O energético pode potencializar os efeitos da bebida alcoólica e fazer com que o usuário tenha um julgamento errado sobre seu estado de embriaguez.
Achar que energético melhora performance é um equívoco, dizem especialistas.
Especialistas divergem sobre quantidade máxima de cafeína que se pode ingerir.
O relato de pais e médicos e pesquisas sobretudo americanas chamam a atenção para um hábito comum no Carnaval, mas arriscado: tomar bebida alcoólica com energético. Segundo o cardiologista Luciano Vacanti, a mistura potencializa o risco de arritmias, pois as duas substâncias "irritam" o músculo do coração (o miocárdio). Ele afirma, ainda, que há casos descritos nos Estados Unidos de adolescentes que, após ingerirem energéticos, desenvolveram taquicardias que precisaram ser revertidas nos hospitais.
O médico Anthony Wong, chefe do Ceatox (Centro de Assistência Toxicológica) do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas (SP), relata que este é um hábito que está virando uma epidemia mundial. "Pior que quanto mais jovem é a pessoa menos controle ela tem sobre as bebidas alcoólicas. É necessário tomar uma atitude de controle por parte das autoridades com o crescente abuso dessa associação", opina.
Há vários motivos apontados pelos consumidores para se misturar as bebidas. Entre eles, disfarçar o gosto do álcool (principalmente no caso de destilados), além de esticar a balada. Por ser estimulante, o energético carrega o mito de anular os efeitos depressivos do álcool, o que é verdade em parte porque a bebida reduz a sensação de sonolência, mas os reflexos continuam mais lentos sob o efeito do álcool.
Percepção alterada
Pesquisas vêm comprovando que o consumo de álcool com energéticos pode estimular o alcoolismo, dar mais disposição para beber (a pessoa fica mais tempo em uma balada ou bar bebendo, por exemplo) e tornar o indivíduo mais suscetível aos problemas relativos ao consumo de álcool (machucam-se mais ou sofrem mais acidentes, necessitam de ajuda médica ou enfrentam problemas sexuais).
Alexandre Clemente Chame, de 36 anos, percebeu alguns desses sintomas após abusar na dose de energéticos em uma casa noturna. "Não costumo beber destilado, mas como meus amigos tinham comprado uma garrafa, resolvi tomar a bebida com energético para acompanhar. Percebi principalmente que fiquei até mais tarde na balada, costumo ir embora mais cedo, e acabei esticando até umas cinco da manhã. Daí bebi bem mais que de costume. No dia seguinte, a ressaca foi pior. Na hora até pensei: ´esse negócio´ ajuda a não bater o carro na volta porque eu parecia estar mais desperto, mas depois percebi que poderia ter sido até pior, pois eu achava que estava normal para dirigir".
Um dos maiores riscos dessa combinação é realmente o de mascarar os sintomas. De acordo com a psicoterapeuta Ilana Pinsky, professora do Departamento de Psiquiatria da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), não sentir os efeitos do álcool pode parecer bom, mas não é. É uma maneira de tapear o que o corpo está sentindo. "A pessoa não fica tão bem quanto pode pensar, pode dirigir de maneira arriscada, e os órgãos do corpo são afetados da mesma maneira, ela sentindo ou não".
Advertências
Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa, a venda de energéticos é autorizada no Brasil desde 1998, após a avaliação da agência sobre a segurança dos produtos. "Não existe nenhuma proibição quanto a comercialização dessas bebidas por parte da Comunidade Europeia e as mesmas estão dispensadas de registro na Anvisa".
O que diz o fabricante
O fabricante de um dos energéticos mais populares do mercado, o Red Bull, diz que, "em relação ao uso associado ao álcool, não há nenhum indício de que o Red Bull® Energy Drink tenha qualquer efeito (positivo ou negativo) associado ao seu consumo. Isto foi confirmado pela Autoridade Europeia de Segurança Alimentar (EFSA, na sigla em inglês), em comunicado de 2009, que concluiu não haver interação entre a taurina, a glucoronolactona, a cafeína e o álcool, mesmo durante atividade física".
A empresa também alega que um consumo moderado de cafeína (menos de 400 mg por dia, o que equivalente a 5 latinhas do energético) não afeta negativamente a saúde cardiovascular. E completa: "o Red Bull® Energy Drink é vendido em mais de 160 países porque autoridades de saúde do mundo todo concluíram que o mesmo é de consumo seguro".
No entanto, há requisitos específicos de composição: taurina: máximo 400 mg/100 ml; cafeína: máximo 35 mg/100 ml; álcool etílico: máximo 0,5 ml/100 ml; inositol: máximo 20 mg/100 ml; clucoronolactona: máximo 250 mg/100 ml.
Além disso, as embalagens devem conter obrigatoriamente as seguintes advertências, em destaque e em negrito: "Crianças, gestantes, nutrizes, idosos e portadores de enfermidades: consultar o médico antes de consumir o produto" e "Não é recomendado o consumo com bebida alcoólica".
Segundo a Anvisa, os primeiros alertas se devem ao fato de o produto ter uma "elevada quantidade de cafeína em sua formulação". Já a restrição à associação com álcool é feita, pois "pode potencializar os efeitos da bebida alcoólica e fazer com que o usuário tenha um julgamento errado sobre seu estado de embriaguez (tem a percepção de que não está bêbado, mas os efeitos deletérios do consumo de álcool sobre a coordenação motora continuam)".
Mais vulneráveis
O cardiologista e médico do esporte Nabil Ghorayeb fecha a questão dizendo que o problema está no uso indiscriminado dos energéticos sem que se saiba dos riscos. "As pessoas não costumam ler os rótulos e, se não tivesse qualquer tipo de perigo, não teriam advertências nas embalagens dos produtos. O risco maior está na dose, principalmente para quem tem sensibilidade à cafeína ou predisposição às arritmias ou faz parte do grupo citado nas embalagens (crianças, idosos, nutrizes, grávidas, com problemas de saúde)".
Ghorayeb alerta para as pessoas ficarem atentas a sinais de maior sensibilidade, como palidez, aceleração do coração, aumento da pressão, etc.. "A intoxicação por cafeína é manifestada pela presença de ansiedade, insônia, desconforto no estômago, tremores, taquicardia, agitação e até raros casos de morte foram descritos na Austrália, Irlanda e Suécia", acrescenta Vacanti.
"Enganar" o sono
Para os pais, Ilana Pinsky recomenda que a informação é a maior arma contra o problema. "É essencial conhecer o que é energético, suas propriedades, o que é considerado um excesso de consumo. E conversar com os filhos sobre isso, informar-se primeiro para depois informar o filho", aconselha a psicoterapeuta.
Ilana completa explicando que faz parte da característica da nossa sociedade tentar burlar o que estamos sentindo e se faz isso de uma maneira excessiva, o tempo todo, e não só na questão do álcool. Talvez esta também possa ser a explicação para o consumo crescente de energéticos, uma busca por "enganar" o sono, a timidez (no caso da associação com o álcool) e o corpo, prolongando a sensação de diversão na balada ou a malhação na academia.
Mas é preciso lembrar que o preço pode ser caro demais. Recentemente, pediatras americanos anunciaram que, nos últimos anos, já foram registrados mais de 2,5 mil casos de internações e atendimentos por intoxicação por cafeína em menores de 19 anos. E já que essa associação é prática comum e permitida, por enquanto não há outro jeito: quem deve ficar alerta e moderar na dose é o consumidor!
Fonte: Por Carla Prates/Especial para o UOL Ciência e Saúde
Fotos: Giuliano
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terça-feira, 8 de março de 2011
segunda-feira, 7 de março de 2011
Estudo mostra como cigarro causa artrite
Pesquisa da USP desvenda a ação de hidrocarbonetos que leva ao desenvolvimento da doença autoimune. Nos fumantes com predisposição genética, células imunológicas passam a orientar um ataque às articulações. Um mecanismo que desencadeia a artrite reumatoide em fumantes foi identificado por pesquisa da FMRP (Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto), da USP.
Já se sabia que quem tem predisposição genética e fuma pode sofrer dessa doença inflamatória crônica, que causa dores e rigidez matinal nas mãos e nos pés.
Agora, o estudo do biomédico Jhimmy Talbolt, defendido como dissertação de mestrado na última semana, revela como isso acontece.
Quando a pessoa fuma, uma das células do sistema de defesa - a TH17- é sensibilizada e fica doente.
Ao ser estimulada pelos hidrocarbonetos aromáticos da fumaça do cigarro, a TH17 passa a orientar o sistema de defesa a destruir articulações das mãos, pés, joelhos, punhos, cotovelos e tornozelo.
O professor de reumatologia da FMRP e orientador de Talbot, Paulo Louzada Junior, disse que o resultado pode ser o ponto de partida para o desenvolvimento de uma droga que reduza os sintomas da doença com mais eficiência ou até interrompa o processo de deterioração das articulações periféricas.
Segundo Louzada Junior, a artrite reumatoide atinge 1% da população adulta brasileira e a descoberta é inédita na literatura científica.
A pesquisa, com financiamento do CNPq e da Fapesp, acompanhou durante dois anos 138 pacientes com artrite reumatoide (metade fumante) e um grupo-controle com 129 pessoas sadias.
Foram comparadas as mutações genéticas do sangue de pacientes fumantes e não fumantes com o sangue do grupo-controle.
Essas informações foram relacionadas aos dados clínicos de cada um, constatando que a fumaça do cigarro e a célula TH17 estavam ligadas à artrite reumatoide.
"Em modelos experimentais em camundongos, constatamos que os receptores de hidrocarboneto arila [da fumaça do cigarro] provocavam o aumento do número das células TH17 e a piora da doença", diz Talbot.
Louzada Junior explica que o receptor da célula TH17 se danifica com a fumaça porque é sensível ao hidrocarboneto arila.
"Esse receptor elimina poluentes dentro do corpo. Só que, se tiver essa alteração genética, o sistema pode estimular a célula do sistema de defesa a causar a doença."
FATOR AGRAVANTE
Para o reumatologista José Goldemberg, da Unifesp, conhecer esse mecanismo possibilita tratar o problema com conhecimento científico. "Sem a "achometria", que é a medida do achismo."
Segundo Ari Halpern, reumatologista do hospital Albert Einstein, muitos estudos têm demonstrado relação entre o cigarro e a artrite e, entre os fatores que alteram o prognóstico da doença, o fumo é um dos mais importantes.
Fonte: UNIAD - Unidade de Pesquisa em Álcool e Drogas
Já se sabia que quem tem predisposição genética e fuma pode sofrer dessa doença inflamatória crônica, que causa dores e rigidez matinal nas mãos e nos pés.
Agora, o estudo do biomédico Jhimmy Talbolt, defendido como dissertação de mestrado na última semana, revela como isso acontece.
Quando a pessoa fuma, uma das células do sistema de defesa - a TH17- é sensibilizada e fica doente.
Ao ser estimulada pelos hidrocarbonetos aromáticos da fumaça do cigarro, a TH17 passa a orientar o sistema de defesa a destruir articulações das mãos, pés, joelhos, punhos, cotovelos e tornozelo.
O professor de reumatologia da FMRP e orientador de Talbot, Paulo Louzada Junior, disse que o resultado pode ser o ponto de partida para o desenvolvimento de uma droga que reduza os sintomas da doença com mais eficiência ou até interrompa o processo de deterioração das articulações periféricas.
Segundo Louzada Junior, a artrite reumatoide atinge 1% da população adulta brasileira e a descoberta é inédita na literatura científica.
A pesquisa, com financiamento do CNPq e da Fapesp, acompanhou durante dois anos 138 pacientes com artrite reumatoide (metade fumante) e um grupo-controle com 129 pessoas sadias.
Foram comparadas as mutações genéticas do sangue de pacientes fumantes e não fumantes com o sangue do grupo-controle.
Essas informações foram relacionadas aos dados clínicos de cada um, constatando que a fumaça do cigarro e a célula TH17 estavam ligadas à artrite reumatoide.
"Em modelos experimentais em camundongos, constatamos que os receptores de hidrocarboneto arila [da fumaça do cigarro] provocavam o aumento do número das células TH17 e a piora da doença", diz Talbot.
Louzada Junior explica que o receptor da célula TH17 se danifica com a fumaça porque é sensível ao hidrocarboneto arila.
"Esse receptor elimina poluentes dentro do corpo. Só que, se tiver essa alteração genética, o sistema pode estimular a célula do sistema de defesa a causar a doença."
FATOR AGRAVANTE
Para o reumatologista José Goldemberg, da Unifesp, conhecer esse mecanismo possibilita tratar o problema com conhecimento científico. "Sem a "achometria", que é a medida do achismo."
Segundo Ari Halpern, reumatologista do hospital Albert Einstein, muitos estudos têm demonstrado relação entre o cigarro e a artrite e, entre os fatores que alteram o prognóstico da doença, o fumo é um dos mais importantes.
Fonte: UNIAD - Unidade de Pesquisa em Álcool e Drogas
domingo, 6 de março de 2011
Passo da Semana (6 a 12/03): 11º - CELEBRAR
Senhor, CELEBRANDO a Eucaristia, em comunidade com os irmãos, teremos força e graça, para perseverarmos nesta caminhada. Alimenta-nos no Corpo e Sangue de Jesus!
sábado, 5 de março de 2011
Brasil faz primeiro grande levantamento de dados estatísticos sobre consumo de crack
Brasília – O Brasil está desenvolvendo o maior estudo sobre consumo de crack do mundo. De acordo com a Secretária Nacional de Políticas sobre Drogas, Paulina Duarte, o objetivo é ter dados estatísticos reais do consumo de crack no país, das grandes cidades à zona rural. A pesquisa está sendo feita pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) em parceria com a Universidade Americana de Princeton e os primeiros resultados serão divulgados em abril.
“Em 2010, lançamos o plano integrado de enfrentamento ao crack e outras drogas. Não temos, neste momento, nenhum número exato de consumo de crack no país. São apenas meras especulações. Por isso, estamos desenvolvendo o primeiro grande levantamento que se configura como o maior estudo sobre crack no mundo”, afirmou hoje (3) a secretária, após a apresentação do Relatório 2010 da Junta Internacional de Fiscalização de Entorpecentes (Jife).
A estimativa é que 25 mil pessoas participem da pesquisa, sendo que 22 mil fornecerão dados quantitativos e 3 mil, dados qualitativos. “Esse plano de enfrentamento [estudo direcionado ao consumo de crack] nasceu da preocupação do Brasil com dois indicadores: aumento das apreensões de pasta base feitas pela Polícia Federal e a procura [das pessoas viciadas em crack] por tratamento.”
A grande inovação, segundo Paulina, é que os usuários ouvidos pela pesquisa serão convidados a fazer testes para identificar se contraíram doenças relacionadas ao consumo do crack, como hepatites B e C, tuberculose e aids. “Depois desses testes, eles serão encaminhados à rede de saúde para tratamento.”
Além da pesquisa, a Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad) também vai desenvolver um sistema de monitoramento precoce para consumo e tráfico de drogas em parceria com a Polícia Federal, o Ministério da Saúde e a Universidade de São Paulo (USP). De acordo com Paulina, o investimento será de aproximadamente US$ 5 milhões.
“Vamos juntar programas que possam nos dar as tendências dos surgimentos de novas drogas, novas formas de consumo, pedidos de tratamento, assim como tipos de apreensão em locais onde essas drogas aparecem”, afirmou.
O relatório da Jife divulgado hoje (2) aponta o crescimento do consumo de crack no território brasileiro e destaca o trabalho do governo brasileiro no combate à droga. De acordo com Paulina, o Brasil busca “mecanismos sustentáveis” para o enfrentamento ao crack. Um dos principais problemas é a falta de locais específicos para tratamento dos usuários.
Segundo a secretária, 100 mil profissionais da área de segurança pública e saúde, que combatem o consumo de drogas no país, serão capacitados para esse trabalho. “O Brasil vem fazendo um grande esforço no enfrentamento qualificado ao tráfico urbano.”
Edição: Lana Cristina
Autor: Daniella Jinkings, Repórter da Agência Brasil
Fonte: Agência Brasil
Fotos: Giuliano
“Em 2010, lançamos o plano integrado de enfrentamento ao crack e outras drogas. Não temos, neste momento, nenhum número exato de consumo de crack no país. São apenas meras especulações. Por isso, estamos desenvolvendo o primeiro grande levantamento que se configura como o maior estudo sobre crack no mundo”, afirmou hoje (3) a secretária, após a apresentação do Relatório 2010 da Junta Internacional de Fiscalização de Entorpecentes (Jife).
A estimativa é que 25 mil pessoas participem da pesquisa, sendo que 22 mil fornecerão dados quantitativos e 3 mil, dados qualitativos. “Esse plano de enfrentamento [estudo direcionado ao consumo de crack] nasceu da preocupação do Brasil com dois indicadores: aumento das apreensões de pasta base feitas pela Polícia Federal e a procura [das pessoas viciadas em crack] por tratamento.”
A grande inovação, segundo Paulina, é que os usuários ouvidos pela pesquisa serão convidados a fazer testes para identificar se contraíram doenças relacionadas ao consumo do crack, como hepatites B e C, tuberculose e aids. “Depois desses testes, eles serão encaminhados à rede de saúde para tratamento.”
Além da pesquisa, a Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad) também vai desenvolver um sistema de monitoramento precoce para consumo e tráfico de drogas em parceria com a Polícia Federal, o Ministério da Saúde e a Universidade de São Paulo (USP). De acordo com Paulina, o investimento será de aproximadamente US$ 5 milhões.
“Vamos juntar programas que possam nos dar as tendências dos surgimentos de novas drogas, novas formas de consumo, pedidos de tratamento, assim como tipos de apreensão em locais onde essas drogas aparecem”, afirmou.
O relatório da Jife divulgado hoje (2) aponta o crescimento do consumo de crack no território brasileiro e destaca o trabalho do governo brasileiro no combate à droga. De acordo com Paulina, o Brasil busca “mecanismos sustentáveis” para o enfrentamento ao crack. Um dos principais problemas é a falta de locais específicos para tratamento dos usuários.
Segundo a secretária, 100 mil profissionais da área de segurança pública e saúde, que combatem o consumo de drogas no país, serão capacitados para esse trabalho. “O Brasil vem fazendo um grande esforço no enfrentamento qualificado ao tráfico urbano.”
Edição: Lana Cristina
Autor: Daniella Jinkings, Repórter da Agência Brasil
Fonte: Agência Brasil
Fotos: Giuliano
sexta-feira, 4 de março de 2011
Setor de Comunicações da Diocese de Crato entrevista Rogério Melo
O Coordenador Estadual da Pastoral da Sobriedade concedeu uma entrevista ao Setor de Comunicações da Diocese de Crato dia 28/02 (Segunda-Feira), logo após o curso de capacitação que aconteceu naquela cidade no final de semana. Na entrevista, falou da alegria em seu coração de estar fazendo parte desta historia da Pastoral da Sobriedade na Diocese de Crato, CONFIRA.
"Sobriedade e Paz, só por Hoje, graça a Deus".
"Sobriedade e Paz, só por Hoje, graça a Deus".
quinta-feira, 3 de março de 2011
DIOCESE PROMOVE CAPACITAÇÃO PARA AGENTES DA PASTORAL DA SOBRIEDADE
Aconteceu em Juazeiro do Norte CE, na Paróquia de São Francisco das Chagas, nos dias 25, 26 e 27 de Fevereiro de 2011, o 1º Encontro para capacitação de agentes da Pastoral da Sobriedade (PS), contando com a presença do nosso Bispo DOM FERNANDO PANICO, dando-nos total cobertura e incentivando a todos participantes.
O encontro teve em média 100 participantes, das seguintes cidades da Região do Cariri: Barbalha, Brejo Santo, Caririaçu, Crato, Jardim, Mauriti, Milagres, Nova Olinda, Santana do Cariri e Juazeiro do Norte.
O curso foi ministrado pelo coordenador estadual da Pastoral da Sobriedade, Rogério Melo, e contou com o apoio do nosso assessor eclesial Frei Barbosa, do Mons. Bosco, Reitor do Santuário eucarístico Diocesano e do vigário forâneo da forania 2, Padre Francisco Luiz.
Com esta capacitação as Paróquias poderão abrir novos grupos de auto ajuda da Pastoral da Sobriedade contando com o apoio de seus parócos com o objetivo de trabalhar a prevenção e recuperação das depêndencias quimicas e de outros tipos de dependências.
A próxima reunião acontecerá dia 16 de abril no centro de pastoral do Santuário Eucarístico Diocesano situado na rua Senador Pompeu, nº 27, na cidade do Crato.
Terezinha - Coordenadora Diocesana da PS
Fonte: diocesedecrato.org
quarta-feira, 2 de março de 2011
Mobilização na fronteira tem dia de enfrentamento ao crack
A popularização do crack vem preocupando as autoridades da fronteira Brasil-Paraguai.
Nesta segunda-feira, estudantes, professores, comerciantes, entidades de classes e a sociedade de uma forma em geral participaram de uma caminhada para marcar a data de 28 de fevereiro instituído como “Dia de Enfrentamento ao Crack”, conforme Lei Municipal de autoria da vereadora Dulce Manosso (PSDB), aprovada pela Câmara Municipal e sancionada pelo prefeito Flávio Kayatt (PSDB).
Segundo dados do Centro de Atenção Psicossocial de Ponta Porã (CAPS), o número de usuários de crack vem crescendo e, atualmente, é uma grande preocupação tanto para as autoridades brasileiras como paraguaias. Existe uma facilidade em adquirir esse tipo de droga na região. Enquanto nos anos de 2008 e 2009 o Caps atendeu cerca de 300 pessoas usuárias de drogas como crack, maconha, cocaína e também de álcool, somente em dezembro do ano passado foram 216 atendimentos.
“Realizamos inúmeras ações e atividades, para que possamos diagnosticar este quadro, atendendo e acompanhando os usuários. No entanto é fundamental que a sociedade desperte para este grave problema de saúde pública” alertou Carlos Urizar, psicólogo do Centro de Atenção Psicossocial de Ponta Porã. Para marcar o 28 de fevereiro como o Dia de Combate às Drogas, nesta segunda-feira pela manhã foi realizada uma passeata, com os manifestantes saindo de frente ao prédio da Prefeitura de Ponta Porã, seguindo pela rua Guia Lopes, avenida Marechal Floriano até a Praça Lício Borralho, na Linha Internacional. A passeata faz parte da estratégia de conscientização da população em favor do combate às drogas, que cada vez mais tem alcançado crianças, jovens e adultos.
Neste mês de março, será realizado o Fórum Municipal, que servirá para a elaboração do Plano Municipal de Enfrentamento ao Crack e outras drogas, que contará com diversos segmentos da sociedade. A autora do Projeto de Lei que instituiu o Dia Municipal de Combate ao Crack, Dulce Manosso, disse que toda a sociedade precisa participar e colaborar para evitar uma proliferação ainda maior do uso de entorpecentes no município fronteiriço.
Fonte: Correio do Estado
Nesta segunda-feira, estudantes, professores, comerciantes, entidades de classes e a sociedade de uma forma em geral participaram de uma caminhada para marcar a data de 28 de fevereiro instituído como “Dia de Enfrentamento ao Crack”, conforme Lei Municipal de autoria da vereadora Dulce Manosso (PSDB), aprovada pela Câmara Municipal e sancionada pelo prefeito Flávio Kayatt (PSDB).
Segundo dados do Centro de Atenção Psicossocial de Ponta Porã (CAPS), o número de usuários de crack vem crescendo e, atualmente, é uma grande preocupação tanto para as autoridades brasileiras como paraguaias. Existe uma facilidade em adquirir esse tipo de droga na região. Enquanto nos anos de 2008 e 2009 o Caps atendeu cerca de 300 pessoas usuárias de drogas como crack, maconha, cocaína e também de álcool, somente em dezembro do ano passado foram 216 atendimentos.
“Realizamos inúmeras ações e atividades, para que possamos diagnosticar este quadro, atendendo e acompanhando os usuários. No entanto é fundamental que a sociedade desperte para este grave problema de saúde pública” alertou Carlos Urizar, psicólogo do Centro de Atenção Psicossocial de Ponta Porã. Para marcar o 28 de fevereiro como o Dia de Combate às Drogas, nesta segunda-feira pela manhã foi realizada uma passeata, com os manifestantes saindo de frente ao prédio da Prefeitura de Ponta Porã, seguindo pela rua Guia Lopes, avenida Marechal Floriano até a Praça Lício Borralho, na Linha Internacional. A passeata faz parte da estratégia de conscientização da população em favor do combate às drogas, que cada vez mais tem alcançado crianças, jovens e adultos.
Neste mês de março, será realizado o Fórum Municipal, que servirá para a elaboração do Plano Municipal de Enfrentamento ao Crack e outras drogas, que contará com diversos segmentos da sociedade. A autora do Projeto de Lei que instituiu o Dia Municipal de Combate ao Crack, Dulce Manosso, disse que toda a sociedade precisa participar e colaborar para evitar uma proliferação ainda maior do uso de entorpecentes no município fronteiriço.
Fonte: Correio do Estado
terça-feira, 1 de março de 2011
Fumo chega a 13% dos idosos, que sofrem para largar cigarro
Estudo mostra que prevalência é maior entre os homens do que entre mulheres.
O aposentado Lacy Barcellos tem 74 anos de vida e 64 de cigarro. Ele começou a fumar aos dez anos de idade.
- Por incrível que pareça, nunca me faltou um maço de cigarros no bolso.
Assim como Barcellos, Maria Tereza Oliveira Silva, de 62 anos, tem a companhia do cigarro há várias décadas. Ela começou a fumar aos 16.
- Antigamente era chique fumar.
Maria Tereza e Barcellos são o retrato de um grupo que convive com o hábito há muitas décadas: eles viveram um período de glamourização do cigarro, quando não havia campanhas antitabagismo, e, atualmente, são mais resistentes a parar de fumar.
O hábito dos idosos fumantes e as tentativas de largar o vício foram pesquisados por cientistas brasileiros, que fizeram uma revisão de 48 estudos sobre o tabagismo em várias partes do mundo. Eles descobriram que 13,5% dos idosos têm o hábito de fumar.
O estudo foi feito por pesquisadores da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), UERJ (Universidade Estadual do Rio de Janeiro), Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) e Unifesp (Universidade Federal de São Paulo). O número total de idosos avaliados foi de 140.058, de países como Brasil, Espanha, Portugal, Inglaterra, Rússia, Estados, Índia, Hong Kong, Japão e China.
O levantamento mostrou também que a prevalência de tabagismo em idosos é maior entre os homens (22,5%) do que entre as mulheres (8,7%).
Ainda que os pesquisadores tenham destacado que “as conclusões não representam um padrão mundial”, um dos autores do estudo, Sergio Luís Blay, do Departamento de Psiquiatria da Unifesp, afirma que o resultado mostra “taxas relativamente altas” do fumo em idosos.
A explicação para isso, segundo Blay e outros especialistas consultados pelo R7, é que as pessoas mais velhas viveram o período em que o cigarro era bastante glamourizado e o hábito era até incentivado.
Em sua terceira tentativa de parar, Maria Tereza diminuiu o consumo para um maço por dia – antes chegava a fumar um maço e meio. Ela conta que a imagem atual do cigarro é muito diferente da antiga.
- Hoje há vários lugares onde fumar é proibido. Mesmo que saia ali fora, você fica com vergonha de fumar.
Resistência
Pelo fato de já serem fumantes há muitas décadas e por terem vivido esse período de valorização do cigarro, os idosos costumam ser mais resistentes na hora de parar de fumar.
De acordo com a coordenadora do município de São Paulo do Programa Nacional de Controle do Tabaco, Darlene Dias da Silva Pinto, muitos desses pacientes acreditam que não conseguem mais abandonar o vício.
- Esse paciente já está resignado, não quer se estressar. Muitos deles pensam assim: “Cheguei até aqui fumando e estou vivo. Por que vou parar agora?”.
Segundo Sabrina Presman, coordenadora dos Programas de Controle do Tabagismo da cidade do Rio, os idosos afirmam que não vale a pena parar de fumar em uma idade avançada porque imaginam que largar o vício não faz diferença para a saúde.
- Mas um dia a menos de cigarro já é suficiente para trazer benefícios.
É por esse motivo que Barcellos está tentando, pela quarta vez, largar o vício. Por causa dos “14 a 16” cigarros por dia, ele fica cansado quando faz algum esforço.
- Uma carrerinha (corridinha) de cem metros já acelera minha respiração. Pra viver mais uns 15 anos, preciso parar de fumar.
Pare de fumar
Não importa a idade: largar o cigarro traz benefícios imediatos, ainda mais para quem fuma há muito tempo.
Ao parar de fumar nessa idade, a pessoa consegue diminuir os sintomas clínicos do tabagismo, como a tosse, a expectoração e a falta de ar, segundo o pneumologista Walter Fuentes, do Hospital Leforte, em São Paulo.
- Clinicamente ele se sente melhor. Sua qualidade de vida melhora. O paladar também melhora e ele acaba comendo mais porque sente mais o sabor da comida.
Outras doenças crônicas também ficam mais fáceis de ser controladas, de acordo com o pneumologista Sérgio Ricardo Santos, presidente da comissão de tabagismo da SPPT (Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia).
- Se a pessoa tem pressão alta e o único fator de risco é o tabagismo, ao parar de fumar ela consegue estabilizar a pressão arterial.
No entanto, os problemas crônicos diretamente relacionados ao tabagismo dificilmente serão revertidos. Essas doenças são a bronquite crônica e o enfisema pulmonar, causadas pela inflamação das vias aéreas, além do câncer no pulmão, na boca e na laringe.
Para que os benefícios e as chances de controlar essas doenças sejam maiores, é importante parar de fumar o quanto antes, dizem os especialistas. Isso porque o hábito de fumar é ainda mais preocupante em idosos.
Santos afirma que existem duas razões principais para isso: primeiro porque o idoso passou mais tempo exposto aos efeitos do cigarro. Segundo porque o organismo dele já está mais fragilizado às complicações do tabagismo.
- O idoso é mais vulnerável aos malefícios trazidos pelo cigarro do que o adulto jovem.
O cigarro também pode causar alguns problemas digestivos, como gastrite.
Diante desse cenário, a primeira dica é procurar uma unidade de saúde que auxilie no tratamento do tabagismo. Segundo Santos, “hoje existe muitos medicamentos e estratégias que faz o indivíduo parar de fumar sem grande sofrimento”.
Barcellos já marcou a data em que vai se livrar do cigarro. Isso vai ocorrer quando voltar de uma viagem ao interior de São Paulo, dentro de 15 dias.
- O problema de deixar é a irritação e ansiedade. Mas com alguém te ajudando fica mais fácil parar de fumar.
Fonte: R7
O aposentado Lacy Barcellos tem 74 anos de vida e 64 de cigarro. Ele começou a fumar aos dez anos de idade.
- Por incrível que pareça, nunca me faltou um maço de cigarros no bolso.
Assim como Barcellos, Maria Tereza Oliveira Silva, de 62 anos, tem a companhia do cigarro há várias décadas. Ela começou a fumar aos 16.
- Antigamente era chique fumar.
Maria Tereza e Barcellos são o retrato de um grupo que convive com o hábito há muitas décadas: eles viveram um período de glamourização do cigarro, quando não havia campanhas antitabagismo, e, atualmente, são mais resistentes a parar de fumar.
O hábito dos idosos fumantes e as tentativas de largar o vício foram pesquisados por cientistas brasileiros, que fizeram uma revisão de 48 estudos sobre o tabagismo em várias partes do mundo. Eles descobriram que 13,5% dos idosos têm o hábito de fumar.
O estudo foi feito por pesquisadores da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), UERJ (Universidade Estadual do Rio de Janeiro), Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) e Unifesp (Universidade Federal de São Paulo). O número total de idosos avaliados foi de 140.058, de países como Brasil, Espanha, Portugal, Inglaterra, Rússia, Estados, Índia, Hong Kong, Japão e China.
O levantamento mostrou também que a prevalência de tabagismo em idosos é maior entre os homens (22,5%) do que entre as mulheres (8,7%).
Ainda que os pesquisadores tenham destacado que “as conclusões não representam um padrão mundial”, um dos autores do estudo, Sergio Luís Blay, do Departamento de Psiquiatria da Unifesp, afirma que o resultado mostra “taxas relativamente altas” do fumo em idosos.
A explicação para isso, segundo Blay e outros especialistas consultados pelo R7, é que as pessoas mais velhas viveram o período em que o cigarro era bastante glamourizado e o hábito era até incentivado.
Em sua terceira tentativa de parar, Maria Tereza diminuiu o consumo para um maço por dia – antes chegava a fumar um maço e meio. Ela conta que a imagem atual do cigarro é muito diferente da antiga.
- Hoje há vários lugares onde fumar é proibido. Mesmo que saia ali fora, você fica com vergonha de fumar.
Resistência
Pelo fato de já serem fumantes há muitas décadas e por terem vivido esse período de valorização do cigarro, os idosos costumam ser mais resistentes na hora de parar de fumar.
De acordo com a coordenadora do município de São Paulo do Programa Nacional de Controle do Tabaco, Darlene Dias da Silva Pinto, muitos desses pacientes acreditam que não conseguem mais abandonar o vício.
- Esse paciente já está resignado, não quer se estressar. Muitos deles pensam assim: “Cheguei até aqui fumando e estou vivo. Por que vou parar agora?”.
Segundo Sabrina Presman, coordenadora dos Programas de Controle do Tabagismo da cidade do Rio, os idosos afirmam que não vale a pena parar de fumar em uma idade avançada porque imaginam que largar o vício não faz diferença para a saúde.
- Mas um dia a menos de cigarro já é suficiente para trazer benefícios.
É por esse motivo que Barcellos está tentando, pela quarta vez, largar o vício. Por causa dos “14 a 16” cigarros por dia, ele fica cansado quando faz algum esforço.
- Uma carrerinha (corridinha) de cem metros já acelera minha respiração. Pra viver mais uns 15 anos, preciso parar de fumar.
Pare de fumar
Não importa a idade: largar o cigarro traz benefícios imediatos, ainda mais para quem fuma há muito tempo.
Ao parar de fumar nessa idade, a pessoa consegue diminuir os sintomas clínicos do tabagismo, como a tosse, a expectoração e a falta de ar, segundo o pneumologista Walter Fuentes, do Hospital Leforte, em São Paulo.
- Clinicamente ele se sente melhor. Sua qualidade de vida melhora. O paladar também melhora e ele acaba comendo mais porque sente mais o sabor da comida.
Outras doenças crônicas também ficam mais fáceis de ser controladas, de acordo com o pneumologista Sérgio Ricardo Santos, presidente da comissão de tabagismo da SPPT (Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia).
- Se a pessoa tem pressão alta e o único fator de risco é o tabagismo, ao parar de fumar ela consegue estabilizar a pressão arterial.
No entanto, os problemas crônicos diretamente relacionados ao tabagismo dificilmente serão revertidos. Essas doenças são a bronquite crônica e o enfisema pulmonar, causadas pela inflamação das vias aéreas, além do câncer no pulmão, na boca e na laringe.
Para que os benefícios e as chances de controlar essas doenças sejam maiores, é importante parar de fumar o quanto antes, dizem os especialistas. Isso porque o hábito de fumar é ainda mais preocupante em idosos.
Santos afirma que existem duas razões principais para isso: primeiro porque o idoso passou mais tempo exposto aos efeitos do cigarro. Segundo porque o organismo dele já está mais fragilizado às complicações do tabagismo.
- O idoso é mais vulnerável aos malefícios trazidos pelo cigarro do que o adulto jovem.
O cigarro também pode causar alguns problemas digestivos, como gastrite.
Diante desse cenário, a primeira dica é procurar uma unidade de saúde que auxilie no tratamento do tabagismo. Segundo Santos, “hoje existe muitos medicamentos e estratégias que faz o indivíduo parar de fumar sem grande sofrimento”.
Barcellos já marcou a data em que vai se livrar do cigarro. Isso vai ocorrer quando voltar de uma viagem ao interior de São Paulo, dentro de 15 dias.
- O problema de deixar é a irritação e ansiedade. Mas com alguém te ajudando fica mais fácil parar de fumar.
Fonte: R7
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Saiba como a exposição ao cigarro afeta a pele e o cabelo
Especialista descreve como o cigarro afeta a aparência de quem se expões ao vício.
Todo o ano é a mesma coisa. O sol e o calor intenso do verão estimulam a maioria das pessoas a reforçar os cuidados com a pele, usando protetores solares e hidratantes. A vaidade com a aparência já atingiu até os homens que, geralmente, não são adeptos de cremes e loções. Tudo em prol de uma pele bonita e saudável.
Porém, todos esses tratamentos e produtos são ineficazes quando estamos falando de um fumante. Segundo o dermatologista do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP), José Antonio Sanches Júnior, a primeira vítima do tabagismo é a aparência do fumante, uma vez que ele causa o envelhecimento da pele semelhante ao causado pela exposição excessiva ao sol.
- O tabagismo causa danos à microcirculação, diminuindo o aporte de oxigênio e nutrientes e estimulando a produção de radicais livres com alterações no DNA das células epidérmicas e dérmicas — explica.
- A face acaba sofrendo um aumento do número e da profundidade de rugas, além de alterações na formação e na qualidade do colágeno e tecido elástico, que fica com um aspecto de ‘cera’, com coloração amarelo-acinzentada, grosseiramente espessada e com elasticidade reduzida - completa o especialista.
Segundo Sanches, o número de mulheres e homens que procuram o dermatologista, preocupados com o aparecimento de rugas, marcas de expressão e manchas no rosto tem aumentado gradativamente. Porém, existem outras consequências do tabagismo que são muito mais graves.
- As substâncias tóxicas do cigarro prejudicam o sistema imune, fundamental para a vigilância contra agressões ambientais. Parte do sistema imune localiza-se na pele, portanto, é muito provável que a pele fique vulnerável a muitas doenças - avalia o dermatologista.
Estudos recentes têm demonstrado que o ato de fumar pode aumentar o risco de desenvolvimento de doenças de pele crônicas, como a psoríase.
- É importante ainda ressaltar que o ato contínuo de encostar o cigarro nos lábios tem sido responsabilizado como uma das causas de câncer de lábio, pelo atrito físico, pelo contato com as substâncias químicas e pelo calor gerado pelos cigarros - alerta.
- Apesar da dependência, é imprescindível que o fumante abandone o vício para que o tratamento dermatológico seja bem sucedido - aconselha.
Dependendo do caso, os efeitos benéficos estéticos do fim do tabagismo podem ser visíveis de médio a longo prazo.
- É fato que existe uma relação muito evidente entre a quantidade de cigarros fumados e o tempo de tabagismo com os efeitos lesivos na pele. Após a suspensão do hábito, a recuperação da saúde da pele pode levar anos, entretanto, com cuidados dermatológicos adequados e intensivos, além de uma correta fotoproteção, é provável que este tempo possa ser encurtado para meses - conclui Sanches.
O especialista reconhece que não é fácil parar de fumar. Porém, com força de vontade, orientação médica e tratamento medicamentoso, é possível superar as dependências físicas e psicológicas do cigarro.
Sanches lista os principais efeitos do fumo sobre a aparência:
:: a face, o pescoço e as mãos são as áreas mais agredidas pela fumaça do cigarro, que libera radicais livres, causando morte celular e aparecimento precoce de rugas;
:: cigarro e exposição solar são responsáveis pelo envelhecimento precoce da pele. Ambos destroem as fibras de colágeno e elastina, apressando esse processo;
:: o cigarro atua diretamente na corrente sanguínea causando danos à beleza da pele, dos cabelos e de todo o organismo. Sem a circulação correta de nutrientes, as células não conseguem reter água e vitaminas, a pele se torna flácida, opaca e sem brilho. Os cabelos perdem o viço, ficam ressecados e caem mais;
:: tratamentos estéticos podem ser ineficazes para fumantes porque as substâncias tóxicas lançadas diariamente na corrente sanguínea estimulam a formação de radicais livres;
:: por sua influência na circulação sanguínea, o fumo também está associado ao aparecimento de celulite. O excesso de toxinas propicia a formação de depósitos de gorduras e, consequentemente, o efeito “casca de laranja”;
:: o alcatrão presente no cigarro é o causador da coloração amarelada dos dentes, unhas e pele do rosto;
:: a fumaça do cigarro possui substâncias tóxicas que aumentam a predisposição ao câncer de pele e boca;
:: novas evidências também apontam o cigarro como fator agravador da acne.
Fonte: ANTIDROGAS
Todo o ano é a mesma coisa. O sol e o calor intenso do verão estimulam a maioria das pessoas a reforçar os cuidados com a pele, usando protetores solares e hidratantes. A vaidade com a aparência já atingiu até os homens que, geralmente, não são adeptos de cremes e loções. Tudo em prol de uma pele bonita e saudável.
Porém, todos esses tratamentos e produtos são ineficazes quando estamos falando de um fumante. Segundo o dermatologista do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP), José Antonio Sanches Júnior, a primeira vítima do tabagismo é a aparência do fumante, uma vez que ele causa o envelhecimento da pele semelhante ao causado pela exposição excessiva ao sol.
- O tabagismo causa danos à microcirculação, diminuindo o aporte de oxigênio e nutrientes e estimulando a produção de radicais livres com alterações no DNA das células epidérmicas e dérmicas — explica.
- A face acaba sofrendo um aumento do número e da profundidade de rugas, além de alterações na formação e na qualidade do colágeno e tecido elástico, que fica com um aspecto de ‘cera’, com coloração amarelo-acinzentada, grosseiramente espessada e com elasticidade reduzida - completa o especialista.
Segundo Sanches, o número de mulheres e homens que procuram o dermatologista, preocupados com o aparecimento de rugas, marcas de expressão e manchas no rosto tem aumentado gradativamente. Porém, existem outras consequências do tabagismo que são muito mais graves.
- As substâncias tóxicas do cigarro prejudicam o sistema imune, fundamental para a vigilância contra agressões ambientais. Parte do sistema imune localiza-se na pele, portanto, é muito provável que a pele fique vulnerável a muitas doenças - avalia o dermatologista.
Estudos recentes têm demonstrado que o ato de fumar pode aumentar o risco de desenvolvimento de doenças de pele crônicas, como a psoríase.
- É importante ainda ressaltar que o ato contínuo de encostar o cigarro nos lábios tem sido responsabilizado como uma das causas de câncer de lábio, pelo atrito físico, pelo contato com as substâncias químicas e pelo calor gerado pelos cigarros - alerta.
- Apesar da dependência, é imprescindível que o fumante abandone o vício para que o tratamento dermatológico seja bem sucedido - aconselha.
Dependendo do caso, os efeitos benéficos estéticos do fim do tabagismo podem ser visíveis de médio a longo prazo.
- É fato que existe uma relação muito evidente entre a quantidade de cigarros fumados e o tempo de tabagismo com os efeitos lesivos na pele. Após a suspensão do hábito, a recuperação da saúde da pele pode levar anos, entretanto, com cuidados dermatológicos adequados e intensivos, além de uma correta fotoproteção, é provável que este tempo possa ser encurtado para meses - conclui Sanches.
O especialista reconhece que não é fácil parar de fumar. Porém, com força de vontade, orientação médica e tratamento medicamentoso, é possível superar as dependências físicas e psicológicas do cigarro.
Sanches lista os principais efeitos do fumo sobre a aparência:
:: a face, o pescoço e as mãos são as áreas mais agredidas pela fumaça do cigarro, que libera radicais livres, causando morte celular e aparecimento precoce de rugas;
:: cigarro e exposição solar são responsáveis pelo envelhecimento precoce da pele. Ambos destroem as fibras de colágeno e elastina, apressando esse processo;
:: o cigarro atua diretamente na corrente sanguínea causando danos à beleza da pele, dos cabelos e de todo o organismo. Sem a circulação correta de nutrientes, as células não conseguem reter água e vitaminas, a pele se torna flácida, opaca e sem brilho. Os cabelos perdem o viço, ficam ressecados e caem mais;
:: tratamentos estéticos podem ser ineficazes para fumantes porque as substâncias tóxicas lançadas diariamente na corrente sanguínea estimulam a formação de radicais livres;
:: por sua influência na circulação sanguínea, o fumo também está associado ao aparecimento de celulite. O excesso de toxinas propicia a formação de depósitos de gorduras e, consequentemente, o efeito “casca de laranja”;
:: o alcatrão presente no cigarro é o causador da coloração amarelada dos dentes, unhas e pele do rosto;
:: a fumaça do cigarro possui substâncias tóxicas que aumentam a predisposição ao câncer de pele e boca;
:: novas evidências também apontam o cigarro como fator agravador da acne.
Fonte: ANTIDROGAS
domingo, 27 de fevereiro de 2011
sábado, 26 de fevereiro de 2011
Programa Pastoral da Sobriedade na FM Dom Bosco 96,1 - Amanhã
Acompanhe e participe do:
Programa da Pastoral da Sobriedade
Fortaleza na FM DOM BOSCO 96,1:
Todo Domingo às 13:00hs.
Acompanhe também pela internet:
"Sobriedade e Paz, só por Hoje, graças a Deus".
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
Uso de maconha aumenta risco de problemas de ereção
Pesquisa mostra que uso pode afetar tanto receptores cerebrais quanto os do pênis.
Uma pesquisa recente mostrou evidências de que o consumo de maconha pode afetar de forma negativa o desempenho sexual masculino. Isso porque seu uso pode causar problemas de ereção.
A pesquisa da Queen´s University, no Canadá, vai além do conhecimento já disseminado de que a maconha pode afetar certos receptores no cérebro. De acordo com o estudo de Rany Shamloul, pós-doutorando do Departamento de Farmacologia e Toxicologia, esses receptores também existem no pênis.
O consumo de maconha pode ter um efeito contrário sobre esses receptores do pênis, tornando mais difícil para um homem alcançar e manter uma ereção.
Esses resultados vão mudar o atual entendimento do impacto do uso da maconha sobre a saúde sexual.
O pesquisador alerta que nem todos os usuários de maconha conhecem os efeitos que ela traz ao organismo.
A maconha é a droga ilícita mais usada globalmente. E ela é frequentemente usada por jovens, pessoas sexualmente ativas que não estão cientes dos efeitos danosos que podem ter sobre seu desempenho e saúde sexual.
Fonte: R7
Uma pesquisa recente mostrou evidências de que o consumo de maconha pode afetar de forma negativa o desempenho sexual masculino. Isso porque seu uso pode causar problemas de ereção.
A pesquisa da Queen´s University, no Canadá, vai além do conhecimento já disseminado de que a maconha pode afetar certos receptores no cérebro. De acordo com o estudo de Rany Shamloul, pós-doutorando do Departamento de Farmacologia e Toxicologia, esses receptores também existem no pênis.
O consumo de maconha pode ter um efeito contrário sobre esses receptores do pênis, tornando mais difícil para um homem alcançar e manter uma ereção.
Esses resultados vão mudar o atual entendimento do impacto do uso da maconha sobre a saúde sexual.
O pesquisador alerta que nem todos os usuários de maconha conhecem os efeitos que ela traz ao organismo.
A maconha é a droga ilícita mais usada globalmente. E ela é frequentemente usada por jovens, pessoas sexualmente ativas que não estão cientes dos efeitos danosos que podem ter sobre seu desempenho e saúde sexual.
Fonte: R7
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Revista Brasileira de Cancerologia recebe artigos sobre câncer e tabagismo até 25 de março
A Revista Brasileira de Cancerologia está recebendo artigos sobre o tema “câncer e tabagismo” para serem contemplados na edição temática RBC 57-3, terceiro volume da revista a ser lançado em julho de 2011. Esta edição será dedicada aos 25 anos de promulgação da Lei Federal nº 7.488 que criou o Dia Nacional de Combate ao Fumo, em 11 de junho de 1986, com o principal objetivo de alertar a população sobre "os malefícios advindos com o uso do fumo".
O prazo para envio dos trabalhos com o tema “câncer e tabagismo” vai até 25 de março de 2011.
Fonte: INCA - Instituto Nacional de Câncer, Ministério da Saúde.
O prazo para envio dos trabalhos com o tema “câncer e tabagismo” vai até 25 de março de 2011.
Fonte: INCA - Instituto Nacional de Câncer, Ministério da Saúde.
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
A utilização de maconha revela prejuízos a funções do cérebro, segundo estudo
Um estudo recente da Unifesp, Universidade Federal de São Paulo, revelou que o uso frequente de maconha, mesmo em pouca quantidade, pode prejudicar a memória. A neuropiscóloga e coordenadora da pesquisa, Maria Alice Fontes, explica que foram avaliados 173 usuários crônicos de maconha e comparados com um grupo de 55 não usuários. Dos consumidores da droga, 49 tinham iniciado precocemente. A neuropsicóloga afirma que quando o uso é crônico e se inicia antes dos 15 anos de idade, o risco de danos é ainda maior.
"O cérebro tem um amadurecimento que ele só finaliza no final da adolescência e aí qualquer substância que você utilize numa fase muito precoce, quando o cérebro ainda está numa fase de desenvolvimento, é mais nocivo a longo prazo."
Maria Alice Fontes destaca que os participantes do estudo também foram avaliados após um período de abstinência. A conclusão foi que os danos produzidos pela maconha são cumulativos e permanentes. Segundo a neuropsicóloga, esse prejuízo sobre o controle do cérebro faz com que os usuários acabem sofrendo recaídas ao tentar abandonar o hábito.
Autor: Juliana Costa
Fonte: Ministério da Saúde
"O cérebro tem um amadurecimento que ele só finaliza no final da adolescência e aí qualquer substância que você utilize numa fase muito precoce, quando o cérebro ainda está numa fase de desenvolvimento, é mais nocivo a longo prazo."
Maria Alice Fontes destaca que os participantes do estudo também foram avaliados após um período de abstinência. A conclusão foi que os danos produzidos pela maconha são cumulativos e permanentes. Segundo a neuropsicóloga, esse prejuízo sobre o controle do cérebro faz com que os usuários acabem sofrendo recaídas ao tentar abandonar o hábito.
Autor: Juliana Costa
Fonte: Ministério da Saúde
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Álcool afeta mais o sono feminino
Um novo estudo mostrou que o álcool aparentemente causa mais problemas de sono nas mulheres do que nos homens.
Há muito tempo já se sabe que o álcool pode tornar o sono mais profundo no início da noite, atrapalhando o mesmo mais tarde – com o conhecido “efeito rebote”. Entretanto, poucas pesquisas até agora haviam analisado como homens e mulheres podem sofrer diferentes efeitos do álcool sob o sono.
Participaram do novo estudo 59 homens e 34 mulheres na faixa dos vinte anos de idade, divididos em dois grupos. Antes de ir dormir, o primeiro consumiu álcool até se embebedar e o segundo ingeriu uma bebida não alcoolizada. O sono dos participantes foi então monitorado pelos pesquisadores.As mulheres que consumiram álcool tiveram menos horas de sono, acordaram com mais frequência e por períodos mais longos durante a noite – apresentando mais interrupções do sono em comparação aos homens que consumiram álcool. O estudo está disponível online e será publicado na edição de maio da revista especializada .
Autor: Alcoholism: Clinical & Experimental
Fonte: UOL
Há muito tempo já se sabe que o álcool pode tornar o sono mais profundo no início da noite, atrapalhando o mesmo mais tarde – com o conhecido “efeito rebote”. Entretanto, poucas pesquisas até agora haviam analisado como homens e mulheres podem sofrer diferentes efeitos do álcool sob o sono.
Participaram do novo estudo 59 homens e 34 mulheres na faixa dos vinte anos de idade, divididos em dois grupos. Antes de ir dormir, o primeiro consumiu álcool até se embebedar e o segundo ingeriu uma bebida não alcoolizada. O sono dos participantes foi então monitorado pelos pesquisadores.As mulheres que consumiram álcool tiveram menos horas de sono, acordaram com mais frequência e por períodos mais longos durante a noite – apresentando mais interrupções do sono em comparação aos homens que consumiram álcool. O estudo está disponível online e será publicado na edição de maio da revista especializada .
Autor: Alcoholism: Clinical & Experimental
Fonte: UOL
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Programa da Pastoral da Sobriedade na FM Dom Bosco - 20/02/2011
Aconteceu ontem Domingo (dia do Senhor), mais um Programa da Pastoral da Sobriedade na FM Dom Bosco 96,1. Programa esse que já é referência no início das tardes de Domingo.
Quem conduziu o Programa foi o Srº Luís, Coordenador Arquidiocesano da Pastoral da Sobriedade Fortaleza, onde vivenciamos o 9º Passo: Orar e Vigiar dos 12 que fazem parte do Programa de Vida Nova. Programa esse que é baseado na palavra de Deus, na Doutrina da Igreja, nos Sacramentos e na Pedagogia de Jesus Cristo libertador para nos levar a uma conversão.
A leutura do dia Fl (4,4-9), ficou por conta de Regina, Coordenadora do Grupo do Santuário Nossa Senhora da Assunção.
Reflexão - Dá-me a Tua Paz
A Alegria verdadeira para o cristão e para quem está vivenciando este Programa de Vida Nova está baseada na salvação que vem de Jesus.
Alegrem-se no Senhor porque o Senhor é bom, mensageiro da Paz e está próximo de nós. Que nada pertube a vossa sobriedade, só por hoje.
Vamos praticar com Sobriedade e com Paz o que ouvimos e aprendemos no Senhor porque é o Deus da Paz que estará sempre conosco para que sejamos sóbrios na oração, vigilantes nas tribulações e perseverantes na justiça, na vida digna e solidária que nos levará à paz.
Os avisos e comentários sobre o Blog, ficaram com Giuliano (Blogueiro da Sobriedade Fortaleza), onde informou aos ouvintes novidades no end. eletrônico além do I CHÁ DA VIDA da Pastoral da Sobriedade Fortaleza, que será realizado no dia 21/05/2011 às 18:00hs, na àrea Pastoral do Santuário Nossa Senhora da Assunção. Mais detalhes no decorrer dos programas e no próprio Blog.
Agradecemos a participação de todos que ligaram, em especial, aos que conseguiram falar ao vivo com a gente:
Lembramos que Domingo que vem dia 28/02, se Deus quiser, teremos mais um Programa da Pastoral da Sobriedade na Fm Dom Bosco, 96,1 às 13:00hs. Acompanhe e participe.
"Sobriedade e Paz, só por Hoje, graças a Deus".
Quem conduziu o Programa foi o Srº Luís, Coordenador Arquidiocesano da Pastoral da Sobriedade Fortaleza, onde vivenciamos o 9º Passo: Orar e Vigiar dos 12 que fazem parte do Programa de Vida Nova. Programa esse que é baseado na palavra de Deus, na Doutrina da Igreja, nos Sacramentos e na Pedagogia de Jesus Cristo libertador para nos levar a uma conversão.
A leutura do dia Fl (4,4-9), ficou por conta de Regina, Coordenadora do Grupo do Santuário Nossa Senhora da Assunção.
Reflexão - Dá-me a Tua Paz
A Alegria verdadeira para o cristão e para quem está vivenciando este Programa de Vida Nova está baseada na salvação que vem de Jesus.
Alegrem-se no Senhor porque o Senhor é bom, mensageiro da Paz e está próximo de nós. Que nada pertube a vossa sobriedade, só por hoje.
Vamos praticar com Sobriedade e com Paz o que ouvimos e aprendemos no Senhor porque é o Deus da Paz que estará sempre conosco para que sejamos sóbrios na oração, vigilantes nas tribulações e perseverantes na justiça, na vida digna e solidária que nos levará à paz.
Os avisos e comentários sobre o Blog, ficaram com Giuliano (Blogueiro da Sobriedade Fortaleza), onde informou aos ouvintes novidades no end. eletrônico além do I CHÁ DA VIDA da Pastoral da Sobriedade Fortaleza, que será realizado no dia 21/05/2011 às 18:00hs, na àrea Pastoral do Santuário Nossa Senhora da Assunção. Mais detalhes no decorrer dos programas e no próprio Blog.
Agradecemos a participação de todos que ligaram, em especial, aos que conseguiram falar ao vivo com a gente:
Lembramos que Domingo que vem dia 28/02, se Deus quiser, teremos mais um Programa da Pastoral da Sobriedade na Fm Dom Bosco, 96,1 às 13:00hs. Acompanhe e participe.
"Sobriedade e Paz, só por Hoje, graças a Deus".
domingo, 20 de fevereiro de 2011
Semana Contra o Alcoolismo
Finalizando esta semana contra o ALCOOLISMO que aconteceu do dia 13 à 19 deste mês de Fevereiro, a Pastoral da Sobriedade Fortaleza e Regional Nordeste 01 (Ceará), realizou várias atividades em seus Grupos de Auto Ajuda, entre elas, Palestras de Concientização, Peças Teatrais, Divulgação na Paróquias com Cartazes, Fooders e Abordagens nas Ruas.
No dia 14, aconteceu em Quixadá, uma mesa redonda com o Tema: " Álcool estou fora". No dia 18 no Colégio Monsenhor André Vianna Camurça em Caucaia, palestra com o Tema: "Álcool e Jovens não combinam", com alunos de 13 à 17 anos. Dia 19, na cidade de Beberibe-CE, aconteceu um Evento de Divulgação em Prol da Vida contra o Álcool.
Rogério Melo em nome da Coodernação Regional agradece a todos os Agentes que nesta semana se doaram para realizar com êxito seus trabalhos.
"Sobriedade e Paz, só por Hoje, graças a Deus".
No dia 14, aconteceu em Quixadá, uma mesa redonda com o Tema: " Álcool estou fora". No dia 18 no Colégio Monsenhor André Vianna Camurça em Caucaia, palestra com o Tema: "Álcool e Jovens não combinam", com alunos de 13 à 17 anos. Dia 19, na cidade de Beberibe-CE, aconteceu um Evento de Divulgação em Prol da Vida contra o Álcool.
Rogério Melo em nome da Coodernação Regional agradece a todos os Agentes que nesta semana se doaram para realizar com êxito seus trabalhos.
"Sobriedade e Paz, só por Hoje, graças a Deus".
Passo da Semana (20 a 26/02): 9º - ORAR E VIGIAR
Senhor, ORANDO e VIGIANDO para não cair em tentação, seremos perseverantes nos Teus ensinamentos. Dá-me a Tua Paz!.
sábado, 19 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
Empresa canadense terá carro feito de maconha em 2012
A fabricante canadense Motive prepara-se para produzir o primeiro carro feito de um composto de cânhamo, uma variante da maconha.
O carro, chamado Kestrel, tem várias características ecológicas, começando pela propulsão elétrica. Apesar do tamanho compacto, poderá transportar quatro passageiros com conforto, segundo o fabricante. E seu design é bastante elegante. Mas a característica mais notável está, sem dúvida, na carroceria. Ela será feita de um material composto à base de fibra de cânhamo. A planta, Cannabis Sativa, é uma variante da maconha. Apesar de ambas serem da mesma espécie, o cânhamo industrial tem menos de 0,3% de tetrahidrocanabinol (THC), o princípio ativo da maconha. Já as variantes cultivadas para uso como droga possuem 8% de THC ou mais.
A tecnologia a ser empregada na carroceria do Kestrel é similar à de construção em fibra de vidro, amplamente usada na fabricação de barcos e dos orelhões brasileiros. A diferença é que, no lugar da fibra de vidro, estará uma manta de cânhamo recoberta por resinas plásticas. O cultivo do cânhamo é considerado amigável ao meio-ambiente. Por ser resistente, a planta requer pouco pesticida e nenhum herbicida. Além disso, ela cresce rapidamente. Mesmo assim, por conter THC, seu plantio é restrito em alguns países.
A Motive diz que o cânhamo tem várias outras vantagens em relação às fibras de vidro, carbono e kevlar, comumente empregadas na laminação de materiais compostos. O cânhamo oferece resistência ao impacto similar ao da fibra de vidro, mas é mais leve e mais barato, além de exigir menos produtos químicos nocivos para a fabricação. Por causa da redução do peso, diz a Motive, a escolha desse material vai tornar o Kestrel mais econômico. A previsão é que ele custe 25 mil dólares no Canadá e pese cerca de 1100 quilos. A produção em escala industrial deve começar em 2012.
Fonte: Exame.com
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O Kestrel, da empresa canadense Motive, terá sua carroceria feita de uma variante da maconha |
A tecnologia a ser empregada na carroceria do Kestrel é similar à de construção em fibra de vidro, amplamente usada na fabricação de barcos e dos orelhões brasileiros. A diferença é que, no lugar da fibra de vidro, estará uma manta de cânhamo recoberta por resinas plásticas. O cultivo do cânhamo é considerado amigável ao meio-ambiente. Por ser resistente, a planta requer pouco pesticida e nenhum herbicida. Além disso, ela cresce rapidamente. Mesmo assim, por conter THC, seu plantio é restrito em alguns países.
A Motive diz que o cânhamo tem várias outras vantagens em relação às fibras de vidro, carbono e kevlar, comumente empregadas na laminação de materiais compostos. O cânhamo oferece resistência ao impacto similar ao da fibra de vidro, mas é mais leve e mais barato, além de exigir menos produtos químicos nocivos para a fabricação. Por causa da redução do peso, diz a Motive, a escolha desse material vai tornar o Kestrel mais econômico. A previsão é que ele custe 25 mil dólares no Canadá e pese cerca de 1100 quilos. A produção em escala industrial deve começar em 2012.
Fonte: Exame.com
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Anvisa quer banir remédios
A proposta de proibir os medicamentos foi publicada, ontem, no site da Agência Nacional de Vigilância Sanitária.
O reinado dos remédios emagrecedores está por um fio. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) quer banir de vez a comercialização de todas as drogas usadas para emagrecer que atuam no sistema nervoso central: a sibutramina e os derivados de anfetamina (femproporex, dietilpropiona e mazindol).
A única droga para o tratamento da obesidade que continuará liberada é o orlistate (Xenical), que atua diretamente no intestino, reduzindo em cerca de 30% a absorção de gordura.
Diante de estudos que apontam que o consumo de sibutramina aumenta o risco de problemas cardíacos, desde o ano passado a Anvisa impôs novas regras e endureceu os critérios de venda dessa droga. Ela deixou de ser vendida como medicamento comum e passou a integrar a categoria dos anorexígenos, drogas que exigem receita especial.
A proposta de proibir os emagrecedores foi anunciada a especialistas e entidades médicas da área na semana passada e foi publicada, ontem, no site da agência, junto com um parecer explicando os motivos.
Radical
Para médicos endocrinologistas que atuam no combate à obesidade, a medida é radical demais e vai deixar os pacientes sem opção de tratamento, já que o controle da fome e da saciedade ocorre no cérebro. "Quase metade da população brasileira tem sobrepeso. Muitos pacientes não conseguem perder peso com o tratamento clínico convencional, que inclui dieta e exercícios físicos. Como vamos controlar a obesidade desses pacientes sem mexer no cérebro?", diz o endocrinologista Márcio Mancini, chefe do departamento de obesidade do Hospital das Clínicas (HC).
Estudo
Os benefícios não superam os riscos. Esse é o principal argumento que a Anvisa pretende usar na próxima semana, durante audiência pública, para convencer a classe médica de que é melhor proibir de vez o uso de medicamentos para emagrecer.
Segundo Dirceu Barbano, diretor da agência, o assunto vem sendo discutido desde o ano passado, quando a União Europeia baniu a sibutramina. "Quase nenhum outro país tem sibutramina. As anfetaminas também estão diminuindo. E não há notícia de que isso piorou ou atrapalhou o tratamento da obesidade". Em 2009, foram vendidas no 67,5 toneladas de sibutramina no País.A Anvisa fez um levantamento interno e concluiu que não há evidências suficientes que demonstrem que a perda de peso supera os riscos cardíacos.
Fonte: Diário do Nordeste
O reinado dos remédios emagrecedores está por um fio. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) quer banir de vez a comercialização de todas as drogas usadas para emagrecer que atuam no sistema nervoso central: a sibutramina e os derivados de anfetamina (femproporex, dietilpropiona e mazindol).
A única droga para o tratamento da obesidade que continuará liberada é o orlistate (Xenical), que atua diretamente no intestino, reduzindo em cerca de 30% a absorção de gordura.
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| Todas as drogas usadas para emagrecer que atuam no sistema nervoso central serão banidas FOTO: THIAGO GASPAR |
A proposta de proibir os emagrecedores foi anunciada a especialistas e entidades médicas da área na semana passada e foi publicada, ontem, no site da agência, junto com um parecer explicando os motivos.
Radical
Para médicos endocrinologistas que atuam no combate à obesidade, a medida é radical demais e vai deixar os pacientes sem opção de tratamento, já que o controle da fome e da saciedade ocorre no cérebro. "Quase metade da população brasileira tem sobrepeso. Muitos pacientes não conseguem perder peso com o tratamento clínico convencional, que inclui dieta e exercícios físicos. Como vamos controlar a obesidade desses pacientes sem mexer no cérebro?", diz o endocrinologista Márcio Mancini, chefe do departamento de obesidade do Hospital das Clínicas (HC).
Estudo
Os benefícios não superam os riscos. Esse é o principal argumento que a Anvisa pretende usar na próxima semana, durante audiência pública, para convencer a classe médica de que é melhor proibir de vez o uso de medicamentos para emagrecer.
Segundo Dirceu Barbano, diretor da agência, o assunto vem sendo discutido desde o ano passado, quando a União Europeia baniu a sibutramina. "Quase nenhum outro país tem sibutramina. As anfetaminas também estão diminuindo. E não há notícia de que isso piorou ou atrapalhou o tratamento da obesidade". Em 2009, foram vendidas no 67,5 toneladas de sibutramina no País.A Anvisa fez um levantamento interno e concluiu que não há evidências suficientes que demonstrem que a perda de peso supera os riscos cardíacos.
Fonte: Diário do Nordeste
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Álcool mata mais que Aids, tuberculose e violência, diz OMS
O álcool causa quase 4% das mortes no mundo todo, mais do que a Aids, a tuberculose e a violência, alertou a OMS (Organização Mundial da Saúde) na Sexta-Feira(11).
O aumento da renda tem provocado o consumo excessivo em países populosos da África e da Ásia, incluindo Índia e África do Sul. Além disso, beber em excesso é um problema em muitos países desenvolvidos, informou a agência das Nações Unidas.
No entanto, as políticas de controle do álcool são fracas e ainda não são prioridade para a maioria dos governos, apesar do impacto que o hábito causa na sociedade: acidentes de carro, violência, doenças, abandono de crianças e ausência no trabalho, de acordo com o relatório.
Cerca de 2,5 milhões de pessoas morrem anualmente por causas relacionadas ao álcool, disse a OMS em seu "Relatório Global da Situação sobre Álcool e Saúde".
"O uso prejudicial do álcool é especialmente fatal em grupos etários mais jovens e beber é o principal fator de risco de morte no mundo entre homens de 15 a 59 anos", afirma o relatório.
Na Rússia e na CEI (Comunidade dos Estados Independentes), uma em cada cinco mortes ocorre devido ao consumo prejudicial, a taxa mais elevada do planeta.
A bebedeira, que muitas vezes leva a um comportamentos de risco, agora é prevalente no Brasil, Cazaquistão, México, Rússia, África do Sul e na Ucrânia, e está aumentando entre outras populações, segundo a OMS.
"Mundialmente, cerca de 11% dos consumidores de álcool bebem bastante em ocasiões semanais; os homens superam as mulheres em quatro a cada uma. Eles praticam constantemente um consumo de risco em níveis muito mais elevados do que as mulheres em todas as regiões", disse o relatório.
Em maio passado, ministros da Saúde dos 193 países-membros da OMS concordaram em tentar conter o consumo excessivo de álcool e de outras formas crescentes do uso excessivo por meio de altos impostos sobre bebidas alcoólicas e restrições mais rígidas de comercialização.
FONTE: Folha de São Paulo
No entanto, as políticas de controle do álcool são fracas e ainda não são prioridade para a maioria dos governos, apesar do impacto que o hábito causa na sociedade: acidentes de carro, violência, doenças, abandono de crianças e ausência no trabalho, de acordo com o relatório.
Cerca de 2,5 milhões de pessoas morrem anualmente por causas relacionadas ao álcool, disse a OMS em seu "Relatório Global da Situação sobre Álcool e Saúde".
"O uso prejudicial do álcool é especialmente fatal em grupos etários mais jovens e beber é o principal fator de risco de morte no mundo entre homens de 15 a 59 anos", afirma o relatório.
Na Rússia e na CEI (Comunidade dos Estados Independentes), uma em cada cinco mortes ocorre devido ao consumo prejudicial, a taxa mais elevada do planeta.
A bebedeira, que muitas vezes leva a um comportamentos de risco, agora é prevalente no Brasil, Cazaquistão, México, Rússia, África do Sul e na Ucrânia, e está aumentando entre outras populações, segundo a OMS.
"Mundialmente, cerca de 11% dos consumidores de álcool bebem bastante em ocasiões semanais; os homens superam as mulheres em quatro a cada uma. Eles praticam constantemente um consumo de risco em níveis muito mais elevados do que as mulheres em todas as regiões", disse o relatório.
Em maio passado, ministros da Saúde dos 193 países-membros da OMS concordaram em tentar conter o consumo excessivo de álcool e de outras formas crescentes do uso excessivo por meio de altos impostos sobre bebidas alcoólicas e restrições mais rígidas de comercialização.
FONTE: Folha de São Paulo
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Dependência de álcool afeta quase 1/3 dos universitários
Levantamento, feito com 536 alunos de uma faculdade particular da cidade, foi obtido com exclusividade pelo JT.
Entrar na faculdade é apenas um dos motivos comemorados à base de álcool pelos universitários. Ao longo dos cursos, a proximidade com a bebida aumenta ainda mais. Na capital, os traços de dependência relacionada à bebida já aparecem em quase um terço dos universitários avaliados pelo Centro de Referência de Álcool, Tabaco e Outras Drogas (Cratod).
O levantamento, feito com 536 alunos de uma faculdade particular da cidade, foi obtido com exclusividade pelo JT. Ali, 27% dos estudantes relatam sentir necessidade ou urgência em beber semanalmente e outros 4% manifestam essa sensação diariamente. Para os especialistas, os números indicam uma relação de dependência.
A pesquisa também indica que dois a cada três estudantes universitários consomem álcool ao menos uma vez por semana. “A dependência causa prejuízos na vida dos jovens. Por exemplo: 3% dos alunos que entrevistamos vivenciam problemas por causa da bebida semanalmente. Perdem aulas, compromissos ou se envolvem em acidentes”, explica a diretora da ação comunitária do Cratod, Selma Setani.
Relacionar o álcool a comemorações e à diversão é uma associação aprendida em casa, segundo os alunos. O estudante de direito Eduardo Gomes, de 21 anos, conta que experimentou bebida alcoólica pela primeira vez aos 7 anos, sob a supervisão dos pais. O primeiro ‘porre’ também foi com os familiares. “Acho que foi bom para conhecer e não fazer fora de casa”, afirma.
“As pessoas crescem com a ideia de que essa substância faz parte do lazer na vida adulta”, diz a coordenadora do ambulatório de adolescentes e professora de medicina e sociologia do abuso de drogas da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Denise de Micheli. Para ela, a frequência com a qual o jovem consome álcool é um fator importante do alcoolismo.
A disponibilidade do álcool e a oferta frequente aos jovens é o que preocupa. “O álcool está muito disponível e tem esse caráter benigno. É uma substância que está sempre presente em casa e os pais não respeitam a lei. Não respeitam que menores de 18 anos não devem beber nunca”, alerta o psiquiatra e presidente da Associação Brasileira de Estudos do Álcool e Outras Drogas (Abead), Carlos Salgado.
A participação das universidades, bem como da família, é fundamental para inibir a ingestão de bebidas alcoólicas precocemente e prevenir o alcoolismo. É na recepção dos calouros que a ingestão de álcool é mais preocupante. “Nesse momento, os alunos passam por uma transição. Deixam o ambiente escolar, em que eram vigiados, para uma maior liberdade. Muitas vezes, a única coisa que separa esses dois momentos da vida são as férias”, analisa Roseli Caldas, psicóloga e coordenadora do programa MackVida, desenvolvido pela Universidade Presbiteriana Mackenzie.
O programa MackVida é uma das ações de prevenção da universidade. Também a Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) desenvolve programas de prevenção e faz o encaminhamento de alunos que bebem com muita frequência. “Observamos a quantidade de bares ao redor da universidade e a prática de festas do tipo open bar e tentamos conscientizar esse aluno”, diz o pró-reitor de cultura e relações comunitárias da PUC, Hélio Deliberador.
FONTE: O Estado de São Paulo
Fotos: Giuliano
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
De 13 à 19/02 - Semana Nacional Contra o Alcoolismo
Dia 18 de fevereiro é o Dia de Combate ao Àlcool e nós, como cristãos, não podemos ignorar a importância de ter sido criado um dia especial a esse combate. Se ele existe, é como um alerta ao crescente aumento do número de dependentes de álcool e suas inúmeras conseqüências.
O alcoolismo é um estado psíquico e físico resultante da ingestão repetitiva de álcool, incluindo uma compulsão para ingerir bebidas alcoólicas de modo contínuo ou periódico. Isso leva à perda do controle, ou seja, existe a perda da liberdade de escolher entre beber e não beber, assim como com quem e onde beber.
O vício no álcool começa lentamente. No início o indivíduo não se considera viciado: ele acredita que pode parar quando quiser e, como ele não deseja largar a bebida naquele momento, prossegue até que começa a se prejudicar. Na verdade, o seu comportamento afeta diretamente a vida de pelo menos quatro ou cinco pessoas próximas a ele, normalmente pessoas da família. Essas pessoas que são afetadas são ditas co-alcoólatras ou co-dependentes.
| Os familiares sofrem muito com essa doença |
Muitas vezes ocorre de o co-dependente, ou seja, aquele membro da família que ama o alcoólatra, se sentir culpado por ele estar bebendo ou ter vergonha de pedir ajuda ou, ainda e principalmente, desconhecer a doença, o que o faz acreditar em promessas de mudança do tipo "eu não sou dependente, quando eu quiser eu paro de beber". No entanto, quando age dessa forma, negando um problema que existe, o co-dependente está contribuindo para manter o processo de dependência.
O alcoolismo é uma doença considerada incurável, mas que tem tratamento e, sobretudo, que pode ser prevenida. E em prevenção, em primeiro lugar é preciso que as pessoas tenham uma família religiosa, uma família espiritual.
A Pastoral da Sobriedade convida a todos a também fazerem parte da família Sobriedade. Participe a uma de nossa reuniões e saiba como.
Escolham, pois, a vida. Queiram, mas queiram mesmo, ser luz nas suas famílias e na nossa comunidade!.
Fonte: Jocielma - Sobriedade SLZ
Fotos: Giuliano
Fotos: Giuliano
domingo, 13 de fevereiro de 2011
Passo da Semana (13 a 19/02): 8º - PROFESSAR A FÉ
Senhor, PROFESSO que creio na Santíssima Trindade e peço a ajuda da Igreja, com a interceção de todos os santos. Instrui-me na Tua Palavra!
Informativo Sobriedade Fortaleza
Caros ouvintes da FM Dom Bosco no Programa Pastoral da Sobriedade, e a todos que acessam nosso Blog. Informamos que excepcionalmente hoje, não teremos o nosso programa que acontece todos os Domingos das 13 às 14 horas, devido ao Queremos Deus, que acontecerá no CÉU (Condomínio Espiritual Uirapurú), com transmissão ao Vivo da Fm Dom Bosco, com previsão p/ iniciar justamente no horário do nosso programa.
Agradecemos a compreensão de todos e já reforçamos o convite para que todos escutem no próximo Domingo dia 20, dia do Senhor, na FM Dom Bosco, 96,1 das 13 às 14, mais um programa:
Pastoral da Sobriedade.
Atenciosamente
Coordenação Diocesana/Regional NE I
Agradecemos a compreensão de todos e já reforçamos o convite para que todos escutem no próximo Domingo dia 20, dia do Senhor, na FM Dom Bosco, 96,1 das 13 às 14, mais um programa:
Pastoral da Sobriedade.
Atenciosamente
Coordenação Diocesana/Regional NE I
sábado, 12 de fevereiro de 2011
5º dia - Capacitação de novos Agentes da Pastoral da Sobriedade
Dia 11 de Fevereiro de 2011.
Este dia vai ficar marcado na vida dos 58 novos Agentes da Pastoral da Sobriedade que se capacitaram neste primeiro curso do ano de 2011, assim como na vida da Equipe de Formação que trabalhou para que este cuso se realizar-se.
Começamos com a proclamação do Evangelho do dia Mc- 8,1-10.
Logo após tivemos a Palestra** 5 Frentes de Ação** da Pastoral da Sobriedade e o resumo do conteúdo do curso ministrado pelo Coordenado Regional Rogério Melo.
Após esta Palestra, deu-se início ao momento de dúvidas, questionamentos, perguntas e destaques, a qual a Equipe de Formação notou a satisfação de todos na conclusão deste curso e também o desejo de estar organizando a Pastoral da Sobriedade nas suas Comunidades Paroquias e Áreas Pastorais.
Após este momento, aconteceu a Vivência dos 12 passos **Festejar** entre os Agentes e a Equipe de Formação. Tivemos a entrega dos Certificados , citacões de Poemas e Cordeis , terminando com a Oração Final e o envio dos Agentes para Missão Pastoral.
A 1ª Reunião dos novos Agentes ficou marcada para o dia 26/03/201(Avalição final do Curso).
Rogério Melo - Coordenador Regional Ne I da Pastoral da Sobriedade
"Sobriedade e Paz, só por Hoje, graças a Deus".
Este dia vai ficar marcado na vida dos 58 novos Agentes da Pastoral da Sobriedade que se capacitaram neste primeiro curso do ano de 2011, assim como na vida da Equipe de Formação que trabalhou para que este cuso se realizar-se.
Começamos com a proclamação do Evangelho do dia Mc- 8,1-10.
Logo após tivemos a Palestra** 5 Frentes de Ação** da Pastoral da Sobriedade e o resumo do conteúdo do curso ministrado pelo Coordenado Regional Rogério Melo.
Após este momento, aconteceu a Vivência dos 12 passos **Festejar** entre os Agentes e a Equipe de Formação. Tivemos a entrega dos Certificados , citacões de Poemas e Cordeis , terminando com a Oração Final e o envio dos Agentes para Missão Pastoral.
A 1ª Reunião dos novos Agentes ficou marcada para o dia 26/03/201(Avalição final do Curso).
Rogério Melo - Coordenador Regional Ne I da Pastoral da Sobriedade
"Sobriedade e Paz, só por Hoje, graças a Deus".
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