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segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

INFORMATIVO SOBRIEDADE FORTALEZA

 

Informamos que excepcionalmente nesse mês de Janeiro, as reuniões do Grupo de Auto Ajuda do Santuário Nossa Senhora da Assunção, que fica na Av. Dom Aluísio Lorscheider, no Centro Paroquial, acontecerão às Sextas-Feiras, às 19h, retornando para o seu dia habitual que são as Terças-Feiras só em FEVEREIRO.

Agradeçemos à compreenção de todos.

"Sobriedade e Paz, só por Hoje, graças a Deus".

ALIANÇA NACIONAL DE COMBATE AO CRACK

Ao abrir a segunda semana de trabalho, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, começa a dar os primeiros passos para cumprir uma meta que se impôs desde o dia em que soube que ocuparia o cargo: combater o avanço das drogas, em especial do crack, com todas as armas de que dispõe. Ele pretende conversar até sexta-feira com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, para montar ações conjuntas de tratamento de dependentes químicos.

Por orientação da presidente Dilma Rousseff, percorrerá estados - começará pelo Rio e por São Paulo - em busca de uma aliança com governadores para integração das polícias Federal, Civil e Militar, e das áreas de inteligência. “O crack é a pior das drogas. É a pior porque é barata na sua fabricação, fácil de ser produzida e traz um dano à saúde brutal”, disse em entrevista exclusiva ao Correio.

Neste périplo com governadores, Cardozo pretende preparar os caminhos para o destino da Proposta de Emenda Constitucional que cria um piso nacional para policiais e bombeiros - a PEC 300 - e ainda a reunião com Dilma Rousseff para tratar do Plano Nacional de Combate ao Crime Organizado. Cardozo quer ser responsável pelo debate em torno da descriminalização das drogas: “Pessoalmente tenho dúvidas que a discussão social deverá me esclarecer. Nunca uma sociedade pode se privar de uma discussão”.

Quanto ao papel político do Ministério da Justiça, no sentido de articulação com o Congresso e com o Judiciário, o ministro se coloca à disposição da presidente Dilma. “Farei o que ela me pedir”, diz. Quanto ao Judiciário, vem aí a Secretaria de Assuntos Judiciários, o novo nome da Secretaria de Reforma do Judiciário. “Quando todos os Poderes atuam de forma harmoniosa o Estado ganha”, afirmou Cardozo, que já conversou com o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Cezar Peluso.

Aliança nacional de combate ao crack

O que representa a vinda da Secretaria Nacional Antidrogas para a sua pasta?

Tem uma característica de integração da política antidrogas com a Segurança Pública e com a Secretaria Nacional de Justiça, que deve atuar correlacionada a todas as outras áreas. Tem papel preventivo e agora de integracão com a área de segurança. Será coordenadora das atividades antidrogas relacionadas a todas as outras unidades que tratam do assunto. Terá política de prevenção, repressiva, já que tem que ter uma interface com a Polícia Federal. Essa ideia de caixas que não se comunicam qualifica um equívoco administrativo. Vamos pensar de forma integrada.

O crack é uma droga recente e que atinge famílias. Como o senhor pensa uma política para combater especificamente essa droga?

O crack é a pior das drogas. É a pior porque é barata na sua fabricação, fácil de ser produzida e traz um dano à saúde brutal. É uma droga perversa demais sob todos os aspectos e portanto exige uma atenção especial e todo um conjunto de ações preventivas, repressivas e que devem estar casadas. Isso tudo será desenvolvido pelo ministério, pela Senad e vai fazer parte da discussão nos estados.

O senhor é a favor da descriminalização das drogas?

Sou favorável a que se discuta o assunto. Pessoalmente, tenho dúvidas que a discussão social deverá me esclarecer profundamente. Nós temos que discutir essa questão com abertura, sem dogmas, quero uma discussão aprofundada, com critérios científicos, temos que analisar experiências internacionais, com transparência pela sociedade. É um problema que tem que ser discutido porque existem argumentos muito positivos dos dois lados. Qualquer posição não discutida pode ser retrógrada ou vanguardista em excesso. Nunca uma sociedade pode se privar de uma discussão porque senão você pode ter medidas vanguardistas que a sociedade não está preparada. Do outro lado, se você não discutir pode perder a oportunidade de avançar. O ministério sempre teve um papel político no contato com parlamentares.

Quais as diferenças entre o Ministério da Justiça do governo Fernando Henrique Cardoso para o governo de Luiz Inácio Lula da Silva?

São duas situações completamente diferentes. No governo Lula, houve teve toda uma política muito diferenciada. Por exemplo, uma busca maior de integração nos estados, que é o que eu hoje pretendo dar continuidade. Na Polícia Federal, teve uma linha de reformulação sobre vários aspectos. A PF passou a ter uma atuação mais republicana e reforçando a ideia de que a PF não é uma policia de um governo. É uma polícia de um Estado, e de que independe daqueles que estão sendo investigados. A polícia teve autonomia. Esse tipo de situação também foi provocado por melhorias administrativas. A PF tem hoje um padrão de gestão impressionante e que só foi possível com melhorias nas condições de trabalho. Hoje temos uma polícia bem remunerada e com a autoestima elevada. Isso tudo marcou o governo Lula em contraponto com FHC.

Mas houve críticas de que a Polícia Federal privilegiou ações contra a oposição. O que não é verdade. Ocorreram investigações tanto de pessoas ligadas ao governo quanto não, pessoas do sistema financeiro, governadores, políticos com mandato.

O senhor tem criticado o que chama de “espetacularização” das operações da Polícia Federal. Esse tipo de operação contribui para a ideia de que a polícia prende e a Justiça manda soltar?

Hoje a espetacularização já não mais existe. E quero que continue como está. Não vejo qualidade na ideia da investigação espetáculo. Só defeito. Ela prejudica a própria investigação porque dá publicidade e atrapalha. A prisão apoteótica não contribui em nada, prejudica, produz marolas e do outro lado ainda é uma ofensa aos direitos individuais. Ações espetacularizadas acabam levando a linchamento de pessoas que não foram julgadas. Uma prisão é uma prisão. Já vimos situações em que a pessoa era inocente. Não vamos admitir espetáculos.

Qual é a posição do senhor sobre o uso de algemas, regulamentado recentemente pelo Supremo Tribunal Federal?

Está normatizado e vamos respeitar. A polícia só deve usar quando for necessário e o policial sabe bem identificar essas situações. O uso não tem a ver com poder econômico. Não é porque uma pessoa é rica que ela não precisa usar algemas. Nenhum policial pode ser preconceituoso a esse ponto. Se fizer isso, está indo contra a lei. As algemas devem ser usadas quando há risco.

Qual é a missão que a presidente Dilma lhe deu? Como executá-la?

O governo tem uma diretriz. O combate ao crime organizado, à violência e às drogas é a prioridade do Ministério da Justiça e da Dilma. Começo agora uma série de viagens. Marcamos a ida para o Rio para encontrar com o governador Sérgio Cabral e sua equipe de segurança pública. Em seguida, para São Paulo com o governador Geraldo Alckmin, Espírito Santo e Minas Gerais. Posteriormente, faremos uma reunião nacional dos secretários de Segurança Pública e vamos discutir uma pauta da reunião dos governadores com a presidente. Vamos comparecer nos estados para observar, ouvir os governadores na perspectiva de construir essa aliança, esse pacto. A ideia não é imposição.

Tem recurso para o pacto? E como fica a questão salarial dos policiais, o que influencia diretamente na questão da corrupção policial?

As ações precisam ser adequadas aos recursos, senão não seria um pacto factível. Vou discutir com os governadores e com os secretários. A questão salarial é fundamental, a questão da corrupção é o centro a ser combatido. Sei das dificuldades para se combater uma corrupção estrutural, mas temos que enfrentar. A questão salarial deve se prender a uma visão realista dos nossos orçamentos federal e estaduais. Não adianta termos sonhos de verão irrealizáveis.

E como fica a votação da PEC 300?

Só haverá acordo dentro de condições orçamentárias factíveis. É uma PEC que precisa ser avaliada pelos governadores. Há vários problemas de resistência sobre ela, o que não significa que não buscaremos alternativas para equalizar a questão salarial. Dentro do próprio Pronasci (Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania), temos a questão das bolsas. Quero sentar e trabalhar essa questão, que é importante, mas temos que ser realistas. Vamos conversar com os governadores.

O senhor fez parte da coordenação da campanha presidencial, terá também um papel político na articulação do governo?

Se a presidente achar que devo desenvolver alguma tarefa nessa área, eu farei. Se convocado farei o que ela me pedir. Se não, cumprirei as tarefas legais do cargo.

O governo Lula não teve um contato direto com o Supremo. O senhor vai articular essa relação com o Judiciário?

O ministério tem uma interface com o Judiciário. A Secretaria de Reforma do Judiciário vai ter o nome alterado para Secretaria de Assuntos Judiciários. É uma secretaria que obviamente não tem como objetivo intervir, porque são poderes autônomos. Mas busca desenvolver a política de apoio. A nossa ideia é, no limite da lei, atuar em estreita colaboração com o Supremo, com o Poder Judiciário como um todo. Quando os poderes atuam de forma harmoniosa ganha o Estado. Temos como exemplo as reformas aprovadas no Congresso do Código Civil e de Processo Penal. O ministério vai entrar na discussão.

Qual é a posição do senhor sobre a revisão da Lei da Anistia? O senhor considera que crimes comuns cometidos durante o período da ditadura devam ser anistiados?

Eu tinha uma posição - não como ministro - muito semelhante à do Tarso Genro nessa questão. Ocorre que houve uma sentença do Supremo Tribunal Federal (STF) decidindo no ordenamento jurídico e não podemos menosprezar a existência de uma sentença, apesar de ainda não ter transitado em julgado. Recentemente, tivemos uma decisão de uma Corte internacional apreciando essa matéria. Pedi um estudo jurídico para analisar as consequências disso, embora a Corte internacional tenha uma aplicação moral e nós aqui uma situação de sentença judicial. Tudo isso será analisado pela nossa equipe, os desdobramentos jurídicos daqui pra frente.

Um drama em todo o país

O aumento do número de usuários de crack transformou o combate à entrada da droga no país em uma política de Estado. O potencial nocivo do entorpecente, que foi criado na década de 1980 como uma variável mais barata da cocaína, ficou marcado pela destruição e pela dependência que o crack provoca nos usuários. Além de combater a droga por meio do sistema de segurança pública, órgãos de saúde também foram convocados para o embate. Um usuário de crack pode perder até 10kg por mês como reflexo do consumo da droga.

O entorpecente ainda apresenta efeitos mais nocivos do que a cocaína e a maconha de atuação no sistema nervoso, em relação à dependência química, o que dificulta o processo de desintoxicação. O preço da droga, estimado em R$ 5 por pedra, torna a característica do tráfico em varejo, dificultando os mecanismos de apreensão e vigilância. A ação do entorpecente e a busca dos viciados por mais crack também são fatores de ampliação do número de furtos e homicídios.

Por enquanto, as políticas ainda esbarram na falta de recursos. Programas de enfrentamento ao crack e outros entorpecentes contam apenas com R$ 140 milhões anuais para investir na ampliação de leitos para tratamento de viciados, unidades de apoio às famílias de dependentes e ações educativas. Na rede pública hospitalar do país, só 2.500 leitos estão disponíveis para o tratamento de viciados. Pesquisas mostram que o número de dependentes de crack no Brasil pode chegar a 1,2 milhão de pessoas, distribuídas em mais de 4 mil cidades.

Fonte: Correio Braziliense

O que são drogas estimulantes e quais são?

Como sugere o termo, são de substâncias que aceleram (estimulam) a atividade do Sistema Nervoso Central (cérebro), que passa então a funcionar mais rapidamente. A pessoa então anda mais, corre mais, dorme menos, fala mais, come menos, etc.

São muitas as substâncias estimulantes! Algumas são de origem vegetal: por exemplo, a cafeína do café ou chá. Todos sabem que o café tira o sono, deixa a pessoa mais ativa, mais acordada. A cafeína é um estimulante suave do cérebro. Outro exemplo é a cocaína, que é obtida de uma planta, a coca. Só que a cocaína é um estimulante muitíssimo mais poderoso que a cafeína. Temos ainda o estimulantes sintéticos, isto é fabricados em laboratório, como a anfetamina ("bolinha"), a metanfetamina ("ice" ou "pervitin"), e várias substâncias que são usadas para tirar a fome (os chamados anoréticos ou inibidores do apetite).

Autor: Centro Brasileiro de Drogas Psicotrópicas - CEBRID/UNIFESP

domingo, 9 de janeiro de 2011

Passo da Semana (09 a 15/01): 3º- ENTREGAR

Senhor, ENTREGO minha vida, minhas dependências, em tuas mãos. Espero em Ti. Aceita-me!
 
 
 
OBS: Acompanhe e participe do:

Programa da Pastoral da Sobriedade
Fortaleza na FM DOM BOSCO 96,1:

Programa da Pastoral da Sobriedade na FM DOM BOSCO 96,1: 

   Todo Domingo às 13:00hs.


"Sobriedade e Paz, só por Hoje, graças a Deus".
 

sábado, 8 de janeiro de 2011

Resolução da Anvisa sobre cigarro preocupa o setor fumageiro

Representantes do setor fumageiro, entidades de pequenos agricultores e deputados preparam ofensiva para impedir que as empresas de tabaco sejam obrigadas a retirar ingredientes que adicionem sabores e aromatizantes aos cigarros, como quer a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

A consulta pública (CP 112/2010), aberta pela Anvisa, prevê a proibição de aditivos que conferem sabor doce, mentolado ou de especiarias aos cigarros.
A pesquisa vai durar até o dia 31 de março. Após a data, a Anvisa deve realizar debates com departamentos e entidades ligadas ao setor, para a consolidação final do texto e publicação da resolução.

Depois, a indústria terá até um ano para se adaptar às mudanças e os produtos fora das regras poderão ser recolhidos do comércio. A análise feita pelo gerente de produtos derivados do tabaco da Anvisa, Humberto Martins, é de que os sabores estimulam o uso do cigarro por jovens.

Receosos diante da possível determinação e com receios dos impactos negativos na produção fumageira, representantes do setor adotam medidas. Na próxima semana, a Associação Brasileira da Indústria do Fumo (Abifumo), que reúne empresas do setor em diversos níveis da cadeira produtiva, promoverá um encontro para discutir a resolução da Anvisa.

A reunião, que ocorrerá em Brasília, definirá as estratégias que o setor deverá adotar, caso a resolução for aprovada.

Decreto legislativo busca ampliar tempo de discussão sobre a resolução.

Ligado ao setor rural e integrante da Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara Federal, o deputado Luiz Carlos Heinze (PP-RS), tenta suspender a consulta pública. Ele apresentou, em 21 de dezembro, uma proposta de decreto legislativo para interromper a consulta sugerida pela Anvisa.

A proposta será analisada pelas Comissões de Seguridade Social e Família, e Constituição e Justiça e de Cidadania na Câmara. Com o recesso, o assunto deverá ser discutido apenas em fevereiro.

Ele também considera "estranho" que, após o país adotar uma posição de cautela na Convenção Quadro para Controle do Tabaco (Conicq) em novembro no Uruguai, a Anvisa abra uma consulta pública.

Para o deputado, esse comportamento atropela a discussão, já que ministérios, como os da Agricultura, Pecuária e Abastecimento; do Trabalho; e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, querem debater o tema. "A decisão afetará a renda de mais de 50 mil famílias de pequenos produtores de tabaco Burley, prejudicando um setor que recolhe aos cofres públicos R$ 8,5 bilhões em impostos”, destaca o deputado.

O Brasil é o segundo maior produtor mundial de tabaco e lidera as exportações. A produção de fumo é desenvolvida em 720 municípios na região Sul, envolve mais de 185 mil pequenos produtores, 870 mil pessoas na área rural. Além disso, as indústrias do setor mantém 30 mil empregos diretos.

Segundo dados da Associação dos Fumicultores do Brasil, o segmento é responsável por gerar mais de 1,080 milhão de empregos diretos, sendo 1,050 na lavoura. Se contabilizadas as vagas indiretas, o número sobe para mais 1,440 milhão. Ao todo, o setor fumageiro envolve mais de 2,5 milhão de pessoas.

Fonte: Revista VOTO

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Jornada pelo fim da fumaça

A nuvem de fumaça acabou: desde a meia-noite, é proibido fumar em qualquer lugar de uso coletivo em Joinville, seja ele público ou particular. A lei antifumo foi assinada pelo prefeito Carlito Merss em outubro do ano passado e tinha um prazo de 90 dias para começar a valer. Este período de adequação terminou ontem e, a partir de hoje, os responsáveis por bares, restaurantes, hotéis, escolas, empresas, prédios públicos e comércios serão punidos se permitirem que alguém acenda um cigarro no local.

A lei visa defender os direitos dos não-fumantes, que se tornam fumantes passivos quando frequentam ambientes com alto consumo de produtos fumígenos - estão inclusos na lei, além dos cigarros, os charutos, as cigarrilhas, os cachimbos, os narguilés e outros itens que produzam fumaça, sejam eles derivados do tabaco ou não.

Todos os ambientes onde o consumo de cigarro é proibido devem afixar um aviso com o número da lei e o contato dos órgãos que fazem a fiscalização. Um modelo do aviso está disponível no site da Vigilância Sanitária. “Os donos dos estabelecimentos devem produzir a placa por conta própria, não é dever do poder público ceder os avisos”, avisa o fiscal Luciano José de Farias. As placas serão o primeiro item a ser fiscalizado. Nos primeiros dias, a fiscalização será de orientação, mas Farias avisa: é provável que a Vigilância faça blitze a partir da segunda quinzena de janeiro.

São os fiscais da Vigilância Sanitária que, aliados ao fiscais do Procon, farão as rondas para garantir que a lei seja cumprida e é para eles também que devem ser feitas as denúncias de lugares que ainda permitem o consumo.

Fonte: ANTIDROGA

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Caminhar pode ajudar a reduzir desejo de fumar e de comer

Se sua promessa de ano novo é eliminar um mau hábito ou reduzir a quantidade de alimentos e perder alguns quilinhos, um truque simples, porém negligenciado, pode ajudar: caminhar.

Quanto às estratégias de perda de peso, esta não é a mais glamurosa, mas estudos descobriram que uma caminhada acelerada ao redor do quarteirão pode aliviar significativamente os ´desejos´, seja por junk food ou acender um cigarro.

Num estudo de 2008, pesquisadores recrutaram um grupo de pessoas que comiam chocolate regularmente _ indivíduos que comiam pelo menos duas barras de chocolate por dia _ e os fizeram passar por um período de 3 dias de abstinência.

Então os pesquisadores dividiram os participantes em grupos, colocando-os para trabalhar em testes cognitivos difíceis para aumentar o nível de stress e tentando-os com barras de chocolate já sem embalagem.

Os pesquisadores descobriram que, se os participantes caminhavam por 15 minutos numa esteira, a um ritmo acelerado, mas sem ser cansativo, eles tinham muito menos probabilidade de sofrer de ´desejos´ e até apresentavam menor pressão arterial quando manuseavam barras de chocolate.
Em outros estudos, os cientistas observaram os efeitos de caminhadas rápidas sobre o desejo de fumar.

Um estudo de 2005 mostrou que os fumantes que eram instruídos a se absterem do cigarro por um dia tiveram rápidas reduções na vontade urgente de fumar quando faziam caminhadas "de baixa intensidade, em seu próprio ritmo" por pelo menos 15 minutos.

Outro estudo, de 2007, mostrou que caminhadas rápidas não apenas reduzem a vontade de fumar, mas também os sintomas de abstinência, além de aumentarem o tempo entre um cigarro e outro.

Fonte: Yahoo.

Porta-voz das periferias urbanas em combate ao crack


Os Racionais MCs se apresentam, amanhã, na barraca Biruta, na Praia do Futuro, lançando a Caravana Social contra o Crack, idealizada pela Cufa-CE.



O grupo de rap mais considerado do País se apresenta mais uma vez em Fortaleza. O quarteto formado por KL Jay, Ice Blue, Edi Rock e Mano Brown, criado há mais de 20 anos na periferia de São Paulo, faz show na barraca Biruta, na Praia do Futuro, no lançamento da Caravana Social contra o Crack, uma campanha da Central Única de Favelas (Cufa-CE) em parceria com a Secretaria de Assistência Social e Coordenadoria de Políticas para a Juventude da Prefeitura de Fortaleza.

“A música que os Racionais fazem já é um projeto social de autoestima fodida, que nenhum governo do Brasil fez”, responde KL Jay, ao ser perguntado sobre a existência de algum projeto do grupo relacionado à epidemia de crack que toma o País. “O crack surgiu nos Estados Unidos, em Nova York, e foi pro mundo. Droga não é só o crack, qualquer substância que altere seu estado de consciência é droga. Se for falar de droga, porra, maconha, cocaína, álcool... o álcool é a pior delas. Mas crack é o que atinge os pretos, os pobres, com autoestima mais baixa.”

Prestes a lançar um novo álbum em 2011, depois de oito anos sem entrar no estúdio para um disco de inéditas, os Racionais MCs continuam com o discurso marcadamente social que transformou o grupo numa espécie de porta-voz das periferias urbanas de São Paulo e do país, mas estão, para KL Jay, mais amadurecidos depois de duas décadas de carreira.

“É bom, você tem mais visão do mundo, da vida, tá mais com pé no chão, mais forte”, fala o DJ do grupo. “Se você vê a musicalidade, ela tá melhor, é uma música negra de alto nível. Agora as ideias só melhoram. Vai no Youtube e acessa Mulher Elétrica, ai você vai ver do que eu tô falando”.

A música, que deve integrar o próximo CD, chamou a atenção dos fãs dos Racionais pela batida dançante e letra romântica, homenageando a beleza da mulher. Acostumados com músicas como Diário de um Detento, Negro Drama, Jesus Chorou e Capítulo 4, Versículo 3, alguns sentenciaram a entrada do grupo no hall do pop. Para KL Jay, uma crítica que não evoluiu, ficou aferrada aos primeiros trabalhos dos Racionais, começando com Holocausto Urbano (1990), passando por Escolha Seu Caminho (1992), Raio X Brasil (1993) e Sobrevivendo no Inferno (1997), até o último disco lançado, Nada como um Dia Após o Outro Dia (2002).

Outras músicas do disco já foram divulgadas na Internet, como Gangsta Boogie, Homem Invisível e Cores e Valores, o que dá uma ideia do que o grupo de rap está aprontando. De qualquer forma, até o lançamento oficial, os Racionais MCs continuam cantando seus clássicos, além dos projetos paralelos de seus integrantes como o CD solo de KL Jay (KL Jay na batida vol. 2) e o programa de TV de Mano Brown, Boogie Naipe, ainda sem emissora fechada, mas que deve ter seu piloto gravado em janeiro.

SERVIÇO:

SHOW DOS RACIONAIS MCS
Quando: Amanhã, dia 7, às 22 horas.
Local: na Barraca Biruta (avenida Zezé Diogo, 4111 - Praia do Futuro).
Ingresso: R$ 20, à venda nas lojas Bronx (Galeria Pedro Jorge, no Centro, e North Shopping).

Outras informações: (85) 3067 8024.
Pedro Rocha
pedrorocha@opovo.com.br

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Parar de fumar melhora o humor

Parar de fumar com certeza é saudável para o corpo, mas médicos e cientistas ainda não conseguiam comprovar como acabar com o hábito poderia fazer a pessoa mais feliz, especialmente desde que a sabedoria convencional estabeleceu que fumantes usam o cigarro para controlar a ansiedade e a depressão.

Porém, em um novo estudo, pesquisadores controlaram os sintomas de depressão em pessoas que estavam tentando parar de fumar e descobriram que eles nunca foram tão felizes de estarem tendo sucesso na meta, por mais longa que seja.

Baseados nesses resultados, os autores da pesquisa, publicado no jornal Nicotine & Tobacco Research, recomendam que fumantes abandonem o vício como parte de um programa para melhorar a saúde mental.

De acordo com os pesquisadores, as pessoas costumam fumar para aplacar a ansiedade, angústia e desânimo por causa das propriedades antidepressivas no cigarro, e acham que se pararem podem desencadear uma crise depressiva. O surpreendente para os cientistas foi constatar que no momento em que se mede o humor dos fumantes, mesmo quando eles ficaram pouco tempo sem fumar, já apresentam menos sintomas de depressão.

Mudando o humor


Os pesquisadores da Universidade do Sul da Califórnia estudaram um grupo de 236 homens e mulheres que procuravam parar de fumar, e também acabavam bebendo muito socialmente.

Eles receberam adesivos de nicotina e foram aconselhados a diminuir a quantidade de álcool. Os participantes fizeram um teste dos sintomas de depressão uma semana antes da data de parar de fumar e outros testes num intervalo de duas a 28 semanas após a data de parada.

De acordo com o estudo, um dos fatos mais curiosos foi o resultado daqueles que só pararam temporariamente. O humor deles estava bem melhor na fase em que eles estavam em abstinência. Depois de voltar a fumar, o humor piorou e, em alguns casos, para níveis mais altos de tristeza do que antes. A pesquisa comprovou que quanto maior era o tempo de abstinência mais altos eram os níveis de bom humor e bem-estar da pessoa.
Os participantes que não conseguiram parar continuaram infelizes durante todo o estudo. Aqueles que pararam e permaneceram em abstinência foram os mais felizes no começo do estudo e continuaram assim durante o estudo.

Largue o cigarro com ajuda das pessoas próximas - Quem sonha em parar de fumar agora sabe que pode contar com uma ajudinha extra: a influência das pessoas mais próximas. Uma pesquisa americana acaba de comprovar que, quando uma pessoa decide interromper as tragadas, acaba levando outras a fazer o mesmo as chances de que isso aconteça chegam a 67%, de acordo com a pesquisa publicada no periódico New England Journal of Medicine.

Por 32 anos, os cientistas acompanharam mais de 12 mil pessoas e constataram que o abandono do vício em grupos é prática recorrente. Entre casais, a estratégia alcança sucesso máximo: os tais 67%, seguidos por 43% de redução entre amigos; 34% no caso de colegas de trabalho e 25% quando o tabagismo afeta irmãos.
Na prática, o fim do vício em uma pessoa próxima acaba servindo de inspiração, por isso quanto maior o vínculo afetivo e a convivência, maiores as chances de esta decisão se contagiar.


Fonte: Jornal de Uberaba

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

INFORMATIVO SOBRIEDADE FORTALEZA

Informamos que excepcionalmente nesse mês de Janeiro, as reuniões do Grupo de Auto Ajuda do Santuário Nossa Senhora da Assunção, que fica na Av. Dom Aluísio Lorscheider, no Centro Paroquial, acontecerão às Sextas-Feiras, às 19h, retornando para o seu dia habitual que são as Terças-Feiras só em FEVEREIRO.

Agradeçemos à compreenção de todos.

"Sobriedade e Paz, só por Hoje, graças a Deus".

Cigarro atrapalha a digestão e pode causar doenças gastrointestinais

Tabaco ainda facilita a infecção por bactérias causadoras da úlcera gástrica.

Quem é fumante, ou conhece um, sabe que assim que a comida do prato acaba, é um cigarro que vai à boca. "Após as refeições, pelo aumento da taxa de açúcar no sangue, todos nós temos uma sensação de moleza. Uma vez que a nicotina, assim como a cafeína, é um estimulante do Sistema Nervoso Central, ajuda a eliminar essa sonolência", explica a psiquiatra da Associação Brasileira de Estudo do Álcool e outras Drogas (Abead), Analice Gigliotti.

A especialista diz que, depois de ter repetido o ato várias vezes, ficamos condicionados e passamos a não saber mais como fazer uma refeição sem dar uma tragada em seguida. Será, então, que fumar após as refeições torna a digestão mais eficiente? A resposta é não. A nicotina no sistema digestivo provoca a diminuição da contração do estômago, justamente dificultando a digestão. Entre ele e o esôfago há uma válvula muscular que impede que o líquido estomacal volte para o órgão anterior, o chamado refluxo. Esse músculo é enfraquecido pelo uso contínuo do cigarro, aumentando o contato do ácido gástrico com a mucosa esofágica.

Além disso, o tabaco altera o paladar e induz a produção de ácido clorídrico e facilita a infecção pelas bactérias Helicobacter pylori, causadores da úlcera gástrica. O cigarro ainda estimula a ida de sais biliares do intestino para o estômago, tornando suco gástrico mais nocivo.


Sendo assim, o aparelho digestivo é um dos afetados por algumas das 50 doenças diferentes que o consumo de derivados de tabaco provoca, de acordo com o Ministério da Saúde. Já a Organização Mundial da Saúde (OMS), considera o tabagismo a principal causa de morte evitável no mundo. São 4,9 milhões de óbitos anuais, ou seja, mais de 10 mil por dia.

Segundo a OMS, cerca de um terço da população mundial adulta, o equivalente a 1,2 bilhão, é fumante. No Brasil, de acordo com a Pesquisa Especial do Tabagismo, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em torno de 24,6 milhões de brasileiros são fumantes e, deste número, 52,1% deseja parar de fumar.


Substituir o hábito de acender um cigarro depois do almoço por outra técnica que desvie a atenção é um bom começo. "Uma boa dica é o fumante levantar imediatamente da mesa e escovar os dentes", sugere a psiquiatra.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Portuguesa é presa por tráfico de drogas em Fortaleza

A Polícia Federal concedeu coletiva à imprensa, na tarde desta quinta-feira (30), para falar sobre a prisão de Ana Paula da Silva, de 34 anos portuguesa.

Ela tentava embarcar com 4,70 kg de cocaína, no Aeroporto Internacional Pinto Martins.

A droga estava escondida entre os lençois da mala que carregava, as foi possível localizar devido o Raio-X do aeroporto.

Versão da portuguesa

Segundo Vagner Sales, platonista da DRE (Delegacia de Repressão à Entorpecentes), através de investigações foi possível chegar a acusada.

"Ela conta que foi contratada para esse serviço de transporte da droga em Lisboa por uma certa pessoal e teria vindo com essa pessoa para São Paulo e depois se dirigido para Fortaleza".

Só este ano, a polícia federal apreendeu em todo o estado 847 quilos de cocaína, 17 quilos de crack e 581 quilos de maconha, totalizando quase uma tonelada e meia de drogas.

Fonte: Última Hora - Portal Verdes Mares.

domingo, 2 de janeiro de 2011

Passo da Semana (02 a 08/01): 2º- CONFIAR

Senhor, CONFIO em Ti, ouve o meu clamor. Cura-me!



OBS: Acompanhe e participe do:

Programa da Pastoral da Sobriedade
Fortaleza na FM DOM BOSCO 96,1:

Programa da Pastoral da Sobriedade na FM DOM BOSCO 96,1: 

   Todo Domingo às 13:00hs.


"Sobriedade e Paz, só por Hoje, graças a Deus".

Ex-alcoólatra, 4º colocado comemora ressurreição na São Silvestre

Giovani dos Santos conseguiu o quarto lugar na São Silvestre.



Quarto colocado na Corrida de São Silvestre, o brasileiro Giovani dos Santos teve na prova paulistana um momento de conquista pessoal. O corredor, que é profissional há somente um ano e sete meses, é um alcoólatra em recuperação, e encontrou no esporte um meio para mudar de vida.
"Esse foi um ano de alegrias e resultados, graças a Deus. Esse resultado é apenas um começo. Estou muito feliz e espero um dia ser o vencedor daqui. Apoio meus pés no chão e vou seguir a minha recuperação", comentou.

Giovani, 29 anos, é mineiro de Natércia, cidade em que trabalhou como lavrador. Em seu período na agricultura, começou a beber. O atleta serviu seis anos no exército, onde encontrou a corrida e recebeu o apoio para largar o álcool.

Fonte: Redação Terra - José Edgar de Matos.

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Parar de fumar aumenta nível de colesterol "bom"

Mesmo com o ganho de peso, parar de fumar melhora os níveis de colesterol “bom", diz pesquisa.

A descoberta pode esclarecer a relação entre o fumo e a saúde cardíaca. Até 20% das doenças do coração são atribuídas ao cigarro, mas ainda não se sabe o que causa esse efeito.
É possível que o fumo afete o sistema cardiovascular de várias formas, reduzindo níveis de oxigênio e causando danos ao coração. Estudos menores já mostraram que fumar reduz o colesterol “bom” (HDL) e aumenta o “ruim” (LDL), segundo o pesquisador Adam Gepner, da Escola de Medicina da Universidade de Wisconsin (EUA).

Para testar com mais rigor o impacto do fumo sobre o colesterol, a equipe de Gepner recrutou mais de 1.500 fumantes, incluindo pessoas com sobrepeso ou obesas. Em média, os participantes fumavam 21 cigarros por dia até o início do estudo. Depois de um ano em programas para parar de fumar, 36% deles largaram o vício.
Na pesquisa, aqueles que pararam de fumar tiveram um aumento de 5% no colesterol “bom", independentemente do número de cigarros que fumavam, porém o grupo que parou de fumar ganhou, em média, quatro quilos. O ganho de peso piora os níveis de colesterol. Por isso, os pesquisadores acreditam que o efeito benéfico de parar de fumar possa ser ainda maior do que o apontado.

Os pesquisadores ainda não sabem como parar de fumar afeta os níveis de colesterol. Especula-se que o cigarro prejudique proteínas que controlam o colesterol. Mesmo assim, segundo Gepner, se a relação entre cigarro e colesterol for provada, pode-se calcular que o risco de um ex-fumante ter um infarto ou derrame caia até 6% depois de dez anos sem cigarro.

Fonte: ABEAD(Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas)

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

60% dos usuários de crack são vitimas da violência

Entre as vitimas da droga mais consumida no Brasil, 95,7% são homens, 4,3% mulheres e 52,2% tem entre 21 e 30 anos.

O crack é a droga mais nociva a saúde e já é consumida em 98% dos municípios brasileiros, mais suas vitimas nem sempre são causadas pelo seu efeito destrutivo e sim pelo contexto social de seu usuário. Números apontam que cerca de 60% dos dependentes são brutalmente assassinados em decorrência de dividas com os traficantes.

As mortes provocadas pelo crack são incrivelmente superiores aos homicídios decorrentes de qualquer outro entorpecente e compõem um índice oito vezes superior à taxa geral de mortes na cidade de São Paulo.

Entre as vitimas provocadas pela violência gerada pelo crack, 95,7% são homens, 4,3% mulheres. 69,6% brancos e 30,4% negros. 21,8% têm entre 15 e 20 anos e 52,2% tem entre 21 e 30 anos. 8,7% dos mortos foram vitimas de overdose acidental e 56,5% de homicídios com requintes de crueldade. Esses números mostram a dura realidade dos viciados em crack e dão uma idéia do tamanho do problema gerado na sociedade.

Por ano, cerca de 200 mil pessoas são vitimas da violência gerada pelo tráfico de drogas em todo o mundo. No Brasil, o tráfico responde por mais da metade dos homicídios, em geral provocados por dividas com os traficantes e está presente em todas as classes sociais.

A população que consome drogas ilícitas está contida em menos de 5% da população mundial entre 15 e 64 anos em contraste com 5 a 6 vezes a proporção de pessoas dependentes de álcool ou tabaco. O número de mortes causadas por drogas se limita a 200 mil por ano, isto é um décimo das fatalidades que resultam do álcool e um vigésimo daquelas causadas pelo tabaco.

Mesmo com os números muito inferiores em relação às mortes e a quantidade de usuários de drogas consideradas licitas, como o álcool e o tabaco, os entorpecentes ainda causam mais problemas e contribuem de forma direta com o aumento da criminalidade.

Fonte: Jornalistas Vanderson Freizer e Victor Valentim By Unblog (vandersonfreizer.zip.net).

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Aprovado projeto sobre implantação do Cread

Implantação do Centro de Referência em Educação na Atenção ao Usuário de Drogas (Cread) foi aprovado pelo Observatório Brasileiro de Informações sobre Drogas (Obid), órgão do Governo Federal.

O projeto desenvolvido no campus Sorocaba da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) sobre a implantação do Centro de Referência em Educação na Atenção ao Usuário de Drogas (Cread) do Município e região foi aprovado pelo Observatório Brasileiro de Informações sobre Drogas (Obid), órgão do Governo Federal. O trabalho é coordenado pelo professor Marcos Roberto Vieira Garcia e tem a vice-coordenação da professora Viviane Melo de Mendonça.

A proposta foi elaborada como requisito exigido no processo seletivo para apoio financeiro a projetos de implantação de Centros Regionais de Referência que atuarão na formação permanente dos profissionais das redes de atenção integral à saúde e de assistência social ao usuário de crack e outras drogas e seus familiares, explica a assessoria de Comunicação da UFSCar.

O campus Sorocaba disputou com universidades públicas com vasta experiência sobre o tema. Garcia diz que, apesar da instituição ser nova na cidade, o projeto tem todos os requisitos conforme o edital do concurso. ‘Disputamos com inúmeras universidades com mais de 20 anos de experiência em estudos na área da saúde e do usuário de drogas‘, disse. Antes de se tornar professor na UFSCar, Garcia trabalhou no Centro de Referência de Álcool, Tabaco e Outras Drogas (CRATOD) de São Paulo.

O Cread será financiado pelo Ministério da Saúde com recursos na ordem de R$ 300 mil, por um ano, embora o trabalho pretenda ter continuidade. A iniciativa teve apoio de outras instituições de Ensino Superior, entidades municipais e organizações não governamentais. O projeto terá quatro cursos voltados para o aperfeiçoamento e atualização sobre usuários de drogas, medicamentos, tipos de drogas, efeitos, danos à saúde, entre outros temas.

Os primeiros cursos serão realizados no primeiro semestre de 2011, no Núcleo de Extensão em Educação, Tecnologia e Cultura (ETC) da UFSCar, localizado na rua Maria Cinto de Biaggi, 130, no bairro de Santa Rosália. Outras informações podem ser obtidas pelo do telefone (15) 3229-5948 ou pelo e-mail mgarcia@ufscar.br.

Fonte: ABEAD(Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas)

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Polícia Federal apreende 356 kg de cocaína

Mais de 350 quilos de cocaína foram apreendidos no último domingo. Cinco homens foram presos e três carros e um caminhão foram apreendidos.







































A Polícia Federal fez a maior apreensão de cocaína já realizada no Ceará nos últimos cinco anos. Foram descobertos 356,2 quilos da droga escondidos no fundo falso de um caminhão, no último domingo. Cinco homens foram presos e três veículos, além do caminhão, foram apreendidos. O veículo foi abordado na BR-116, em Messejana, próximo ao antigo posto Maratá. De acordo com a Polícia Federal, a droga vinha de Rondônia para ser distribuída no Estado. Durante todo o ano de 2010, cerca de 700 quilos de cocaína foram apreendidos pela PF no Ceará. Mais da metade é proveniente da apreensão do fim de semana.

A PF só realizou apreensão maior no Ceará em 2005, quando encontrou uma tonelada de cocaína num navio que estava ancorado em Fortaleza. A operação chamada de Conexão Rondônia teve as investigações iniciadas há cerca de dois meses, em parceria com a Delegacia de Retenção de Entorpecentes da PF de Rondônia. O motorista do caminhão, Rui de Matos Correia, 51, e o ajudante Francisco Wellington de Sousa Lima, 27, foram presos em flagrante. “A gente tinha a informação de que um indivíduo, chamado Johnnys, seria o possível recebedor da droga e ele estava sendo vigiado”, explica o delegado federal, José Glayston Araújo dos Santos, chefe da Delegacia de Repressão aos Entorpecentes da Superintendência Regional da PF no Ceará.

Johnnys Leite Ferreira, 26, é vendedor autônomo de veículos e é acusado de ser o recebedor e distribuidor da droga. Ele foi preso próximo a uma lanchonete na avenida Washington Soares, em frente ao Habibs, juntamente com dois homens acusados de serem seus comparsas: Jonas Andrade Silva, 22, e Wenderson Hipólito, 20. Segundo o delegado Glayston, eles tentaram fugir, mas foram perseguidos e capturados pelos policiais.

Os acusados são de classe média. Jonas, segundo o delegado, mora num flat da avenida Beira Mar. “Essa facilidade de vendedor autônomo permite que ele (Johnnys) ande em vários veículos, o que facilita todo o trabalho (ligado ao tráfico). A gente ainda está investigando a participação dos outros dois no esquema”, disse o delegado. Todos os acusados são cearenses, exceto o motorista do caminhão que transportava a droga. Ele é paranaense, mas morava no Interior de São Paulo. Nenhum deles tem antecedente criminal, conforme o delegado.

Foram apreendidos com eles um Corola 2009, um C4 Pallas 2010, e uma Saveiro Cross 2010. A Polícia continuará investigando quem seria o verdadeiro dono do carregamento. Parte da droga era transportada em pó e outra parte em pasta-base, para ainda ser refinada e transformada, tanto em cocaína em pó como em crack, por exemplo. Segundo estimativa do delegado, com base em apreensões e na quantidade apreendida no último domingo, havia droga suficiente para abastecer Fortaleza por 15 dias. Ele estima que o quilo da cocaína custa R$ 50 mil. A droga vai ser periciada e em seguida deve ser incinerada.

SAIBA MAIS:

Embora tenham sido autuados em flagrante por tráfico interestadual de drogas, após a prisão, os cinco homens não passaram informações à PF. O motorista do caminhão, inclusive, teria dito que só falaria em juízo.

Como Rondônia faz fronteira com a Bolívia, produtora de cocaína, a PF acredita que a droga apreendida veio de lá.

ENTENDA A NOTÍCIA:

Essa foi a maior apreensão de cocaína em via terrestre já realizada pela PF no Ceará. Foram 356,2kg da drogas encontrados no caminhão. Maior do que esta, só a apreensão de uma tonelada num navio ancorado, em 2005.

NÚMEROS:

356 Kg de cocaína foram apreendidos no fundo falso de um caminhão, na BR-116.

700 Kg é o número total de cocaína apreendida em todo o ano de 2010 pela Polícia Federal, no Ceará.

1,2 Toneladas. É a maior apreensão de cocaína na história da PF no Ceará, encontrada num navio ancorado em Fortaleza em 2005.

Fonte: O POVO Online

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Homem é preso com maconha hidropônica na favela Verdes Mares

Segundo o titular do 15° DP, Alísio Justa, o homem já responde por um crime de furto.

Um homem, de 34 anos, foi autuado em flagrante nesta quinta-feira, 23, por tráfico de drogas, na favela Verdes Mares, em Fortaleza. Segundo a Polícia, Raimundo Felipe Rodrigues Filho foi flagrado com um tipo de maconha conhecida como hidropônica, cultivada em tonéis de terra encharcada de água.

Segundo o titular do 15° DP, Alísio Justa, o homem já responde por um crime de furto. No momento da prisão, Raimundo Felipe não reagiu e não tentou fugir. Um usuário estaria comprando drogas no momento em que a Polícia chegou, mas ele não foi identificado.

De acordo com o inspetor da Polícia Civil, Adams Rolim, a maconha hidropônica é mais limpa que a comum. No local da prisão, foram encontrados um triturador de maconha, uma faca e pacotes da droga.

Fonte: O POVO OnLine

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Resumo das atividades da Sobriedade Fortaleza e Regional Ne. I no ano de 2010:

Calendário de Atividades - 2010:

Janeiro: 19
Local: CEPOD
Atividade: Reunião com o DRº. Hermam Normanes (Presidente do Conselho Estadual de Política sobre Drogas;
Representantes: Luiz Alberto e Rogério Melo.

Janeiro: 19
Local: Capela São Vicente de Paula.
Atividade: Reportagem da TV Verdes Mares (Conhecendo a Pastoral da Sobriedade);
Representante: Luiz Alberto.

Janeiro: 22 à 24:
Local: Juazeiro do Norte/CE.
Atividade: Apresenteção e divulgação da Pastoral da Sobriedade (Diocese de Crato);
Representantes: Luiz Alberto e Rogério Melo.

Fevereiro: 03
Local: CEPOD
Atividade: Apresenteção e divulgação da Pastoral da Sobriedade na 1ª Reunião do conselho de 2010;
Representante: Rogério Melo.

Fevereiro: 13 à 16
Local: Renovar e Renascer.
Atividade: Divulgação com Standes da Pastoral da Sobriedade nos eventos: RENOVAR e RENASCER 2010;
Representantes: Agentes da Pastoral da Sobriedade e a Coordenação.

Março: 06 e 07
Local: São Paulo.
Atividade: Encontro Nacional de Multiplicadores de Agentes da Pastoral da Sobriedade;
Representante: Rogério Melo.

Março: 14
Local: Fortaleza/CE.
Atividade: Reunião com a Coordenação Diocesana de Fortaleza e Equipe Coordenadora da Paróquia;

Março: 24
Local: Casa Pastoral Maria Mãe da Igreja.
Atividade: Reunião das Pastorais Sociais, Cebs e Organismos;

Abril: 13 à 15
Local: Fortaleza/CE.
Atividade: Reunião do CONSER (Conselho Episcopal Regional) Nordeste 01;
Representante: Rogério Melo.

Maio: 14 à 16
Local: Casa de Retiro Nossa Senhora de Fátima.
Atividade: Curso de Capacitação da Pastoral da Sobriedade (Regional NE I - CEARÁ);
Representante: Coordenação Diocesana da Pastoral da Sobriedade Fortaleza.

Junho: 05 e 06
Local: Morrinhos.
Atividade: Abertura do Grupo de Auto Ajuda;
Representante: Rogerio Melo.

Junho: 08
Local: Aquiraz.
Atividade: Abertura do Grupo de Auto Ajuda;
Representante: Rogério Melo.

Junho: 19
Local: Catedral Metropolitana.
Atividade: Missa de abertura da Semana Estadual Sobre Drogas;

Julho: 24 e 25
Local: Cascavél.
Atividade: Apresentação da Espiritualidade e da Pedagogia da Pastoral da Sobriedade;
Representante: Rogério Melo.

Julho: 25
Local: Maranguape.
Atividade: Abertura do Grupo;

Agosto: 23 à 26
Local: Curitiba.
Atividade: Curso de Capacitação (Assembléia Geral);
Representente: Rogério Melo

Setembro: 24 à 26
Local: São Luís/MA.
Atividade: Congresso Regional Nordeste - Pastoral da Sobriedade;
Representente: Luiz Alberto, Rogério Melo e Agentes da Pastoral.

Outubro: 01 à 03
Local: Beberibe.
Atividade: Curso de Capacitação;
Representante: Rogério Melo.

Outubro: 16 e 17
Local: Tianguá.
Atividade: Apresentação da Pastoral;
Representante: Rogério Melo.

Outubro: 24
Local: Conjunto Industrial.
Atividade: Apresentação da Pastoral;
Representante: Rogério Melo.

Outubro: 29 e 30
Local: Aracati.
Atividade: Apresentação da Pastoral;
Representante: Rogério Melo.

Novembro: 12 à 14
Local: São João do Uruarú.
Atividade: Curso de Capacitação;
Representante: Rogério Melo.

Dezembro: 03 à 05
Local: Centro Pastoral Maria Mãe da Igreja;
Atividade: Abastecimento Espiritual da Pastoral da Sobriedade.

Curso de capacitação de novos Agentes da Pastoral da Sobriedade da Arquidiocese de Fortaleza realizados no ano de 2010:

Maio: 14 à 16
Local: Casa de Retiro Nsa. Senhora de Fátima - Lagoa do Banana;
85 novos Agentes capacitados;

Agosto: 23 à 26
Local: Centro Pastoral Casa Maria Mãe da Igreja - Centro - Fortaleza.
45 novos Agentes capacitados;

Setembro: 30 à 02/Outubro:
Local: Paróquia Jesus, Maria e José - Beberibe/CE.
20 novos Agentes capacitados;

Novembro: 12 à 14
Local: Paróquia São João Batista - Aruarú/CE.
50 novos Agentes capacitados.

Somando os quatros cursos de capacitação, temos um total de 200 novos Agentes.
Obs: Começamos o ano de 2010 com 25 agentes e três Grupos de Auto Ajuda que atendia em média 30 dependentes (Co-dependêntes) em reuniões semanais, num total mensal de 270 atendimentos.

Feito esse trabalho de capacitação no Ano de 2010, obtivemos um aumento de 25 para 225 agentes capacitados, aumento também nos grupos de Auto Ajuda que passaram de 3 para 14, consecutivamente aumentando também o número de atendimentos mensais que era de 270 para 1680 por mês.

Projeto para 2011:

PREVENÇÃO NAS ESCOLAS:

Será realizado um curso de Capacitação para 80 Agentes, no qual vão ser preparados para darem palestra nas escolas (Particulares, Municipais e Estaduais), do qual serão escolhidos 20 Agentes que atuaram respectivamente em 40 escolas no ano de 2011. Em média cada escola conta com 500 alunos. 

Então, a Pastoral da Sobriedade nesta atividade de Prevenção vai abranger cerca de 20 mil alunos no ano de 2011, fora os atendimentos dos grupos de Auto Ajuda.

"Sobriedade e Paz, só por Hoje, graças a Deus".

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Tabagismo piora a dor em pacientes com câncer

Um novo estudo associou o tabagismo à gravidade da dor e ao aumento na medida em que a dor interfere na rotina diária de pacientes de uma ampla gama de tipos de câncer nos estágios 1 a 4.

A relação entre fumo e câncer já é bem estabelecida. Agora, há indícios que sugerem que pacientes com câncer que continuam a fumar apesar do diagnóstico experimentam maior dor do que não fumantes.

Os pesquisadores supuseram que, entre os pacientes com diagnósticos de câncer, fumantes apresentariam maior dor, maior interferência da dor no cotidiano e mais angústia do que ex-fumantes ou pessoas que nunca fumaram.


Os pesquisadores entrevistaram 224 pacientes com uma variedade de cânceres. Eles mediram intensidade de dor, angústia, dores relacionadas, e as interferências relacionadas à dor nos participantes do estudo, bem como analisaram dados demográficos. Os pacientes também classificaram a severidade de sua dor corporal (de 1 ou nenhuma, a 6 ou muito grave) e o grau em que a dor interferia sua rotina diária (de 1 ou não interfere a 5 ou extremamente).


Fumantes relataram mais dor severa do que os não fumantes, e também relataram maior interferência da dor no cotidiano do que não fumantes ou ex-fumantes. Entre os ex-fumantes, houve uma relação inversa entre a dor e o número de anos desde que parou de fumar, o que indica que parar de fumar pode ter reduzido a dor ao longo do tempo.

Segundo os pesquisadores, não é fácil compreender as importantes relações entre dor e tabagismo nas pessoas com câncer. Para identificar alvos potenciais para a intervenção, é necessário analisar resultados passados, examinar relatórios de tabagismo e dor com maior detalhe através de uma ampla gama de pacientes com câncer, e por em conta os potenciais benefícios de parar de fumar.

Mas eles acreditam que os médicos devem ajudar os pacientes com câncer a parar de fumar após o diagnóstico. Apesar da complexidade inerente aos estudos de relações entre a dor, diagnósticos de câncer e dependência da nicotina, os pesquisadores observam que este estudo tem resultados fortes principalmente pela diversidade dos tipos de câncer e estágios da doença.


Ou seja, apesar de mais pesquisas serem necessárias para compreender os mecanismos que relacionam a nicotina à dor,
os cientistas sugerem que os médicos promovam a cessação do tabagismo em pacientes com câncer, o que deve melhorar a resposta ao tratamento e a qualidade de vida deles.

Fonte: ABEAD(Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas).

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Perda do país com álcool é de R$ 8,6 bi ao ano, diz pesquisa

Pesquisa apresentada ontem na USP mostra que o abuso de álcool no Brasil custa R$ 8,56 bilhões por ano.

A estimativa leva em consideração cálculos de custo social e dados do Ministério da Saúde e do IBGE de 2007.

O total de impostos sobre a fabricação de bebidas - não apenas as alcoólicas- no mesmo ano foi de R$ 2,6 bilhões.

O maior custo social é com homens de 40 a 44 anos. Para Andrea Galassi, que realizou a pesquisa, o custo é maior ainda, pois a estimativa não inclui a rede privada e a subnotificação de casos.
"Se a pessoa que sofreu um acidente estava embriagada e essa informação não entra na ficha médica, essa despesa não é incluída", diz.

Fonte: Folha de São Paulo

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Fumantes precisam de dieta rica em antioxidantes e desintoxicantes

Cigarro promove alterações nas papilas gustativas, o que impede o fumante de sentir os sabores.

As toxinas presentes no cigarro são fortes inimigas do sistema digestivo, do paladar e do olfato dos fumantes. Elas irritam e ressecam a mucosa bucal, alteram as papilas gustativas e podem causar lesões nasais. Além disso, o tabaco pode levar ao aparecimento de úlceras gástricas e duodenais. Hábitos alimentares específicos podem melhorar a qualidade de vida de quem fuma, embora não sejam capazes de eliminar os danos que o tabaco traz à saúde.

Segundo as nutricionistas da Rede Mundo Verde Thais Souza e Natalia Lautherbach, o fumante normalmente modifica seus hábitos alimentares, em função da redução do olfato e do paladar. O resultado é a redução do consumo de vegetais e frutas e o aumento do consumo de sal para realçar o sabor das preparações.

Elas alertam que os hábitos alimentares inadequados são comuns entre os que fumam. O consumo excessivo de café, bebidas alcoólicas, balas e gomas de mascar, na tentativa de eliminar o odor da fumaça, é comum.

As especialistas alertam que alimentos ricos em antioxidantes e desintoxicantes exercem funções de grande importância e devem ser incluídos nos hábitos alimentares dessas pessoas.
 - Os antioxidantes protegem as células da ação danosa dos radicais livres, produzidos pelo fumo. Já os alimentos com ação desintoxicante, favorecem a eliminação de toxinas, impedindo o seu acúmulo no organismo - esclarece Thais.

O que incluir na alimentação?

 - Licopeno, pois além de combater o envelhecimento das células, estimula o sistema de defesa do organismo. Fontes são: tomate, melancia e goiaba.

 - Sulfarofanos são substâncias capazes de promover a eliminação de substâncias tóxicas do organismo. Podem ser obtidos através do consumo de vegetais crucíferos, como brócolis, couve-flor e repolho.

 - Aloe Vera é rica em fibras, vitaminas e minerais antioxidantes. Fonte ainda de aminoácidos e enzimas importantes para o metabolismo. Tem importante papel na saúde digestiva e no processo de desintoxicação.

 - Resveratrol é um antioxidante fenólico que atua no combate aos radicais livres. Está presente nas uvas vermelhas, suco de uva e vinho tinto.

 - Epicatequinas, presentes no chocolate amargo (com 70% de cacau), apresentam ação antioxidante.
 - Vitamina C, presente nas frutas cítricas como laranja, acerola, limão e tangerina, também apresenta ação antioxidante.

 - Flavonóides têm ação antioxidante e estão presentes nos chás verde e branco obtidos da planta Camelia sinensis.

 - Vitaminas do complexo B, presentes nos cereais integrais e os minerais zinco e magnésio encontrados na semente de abóbora, castanha de caju, nozes e pistache também auxiliam na proteção das células contra os radicais livres.

 - Alho fornece antioxidantes como a aliina e alicina. Deve ser consumido cru na forma de tempero, por exemplo.

 - Óleo de côco apresenta excelente ação antioxidante, pode ser utilizado em sucos e saladas.


Fonte: ZERO HORA

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Prevenção às drogas deve envolver governos, famílias e escolas, diz ministro

Pesquisa da Senad constatou que houve redução de 49,5% no uso de drogas ilícitas na comparação com o levantamento anterior, de 2004.

O Brasil não pode deixar de desenvolver ações de prevenção ao uso de drogas, disse o ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Jorge Felix, ao comentar o resultado do levantamento divulgado hoje (16) pela Secretaria Nacional de Políticas Sobre Drogas (Senad). A pesquisa constatou que houve redução de 49,5% no uso de drogas ilícitas na comparação com o levantamento anterior, de 2004.

Segundo Felix, é preciso que as autoridades públicas, os professores e a família estejam juntos para evitar que o jovem ingresse no mundo das drogas. “O trabalho de prevenção só tem começo, não tem meio nem fim. Tem que ser permanente, não tem mágica.”
“Precisamos trabalhar fundamentalmente o jovem para que ele não ingresse no mundo das drogas, porque no momento em que ele ingressa significa que a prevenção não funcionou. Precisamos trabalhar para que o jovem não entre no mundo das drogas. Esse é o grande esforço que temos que fazer”, disse o ministro.

Levantamento feito pela Senad ao longo de 2010 mostra que o consumo de drogas entre estudantes de ensino médio e fundamental da redes pública e privada é maior entre os estudantes das escolas particulares.

A pesquisa mostra ainda que 13,6% dos estudantes de escolas privadas fazem uso de drogas. Entre os que frequentam a rede pública, o percentual foi de 9,9%. O estudo ouviu cerca de 51 mil alunos de escolas públicas e privadas das 26 capitais do país e do Distrito Federal. A cocaína foi a única droga que não registrou diminuição de consumo.
De acordo com o levantamento, a maconha é a droga mais usada entre os estudantes do sexo masculino. Já entre as alunas preferem remédios sem prescrição médica.

Fonte: ABEAD(Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas).

domingo, 19 de dezembro de 2010

Passo da Semana (19 a 25/12): 12º - FESTEJAR

Senhor, FESTEJANDO os 12 passos para a Sobriedade Cristã, irmanados com todos, na mesma esperança, por um século sem drogas, queremos partilhar e anunciar Jesus Cristo Redentor, pelo nosso testemunho. Amém.

sábado, 18 de dezembro de 2010

CE é o 2º em projetos de combate ao crack

Apesar de 59% das cidades possuírem ações de combate ao crack, o atendimento a esse público carece de preparo.

O uso de crack é uma problemática que atinge tanto os municípios de grande porte quanto os menores, obrigando os gestores municipais, mesmo sem apoio das outras esferas de governo, a desenvolverem campanhas no intuito de minimizar o problema. Na última pesquisa feita pela Confederação Nacional do Municípios, o Ceará se destacou como o segundo estado a ter maior percentual de municípios que desenvolvem alguma campanha de combate ao crack.

No Estado, composto por 184 municípios, 117 responderam à pesquisa realizada pela CNM, o que representa 63,5% de participação. Destes, 24 (20,5%) possuem o Centro de Atenção Psicossocial (CAPS), com um total de 263 profissionais de saúde atuando, e 12 municípios têm programas de combate ao crack e outras drogas, dos quais sete já estão com este programa aprovado pelas respectivas câmaras de vereadores.

As principais ações desenvolvidas nas localidades são a prevenção ao uso e consumo de drogas, a mobilização e orientação a população e a realização de estudos e pesquisas.

Apenas duas cidades declararam que recebem apoio financeiro do Governo Federal e um de outras instituições. Os outros nove afirmaram que não recebem apoio nenhum.

Para a integrante da coordenação colegiada de saúde mental da Capital, Rani Félix, esse resultado é fruto de um trabalho feito desde 1993 com a reforma psiquiátrica. "Ao todo, o Estado possui 99 Caps, 17 deles são para o atendimentos dos dependentes de álcool e drogas". Ela explicou que, somente em Fortaleza, existem seis centros desse tipo. "Nossa luta é para o aumento no número de leitos de atendimento dessa população. Em janeiro teremos 12 na Santa Casa de Misericórdia".

Um dos problemas apresentados no atendimento dessa população nos hospitais clínicos, "é que muitos médicos não se sentem capacitados para lidar com esses pacientes".

Capacitação

A fim de amenizar essa situação, ela informou que em janeiro, a Prefeitura ministrará uma capacitação em massa na rede hospitalar municipal, no intuito de preparar para o atendimento. "Hoje estamos realizando a desintoxicação na Unidade de Desintoxicação do Hospital de Messejana, nos Frotinhas e Gonzaguinhas da Capital". O diretor do Hospital de Saúde Mental de Messejana, Marcelo Teófilo, apontou como solução para atender a demanda crescente, os hospitais clínicos fazerem esse tipo de atendimento.

Ele estima que, somente na emergência do Hospital, das cerca de 50 pessoas atendidas por dia, metade sejam dependentes de álcool e drogas.

"Para 2011 temos a proposta de ampliar o centro, e atender também a mulheres".

Fonte: Diário do Nordeste

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

E-drugs: drogas virtuais, criadas a partir de ondas sonoras, invadem a internet

Diferença na frequência sonora estimularia o cérebro a alcançar outros estados.

Há um novo fenômeno na internet. São as e-drugs, drogas virtuais, criadas a partir de ondas sonoras e que prometem, a gosto do cliente, desde relaxamento à excitação, ou até mesmo uma sensação de um orgasmo. A psiquiatra do Hospital Israelita Albert Einstein, de São Paulo, Alessandra Julião explica como elas funcionam:

 - As e-drugs, ou drogas digitais sonoras, são arquivos de áudio que podem ser baixados ou comprados na internet, e cujos padrões sonoros teriam a capacidade de provocar diversas sensações - relata a psiquiatra.

Desenvolvidas por empresas de tecnologia, as e-drugs são vendidas ou até disponibilizadas gratuitamente na internet. Até o momento, nenhum país tomou a iniciativa de proibi-las.
Segundo a especialista, essas drogas virtuais se baseiam na chamada técnica de sons binaurais, em que cada um dos ouvidos recebe ondas sonoras com frequências diferentes.

 - O cérebro capta as diferenças dessa frequência, o que levaria a alterações no padrão das ondas cerebrais, modificando os estados emocionais do indivíduo - afirma.

O efeito dessas ondas sonoras, no entanto, não é novo. Foi descoberto pelo físico Heinrich Wilhem Dove, em 1839. Embora haja na internet relatos de usuários que descrevem efeitos potentes, também são frequentes relatos de usuários que não conseguiram obter os efeitos prometidos.

 - As e-drugs são vendidas como capazes de provocar, por exemplo, estados alucinógenos. No entanto, não é possível afirmar tal fato. Especula-se que muitos dos efeitos relatados pelos usuários sejam resultados de indução, podendo ser melhor explicados como efeito placebo - revela.

Riscos

Alessandra acredita que, por serem muito recentes, ainda é difícil presumir os efeitos dessas drogas a longo prazo no organismo. Além disso, embora a internet tenha o poder de disseminar com muita facilidade determinados produtos e atitudes, não é possível saber se este será um fenômeno consistente ou uma moda passageira.

A especialista acredita que os estímulos psíquicos oferecidos pela internet são diferentes daqueles oferecidos pela e-drugs. Segundo ela, a internet proporciona ao usuário a possibilidade de ampla interação com diversos estímulos.

O indivíduo pode permanecer horas na internet durante as quais ele ouve música, vê filme, se atualiza sobre notícias de seu interesse, fala ao telefone, joga seus games preferidos, mantém-se conectado e em contato com outras pessoas através das redes sociais, entre outras possibilidades que a rede oferece - relata.

As e-drugs, no entanto, seriam uma possibilidade a mais dentro do universo maior de estímulos que a internet disponibiliza para seus usuários. Essas drogas oferecem um tipo de estímulo específico e são buscadas para a obtenção de um efeito também muito específico.

 - Outro aspecto é que a utilização exige preparo e concentração na tarefa de forma exclusiva. Por exemplo: os sites recomendam que o indivíduo não interrompa a audição do arquivo sonoro, pois isto atrapalharia a obtenção do efeito desejado. Assim, podemos supor que as e-drugs exigem que o indivíduo as utilize apenas em determinadas situações, enquanto a internet está acessível de forma fácil, a todo momento, em qualquer lugar - pondera.

Quando a internet passa a ser uma doença

Alessandra defende que o uso da internet, assim como qualquer outro estímulo em excesso, pode causar dependência. E é preciso estar atento para isso. Muitas vezes, no entanto a pessoa não consegue perceber sozinha que está passando dos limites e precisa da ajuda dos familiares e amigos para poder identificar o problema e buscar ajuda.

 - Quando o uso da internet passa a apresentar características de compulsão, interferindo de forma negativa nas demais áreas da vida do indivíduo, é hora de buscar ajuda. A pessoa permanece tempo excessivo na internet, não conseguindo colocar limites e pode se sentir muito mal, irritável e ansiosa, caso esteja numa situação onde se veja privada de usar a internet - alerta.

Fonte: ZERO HORA

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Do pó ao pó: ladrões confundem cinzas de morto

Eles pensaram que era cocaína e descobriram que o efeito era de "outro mundo".

Um grupo de assaltantes invadiu uma casa na Flórida (EUA), no dia 15 de dezembro, e encontrou um monte de pó, que eles acreditaram ser algum tipo de droga ilegal. Levaram embora.


O problema é que esse pó eram os restos mortais de dois cachorros e do pai da mulher que habita aquela casa.

Segundo o xerife de Silver Springs Shores, local do crime, os ladrões também levaram aparelhos eletrônicos e joias, mas não resistiram às cinzas. Eles até tentaram experimentar.

- Os suspeitos confundiram as cinzas com cocaína ou heroína. Logo foi descoberto que os suspeitos também inalaram um pouco das cinzas, como se fosse cocaína.

Depois, quando perceberam o erro, os criminosos discutiram o que fariam com o que sobrou.
Acabaram optando por jogar o pó em um lago, com medo que a urna que o abrigava contivesse impressões digitais.

Mergulhadores da polícia estão tentando encontrar as cinzas. Cinco adolescentes foram presos pelo crime e respondem por várias outras acusações.

Fonte: R7 Notícias

Cigarro brasileiro se torna o 5º mais caro do mundo

O aumento da carga tributária sobre o cigarro, promovido pelo governo a partir de maio de 2009, ajudou a manter o cigarro brasileiro entre os mais caros do mundo em termos relativos.

O preço do cigarro no Brasil subiu 60% em termos reais nos últimos sete anos, mas um estudo da FGV Projetos acaba por apontar que os outros países também reajustaram os preços.
Ainda assim, o aumento dos impostos no Brasil fez o país subir uma posição no ranking do cigarro mais caro do mundo em relação à renda de cada país.

A pesquisa foi encomendada pela Souza Cruz, do grupo British American Tobacco, que detém 62,3% do mercado brasileiro de cigarros.

Os impostos mais altos também elevaram a arrecadação federal sobre o produto. Nos 12 meses até outubro, ela atingiu R$ 5,94 bilhões, um crescimento de 35% sobre 2008, segundo a Receita Federal.

O crescimento da receita sobre os cigarros chega perto de se equiparar ao R$ 1,6 bilhão de arrecadação que se perde anualmente com o comércio ilegal do produto, segundo levantamento da FGV.

A pesquisa, coordenada pelo professor José Schontag, calculou qual percentual da renda per capita anual seria necessário para consumir 100 maços de Marlboro, o cigarro mais popular do mundo - e principal marca da Philip Morris, concorrente da Souza Cruz.

Schontag ressalta que o preço do cigarro subiu 35% acima da inflação na era do real, e bem acima da renda medida pela Pesquisa Mensal de Emprego (PME) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) desde 2002 (0,8%) - esse ganho, porém, não leva em consideração a formalização de empregos que aumentou a base de pessoas economicamente ativas, diluindo a renda por essa pesquisa. Mas o cigarro subiu bem menos que o o salário mínimo (114%) desde 1994.

"A questão é que salário mínimo não quer dizer renda no bolso", defende Schontag, para quem a alta de preços tende a estimular o comércio ilegal de cigarros, que representa 26,5% do mercado total em 2009.

O aumento do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e das contribuições sociais (PIS/ Cofins) sobre os cigarros atendeu a uma exigência da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), que determina que toda a renúncia seja compensada por uma previsão de aumento de receita.
Pelo menos uma das medidas de redução de arrecadação compensada pelo aumento sobre os cigarros deixou de existir neste ano, que era a redução de taxas para motocicletas de até 150 cilindradas.


Mas a LRF não exige que as compensações sejam retiradas caso as renúncias deixem de existir. Assim, a tributação maior sobre o cigarro pode representar um aumento real de arrecadação no longo prazo.

"Não é razoável pensar em uma redução da carga tributária sobre o cigarro atualmente", reconhece o diretor de planejamento estratégico da Souza Cruz, Paulo Ayres.

Fonte: BRASIL ECONÔMICO

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Cigarro é responsável por um terço de casos graves de artrite

Quem fuma 20 cigarros ao dia tem probabilidade 2,5 vezes maior de desenvolver a doença.

De acordo com o estudo, o fumo também está por trás de mais da metade dos casos de artrites em pessoas geneticamente predispostas a desenvolver a doença. A pesquisa, realizada na Suécia, confirma que o cigarro é um dos principais fatores de risco para a artrite.

Os pesquisadores basearam suas conclusões na análise de 1,2 mil pessoas, de 18 a 70 anos, com artrite reumatóide e registradas em 19 clínicas da Suécia. Depois compararam estas análises com as de 871 voluntários com as mesmas características, mas sem a doença.
Todos foram questionados sobre seus hábitos com o cigarro e a partir das respostas foram divididos em três categorias de acordo com o tempo em que fumavam.
Além disso, foi feita um exame de sangue para determinar se tinham predisposição genética a artrite e avaliar a gravidade da doença. Dos que sofriam de artrite reumatóide, 61% tinha a forma mais grave da doença, que é também a mais comum.

As pessoas que mais fumavam - cerca de 20 cigarros ao dia durante pelo menos 20 anos - tinham 2,5 vezes mais probabilidade de desenvolver a doença.
O risco se reduziu no caso dos ex-fumantes de forma proporcional aos anos de afastamento do cigarro.

No entanto, entre esse grupo, os que fumaram muito continuam apresentando um risco relativamente alto de desenvolver a doença, mesmo para os que largaram o cigarro há 20 anos.

Em função destes dados, os especialistas concluíram que 35% dos casos de artrites graves podiam ser atribuídos ao tabaco.
Entre as pessoas com predisposição genética, a relação com o tabaco era de 55%, com maior risco quanto mais alta era a dependência.

Os autores do estudo destacam que há outros fatores que podem contribuir para a artrite reumatóide, incluindo a poluição do ar e hormônios.
No entanto, ressaltaram que a pesquisa apresenta provas suficientes para a necessidade das pessoas com histórico familiar de artrite reumatóide deixar de fumar.

Fonte: ABEAD(Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas)

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

A dificuldade em deixar o vício durante a gravidez

Pesquisas mostram que mulheres não abandonam cigarro nem o álcool na gestação.

O mal que o cigarro e a bebida alcoólica fazem ao bebê e a mãe nem sempre é argumento suficiente para as mulheres conseguirem abandonar os vícios durante a gravidez.
Especialistas dizem que a mudança de hábito, por mais que seja desejada pelo sexo feminino, por vezes não é objetivo alcançado durante os nove meses de gestação e nem durante a amamentação.

Um dado recente que reforça a dificuldade em deixar o tabagismo acaba de ser mapeado pela Secretaria Municipal de Saúde da cidade de São Paulo. Levantamento feito com 65 mil grávidas atendidas na rede pública da cidade mostrou que 14,9% delas fumam. A taxa é muito próxima do número total de mulheres que fazem uso de cigarro sem estar gestantes: 16,9%, conforme pesquisa feita pelo Ministério da Saúde na capital paulista divulgada este ano.

Da mesma forma, outros estudos já evidenciaram que o álcool permanece como um parceiro de risco da gravidez. Pesquisa realizada pela Universidade de São Paulo de Ribeirão Preto apontou que 22% das gestantes consomem álcool regular ou esporadicamente. Esse número, concluiu o estudo, é maior do que o de gestantes com depressão.

Segundo Hermann Grinfeld, pediatra da Sociedade Brasileira de Pediatria e estudioso sobre os efeitos do álcool em grávidas, um trabalho feito nos Estados Unidos evidenciou que apenas 12% das mulheres dependentes de álcool e que engravidam reduzem drasticamente a quantidade etílica ingerida. “Gostaria muito de dizer que 80% conseguem, mas os dados indicam minoria mesmo.”

Danos

Estes indicadores são provas de que a postura “vou parar quando engravidar” é um comprometimento arriscado. O pneumologista pediátrico João Paulo Lotufo, do Hospital Universitário da Universidade de São Paulo, acrescenta um outro perigo deste comportamento. Uma parte significativa das gestantes descobre a gravidez após a 5ª ou 6ª semana de gestação. Os cigarros fumados neste período de desconhecimento são suficientes para implicar negativamente no desenvolvimento uterino da criança.

“Há uma relação deste hábito com a má formação pulmonar e dos brônquios do bebê, além de maiores índices de asma e outros problemas respiratórios crônicos depois que a criança cresce”,
diz ele ao completar que também há influência genética no processo.

Hermann Grinfeld afirma que a influência do álcool ingerido pela mãe - mesmo que nas primeiras semanas de gestação – é igualmente nociva. “As principais evidências são de influência na formação do sistema nervoso da criança, com influência em comportamentos futuros, que podem causar tanto problemas cognitivos, como de relações pessoais.”

A força da mulher

Os indícios científicos de que o tabagismo e a ingestão de álcool afetam a formação do bebê não avaliam o impacto psicológico nas mulheres que tentam mas não conseguem largar o cigarro e a bebida alcoólica. Com exceção das dependentes crônicas de álcool e outras drogas – que nestes casos não conseguem discernir na maior parte do tempo que fazem mal a si e a outros – há um sofrimento reconhecido nas mulheres que tentam, não conseguem abandonar os hábitos e ainda têm a convicção de que a prática ameaça a sua família.

Por este motivo, os especialistas afirmam que por mais que faltam instrumentos para avaliar os efeitos das medicações contra fumo e álcool na grávida e no bebê, este tratamento sempre é preferível do que o nenhum. A condição é que deve ser acompanhado por um médico de confiança.

Para as mulheres que fumam e bebem, a orientação é repensar estes hábitos quando aparece a vontade de engravidar. Para as que fizeram o teste e o resultado foi positivo, algumas dicas são:

- procure ajuda especializada e personalizada. Para as grávidas, é sempre bom contar com este apoio, além da vontade própria;

- o ideal é sempre parar bruscamente com o fumo e álcool. Se você é usuária crônica, defina um plano com o seu médico;

- Cuidado com as “receitas caseiras”. A mistura de ervas e outros produtos que dizem ser “boa para alguma coisa” podem prejudicar o bebê.

Fonte: IG
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