruas.

Quando sair da Sociedade, afirma, pretende ir morar com a família em Itapajé, no interior do Estado, e voltar a estudar. Quanto ao antigo companheiro de rua, Gabriel diz que não teve mais notícias colega. "Quem fica nessa vida (consumindo crack) ou acaba morrendo, ou acaba fazendo alguma besteira", comenta.

Apesar de coordenar a entidade há cinco anos, Lázaro afirma ainda se sensibilizar com os relatos das crianças. Entre alguns dos que mais lhe abalaram, cita o de uma garota de 15 anos que passou 14 dias sendo abusada por clientes de um traficante e o de um menino de 12 anos, cuja mãe, também usuária, vendeu todas as roupas do filho para sustentar o próprio vício.

Durante a visita da equipe de reportagem ao local, um dos meninos atendidos chorava no gramado que cobre o quintal da casa, atraindo a atenção de colegas que tentavam consolá-lo. O motivo da tristeza, revelou uma das crianças, foi a ausência dos pais do garoto naquela tarde, que era um dia de visita. "O apoio da família é fundamental. Eles não podem ficar aqui sentindo que foram simplesmente abandonados", destaca Lázaro.

Consequências

De acordo com o professor e médico psiquiatra Jackson Sampaio, as crianças, por terem o corpo ainda em estágio de desenvolvimento, são mais suscetíveis aos efeitos de entorpecentes como o crack. "Tanto que quando você vai dar algum medicamento a uma delas, você fraciona doses", ilustra. Além disso, aponta, elas não possuem um padrão ou modelo psicológico definido sobre a vida adulta, tornando os efeitos mais devastadores.

Segundo Herman Normando, as consequências não se restringem a danos fisiológicos, já que a saúde fragilizada e o estado precário em que vivem os meninos os tornam alvos fáceis de acidentes e da ação de traficantes. A falta de pesquisas e dados sobre o tema, acrescenta, é mais um obstáculo para a implantação de ações preventivas.

Atendimento

45 meninos em situação de dependência química são pacientes "ativos" dos Capsis na Capital. Para especialistas, cresce demanda por auxílio.

NOS CAPSIS

Profissionais lidam com baixa adesão


Embora continue se expandindo o número de meninos que precisam de tratamento contra dependência química, é baixa a adesão aos projetos e atividades oferecidos pelo Município. Desde que foi criado, em 2006, o primeiro Capsi, que abrange as regionais II, IV e VI, cerca de 200 crianças já passaram pelo núcleo de ajuda a dependentes químicos. Muitos, porém, realizaram pouco mais do que o registro de sua passagem no local.

Conforme a coordenadora do centro de assistência, Daniele Zaparoli, uma das principais dificuldades dos profissionais que trabalham na área é conseguir superar a atração que as drogas e a sensação de liberdade proporcionada pelas ruas exercem sobre as crianças. "Nessa idade, elas estão ainda deslumbradas, achando que podem tudo, que nada vai acontecer a elas", aponta Daniele.

A situação se agrava, afirma, quando os garotos convivem em ambientes familiares desestruturados, especialmente naqueles em que os pais também são usuários de drogas. Embora haja apenas 30 crianças "ativas", ou seja, visitando frequentemente o Capsi para tratar-se, Daniele reconhece o crescimento do número de garotos que carecem desse tipo de auxílio, nos últimos anos, na Capital.

Segundo o professor Jackson Sampaio, as dificuldades em tratar dos pacientes e a disparidade entre a demanda por ajuda e o número de crianças efetivamente assistidas tornam o processo de recuperação uma ação, na prática, pouco eficaz.

Para ilustrar a situação, o professor cita o mito grego de Sísifo. Conforme a mitologia, o personagem foi condenado pelos deuses a empurrar uma pedra gigantesca até o topo de uma montanha. Logo que finalizado o serviço, que lhe exigia demasiado empenho, Sísifo assistia à rocha rolar de volta ao pé da montanha, sendo necessário iniciar o trabalho novamente. Como a pedra retornava ao solo sempre que se alcançava o topo, a atividade era realizada continuamente, sem que fosse obtido qualquer resultado.

A frustração por que passa o personagem ao contemplar a pedra rolando até o solo é partilhada por aqueles que atuam no atendimento a essas crianças. Segundo Daniele, há casos nos quais os profissionais tratam de pacientes em determinado dia para, na manhã seguinte, tomarem conhecimento de que a criança participou de algum crime ou mesmo foi assassinada.

"É complicada essa questão. Tanto que nós que trabalhamos com isso fazemos terapia para aguentar a pressão", frisa.

Para Jackson, a solução para interromper o suplício de Sísifo reside principalmente em um processo de educação da população no que se refere à saúde e à cidadania. Com isso, medidas preventivas poderão se tornar mais eficazes, reduzindo a necessidade de remediar.

Fonte: João Moura - Diário do Nordeste
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