Dois homens e uma mulher foram presos em flagrante, na noite desta segunda-feira, 13, com cerca de 9,7 mil comprimidos de êxtase em uma pousada na avenida Almirante Barroso, Praia de Iracema, em Fortaleza. O trio foi preso, após denúncia anônima, por tráfico de drogas.
Além dos comprimidos, a Polícia apreendeu cerca de 370 gramas de êxtase em pó, 1,5kg de maconha, R$ 15,8 mil e 1,1 mil euros. Victor Vargas Orsini, 20, Ronaldo Brígido Sampaio, 21, e Pricila Viana da Silva, 19, foram encaminhados ao 2º Distrito Policial, no bairro Aldeota.
A prisão foi efetuada por policias do Ronda do Quarteirão em parceria com o Batalhão de Polícia de Turismo na Praia de Iracema.
Fonte: O POVO Online
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quarta-feira, 15 de junho de 2011
terça-feira, 14 de junho de 2011
Falta pouco: SEMANA NACIONAL CONTRAS AS DROGAS
A Semana Nacional Antidrogas surgiu em 1999, em comemoração ao primeiro aniversário da SENAD – SECRETARIA NACIONAL ANTIDROGAS, criada em 19 de Junho de 1998. Essa Semana tem por objetivo principal a conscientização e a mobilização da sociedade brasileira, no que diz respeito aos problemas e às atividades de redução da demanda e oferta das drogas.
O evento, que é uma parceria da SENAD com órgãos da Administração Pública Federal, Conselho Estadual Antidrogas, Subsecretaria de Políticas Antidrogas de Minas Gerais, Conselho Municipal Antidrogas e entidades da sociedade civil, acontece dos dias 19 a 26 de Junho, onde em todo Brasil, várias entidades participantes do sistema antidrogas, mobilizam a sociedade para esta temática tão séria e que preocupa a todos, os malefícios do uso e abuso de drogas lícitas e ilícitas.
No Ceará, a Pastoral da Sobriedade, e o CDPDH (Centro de Defesa e Promoção dos Direitos Humanos), representam a arquidiocese de Fortaleza no CEPOD (Conselho Estadual sobre Drogas do estado do Ceará), dando início em 2010, a parceria entre as duas organizações.
Em 2011, o CDPDH encampou a luta contra as drogas, e com o apoio da Pastoral da Sobriedade, com referência na Semana Nacional Antidrogas, estará realizando uma campanha de sensibilização não somente sobre o uso abusivo de drogas licitas ou ilícitas, mas também na perspectiva de conscientizar, mobilizar e sensibilizar toda a sociedade sobre o dever lutar por uma vida sem drogas. O título da campanha é AJUDE A QUEM PRECISA DA SUA AJUDA.
Em Fortaleza, a Semana Nacional Contra as Drogas contará com o apoio CEPOD (Conselho Estadual sobre Drogas do estado do Ceará), no período de 19 a 26/06/2011. Durante a semana acontecerão várias atividades sócio educativas e religiosas (missa, mesa redonda, palestras em escolas, campanha, amostra de experiências) com foco temática na problemática das drogas, procurando sensibilizar a sociedade civil e Poder Público.
OBJETIVO GERAL
Sensibilizar e mobilizar a sociedade em relação ao alto indicie de consumo abusivo de drogas (lícitas e ilícitas), com a finalidade de contribuir com a transformação dessa triste realidade, através de uma campanha com foco, sobretudo, nos jovens, a fim de que estes possam ser agentes multiplicadores dessa cruzada profética contra as drogas.
"Sobriedade e Paz, só por Hoje. graças a Deus".
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Desculpas
Aos ouvintes da Fm Dom Bosco 96,1 e aos que nos acompanham pelo Blog.
Pedimos desculpas pela não realização do Programa da Pastoral da Sobriedade que costumeiramente acontece todos os Domingos da 13 às 14 horas na FM Dom Bosco - 96,1.
Informamos que já realizamos esse programa a mais de 3 anos na Rádio, nesse mesmo dia e mesmo horário, mais que não temos autonomia para descidir se todos os Domingos serão realizados, pelo fato desse horário ser gratuito e não pagarmos nada por ele. Então dessa forma, fica a critério da FM mudar a programação ou não no horário da Sobriedade, sem uma prévia antecipação.
Mais uma vez, desculpe-nos, principalmente vc que ficou esperando como já faz todos os domingos, logo após a santa missa. Lembramos que esse fato poderá ocorrer futuramente mas estamos trabalhando para que possamos avisar com mais antecedência vc ouvinte ou os que nos acompanham pelo Blog.
Uma ótima semana à todos.
Giuliano
Blog PSF/ REG. NE1
"Sobriedade e Paz, só por Hoje. graças a Deus".
Pedimos desculpas pela não realização do Programa da Pastoral da Sobriedade que costumeiramente acontece todos os Domingos da 13 às 14 horas na FM Dom Bosco - 96,1.
Informamos que já realizamos esse programa a mais de 3 anos na Rádio, nesse mesmo dia e mesmo horário, mais que não temos autonomia para descidir se todos os Domingos serão realizados, pelo fato desse horário ser gratuito e não pagarmos nada por ele. Então dessa forma, fica a critério da FM mudar a programação ou não no horário da Sobriedade, sem uma prévia antecipação.
Mais uma vez, desculpe-nos, principalmente vc que ficou esperando como já faz todos os domingos, logo após a santa missa. Lembramos que esse fato poderá ocorrer futuramente mas estamos trabalhando para que possamos avisar com mais antecedência vc ouvinte ou os que nos acompanham pelo Blog.
Uma ótima semana à todos.
Giuliano
Blog PSF/ REG. NE1
"Sobriedade e Paz, só por Hoje. graças a Deus".
domingo, 12 de junho de 2011
Passo da Semana (12 a 18/06): 01º - ADMITIR
Senhor, ADMITO minha dependência dos vícios e pecados, e que sozinho, não posso vencê-los. Liberta-me!
sábado, 11 de junho de 2011
Amanhã: Programa da Pastoral da Sobriedade na FM Dom Bosco 96,1
Todo Domingo às 13:00hs.
Acompanhe também pela internet:
"Sobriedade e Paz, só por Hoje, graças a Deus".
sexta-feira, 10 de junho de 2011
Fumar maconha todo dia afeta a química do cérebro
Substâncias da erva alteram memória, coordenação, apetite e até o prazer.
Exames de imagens mostraram que o uso diário da maconha pode ter um efeito negativo sobre o cérebro. No estudo, os pesquisadores do Instituto Nacional sobre Abuso de Drogas dos Estados Unidos revelou que o uso crônico da droga provocou uma diminuição no número de receptores envolvidos em uma ampla variedade de importantes funções mentais e corporais, incluindo a concentração, coordenação motora, o prazer, a tolerância a dor, memória e apetite.
Fonte: R7
A maconha, também conhecida como cannabis, é a droga mais usada nos Estados Unidos, de acordo com o instituto. Quando fumada ou ingerida, a droga química psicoativa ativa os inúmeros canabinoides - receptores específicos que captam as substâncias encontradas na maconha - no cérebro e em todo o corpo, que influenciam diferentes estados mentais e ações da pessoa que a usou.
Um dos dois tipos conhecidos de receptores de canabinoides, o chamado CB1, é encontrado no sistema nervoso central.
Para se chegar a esse resultado, os pesquisadores compararam os cérebros de 30 fumantes crônicos de maconha, ou seja, que fumam diariamente, com não-fumantes, ao longo de quatro semanas.
Por meio de imagens dos cérebros dos participantes, os pesquisadores conseguiram visualizar que os receptores CB1 dos fumantes de maconha já haviam diminuído cerca de 20% em comparação com as pessoas saudáveis, explica Jussi Hirvonen, um dos pesquisadores.
- Com este estudo, fomos capazes de mostrar pela primeira vez que as pessoas que abusam da maconha têm anormalidades dos receptores de canabinoides no cérebro.
Ao refazerem os testes com 14 dos fumantes, que passaram por um mês de abstinência, os cientistas encontraram um aumento significativo na atividade do receptor em áreas que estavam deficientes no início do estudo. Com isso, os pesquisadores sugerem que os efeitos adversos do uso crônico de maconha são reversíveis.
- Essa informação pode ser fundamental para o desenvolvimento de novos tratamentos contra o abuso da maconha.
Exames de imagens mostraram que o uso diário da maconha pode ter um efeito negativo sobre o cérebro. No estudo, os pesquisadores do Instituto Nacional sobre Abuso de Drogas dos Estados Unidos revelou que o uso crônico da droga provocou uma diminuição no número de receptores envolvidos em uma ampla variedade de importantes funções mentais e corporais, incluindo a concentração, coordenação motora, o prazer, a tolerância a dor, memória e apetite.
Fonte: R7
A maconha, também conhecida como cannabis, é a droga mais usada nos Estados Unidos, de acordo com o instituto. Quando fumada ou ingerida, a droga química psicoativa ativa os inúmeros canabinoides - receptores específicos que captam as substâncias encontradas na maconha - no cérebro e em todo o corpo, que influenciam diferentes estados mentais e ações da pessoa que a usou.
Um dos dois tipos conhecidos de receptores de canabinoides, o chamado CB1, é encontrado no sistema nervoso central.
Para se chegar a esse resultado, os pesquisadores compararam os cérebros de 30 fumantes crônicos de maconha, ou seja, que fumam diariamente, com não-fumantes, ao longo de quatro semanas.
Por meio de imagens dos cérebros dos participantes, os pesquisadores conseguiram visualizar que os receptores CB1 dos fumantes de maconha já haviam diminuído cerca de 20% em comparação com as pessoas saudáveis, explica Jussi Hirvonen, um dos pesquisadores.
- Com este estudo, fomos capazes de mostrar pela primeira vez que as pessoas que abusam da maconha têm anormalidades dos receptores de canabinoides no cérebro.
Ao refazerem os testes com 14 dos fumantes, que passaram por um mês de abstinência, os cientistas encontraram um aumento significativo na atividade do receptor em áreas que estavam deficientes no início do estudo. Com isso, os pesquisadores sugerem que os efeitos adversos do uso crônico de maconha são reversíveis.
- Essa informação pode ser fundamental para o desenvolvimento de novos tratamentos contra o abuso da maconha.
quinta-feira, 9 de junho de 2011
Andy Irons teve parada cardíaca após ingestão aguda de drogas
Médicos divergem sobre fato de derivados de cocaína ingeridos pelo surfista terem sido a causa secundária da morte.
- Não somos médicos, então não temos outra opção a não ser aceitar que dois respeitados patologias divergiram quanto à causa secundária da morte - diz a família, no comunicado.
A necropsia descartou a suspeita de dengue e não cita a doença. A família, no entanto, diz que as condições do surfista contribuíram para a morte, adicionando ainda mais estresse ao coração, já comprometido.
- O Andy desafiou as probabilidades tantas vezes que deve ter achado que entrar em um avião, estando desidratado e transtornado de febre, e que encontrar amigos em Miami não eram nada demais. Ele tinha personalidade, isso fez dele um surfista e um campeão. Com outros que não ligam para o perigo, Andy parecia se sentir à prova de balas, como se nada pudesse derrubá-lo. Mas viajar doente e com uma doença cardíaca não diagnosticada, nem mesmo Andy conseguiu superar.
A família pede que todos se lembrem de Andy por sua paixão pelo surfe, por seu talento e devoção à família e aos amigos. E pede também privacidade e contribuições para a Surfrider Foundation, fundação de Andy apoiava.Fonte: GLOBOESPORTE.COM
A família do surfista Andy Irons publicou na madrugada desta quinta-feira um comunicado explicando os resultados dos exames toxicológicos feitos no corpo do surfista, encontrado morto no dia 2 de novembro, em um hotel em Dallas. Segundo o laudo, há duas causas para a morte: a principal é parada cardíaca provocada por um bloqueio de uma artéria; a secundária, ingestão aguda de drogas. O médico do laboratório responsável pela autópsia, Nizam Peerwani, porém, e o médico contratado pela família para rever os resultados, Vincent Di Maio, divergem quanto ao fato de o uso de drogas ter sido a causa da morte do tricampeão mundial. Segundo Di Maio, os níveis de substâncias, entre elas metanfetamina, não teriam influência.
- Este é um caso muito simples. Irons morreu de um ataque cardíaco devido a um forte foco coronário ou seja, arteriosclerose grave, "o endurecimento das artérias". A artéria dele tinha estreitamento de 70% a 80%. Este estreitamento é muito grave. Uma placa dessa gravidade, localizada na artéria coronária descendente anterior, é comumente associada a morte súbita - disse Di Maio.
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| Segundo laudo, uma das causas da morte de Andy Irons foi a ingestão de drogas (Foto: ASP) |
O médico explica que a idade do surfista - 32 anos - é o incomum do caso, já que as mortes relacionadas a arteriosclerose costumam acontecer somente depois dos 40 anos. A família disse que Andy tinha uma tia de 77 anos e um avô de 55 que morreram de problemas cardíacos. A esposa de Andy, Lyndie, disse que, no ano passado, ele se queixou de dores no peito e, analisado na Austrália, ouviu do médico que tinha um coração equivalente ao de uma pessoa de 50 anos de idade.
- Em cerca de 25% da população, o primeiro sintoma de arteriosclerose é a morte súbita. Não há outros fatores que contribuem para a morte - explicou Di Maio.
Os exames comprovaram que Andy usou drogas na véspera da morte. Ele estava em Porto Rico para a disputa de uma etapa do Circuito Mundial, mas, com febre, desistiu, pela primeira na carreira, de uma competição. Lá mesmo, recebeu uma hidratação intravenosa e foi aconselhado a procurar tratamento especializado. Apesar da recomendação, deixou o hospital dizendo: "Só quero ir para casa".
- Em cerca de 25% da população, o primeiro sintoma de arteriosclerose é a morte súbita. Não há outros fatores que contribuem para a morte - explicou Di Maio.
Os exames comprovaram que Andy usou drogas na véspera da morte. Ele estava em Porto Rico para a disputa de uma etapa do Circuito Mundial, mas, com febre, desistiu, pela primeira na carreira, de uma competição. Lá mesmo, recebeu uma hidratação intravenosa e foi aconselhado a procurar tratamento especializado. Apesar da recomendação, deixou o hospital dizendo: "Só quero ir para casa".
O surfista deixou Porto Rico e foi a uma festa em Miami, durante uma escala antes de pegar um voo de volta a Dallas, de onde seguiria para o Havaí. De acordo com o laudo, a quantidade de substâncias no sangue do surfista indica que ele usou cocaína 30 horas antes da morte.
A família explica que Andy tomava medicamentos prescritos para ajudar no tratamento de ansiedade e insônia (Xanax e Zolpidem), problemas diagnosticados quando ele tinha 18 anos. Foi, segundo os familiares, quando o havaiano começou a alterar momentos de alegria e depressão. Sem levar a sério a seriedade dos medicamentos, passou a se automedicar e, algumas vezes a ingerir drogas.
A família explica que Andy tomava medicamentos prescritos para ajudar no tratamento de ansiedade e insônia (Xanax e Zolpidem), problemas diagnosticados quando ele tinha 18 anos. Foi, segundo os familiares, quando o havaiano começou a alterar momentos de alegria e depressão. Sem levar a sério a seriedade dos medicamentos, passou a se automedicar e, algumas vezes a ingerir drogas.
- Não somos médicos, então não temos outra opção a não ser aceitar que dois respeitados patologias divergiram quanto à causa secundária da morte - diz a família, no comunicado.
A necropsia descartou a suspeita de dengue e não cita a doença. A família, no entanto, diz que as condições do surfista contribuíram para a morte, adicionando ainda mais estresse ao coração, já comprometido.
- O Andy desafiou as probabilidades tantas vezes que deve ter achado que entrar em um avião, estando desidratado e transtornado de febre, e que encontrar amigos em Miami não eram nada demais. Ele tinha personalidade, isso fez dele um surfista e um campeão. Com outros que não ligam para o perigo, Andy parecia se sentir à prova de balas, como se nada pudesse derrubá-lo. Mas viajar doente e com uma doença cardíaca não diagnosticada, nem mesmo Andy conseguiu superar.
A família pede que todos se lembrem de Andy por sua paixão pelo surfe, por seu talento e devoção à família e aos amigos. E pede também privacidade e contribuições para a Surfrider Foundation, fundação de Andy apoiava.
Kaui, HavaíFotos: Giuliano
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Estudo da Polícia Federal indica que oxi não é droga “nova”
Amostras apreendidas no Acre como oxi são variações já conhecidas da cocaína fumável, como crack e pasta base.
Um estudo feito pelo Instituto Nacional de Criminalista (INC) da Polícia Federal revelou que o oxi não é uma droga “nova”, sendo diferente de outras conhecidas, como o crack, devido à adição de cal e querosene em seu processo de fabricação. Analisando amostras apreendidas no Acre, onde teria surgido a nova substância, peritos descobriram que formas clássicas da cocaína fumável estão sendo tratadas como oxi durante as apreensões.
De acordo com o perito do INC, Adriano Maldaner, o termo “oxi” está sendo usado de forma indiscriminada, pois até mesmo a cocaína em sua versão tradicional, em pó, o chamado sal, foi apreendido pela Polícia Civil do Acre e taxado como oxi.
“Nós comparamos amostras apreendidas nas ruas do Acre com as apreensões de grandes quantidades feitas pela Polícia Federal. O que estão chamando de oxi na verdade são versões fumáveis da cocaína, já bastante conhecidas, como o crack, a pasta base e a cocaína base”, disse.
Segundo ele, a presença de solventes, como querosene e gasolina - produtos tradicionalmente usados no refino da cocaína - não chegam a 1% nas supostas amostras de oxi. O percentual é mesmo presente na cocaína tradicional ou em suas versões fumáveis.
“Não encontramos cal e nem querosene ou qualquer solvente para justificar uma diferença nas substâncias. Até agora, não há nada de novo. Se um dia chegar às nossas mãos uma droga realmente diferente, seremos os primeiros a falar. Mas nesse momento não há uma nova droga”, explicou.
Potência
A droga apreendida nas ruas do Acre apresenta um teor elevado de pureza – cerca de 65%. O mesmo é encontrado nos carregamentos do chamado “grande tráfico” quando há apreensão da Polícia Federal.
“O que percebemos na droga de rua do Acre é que ela é mais pura. O normal é ter 10 a 20% de pureza, de cocaína, do princípio ativo. Essas amostras que foram apreendidas como Oxi são semelhantes às que são transportadas em grandes tijolos. Com maior pureza, os efeitos psíquicos são maiores, bem como as reações adversas, como a paranoia, overdose e danos à saúde”, disse Maldaner.
Fonte: Último Segundo
Um estudo feito pelo Instituto Nacional de Criminalista (INC) da Polícia Federal revelou que o oxi não é uma droga “nova”, sendo diferente de outras conhecidas, como o crack, devido à adição de cal e querosene em seu processo de fabricação. Analisando amostras apreendidas no Acre, onde teria surgido a nova substância, peritos descobriram que formas clássicas da cocaína fumável estão sendo tratadas como oxi durante as apreensões.
De acordo com o perito do INC, Adriano Maldaner, o termo “oxi” está sendo usado de forma indiscriminada, pois até mesmo a cocaína em sua versão tradicional, em pó, o chamado sal, foi apreendido pela Polícia Civil do Acre e taxado como oxi.
“Nós comparamos amostras apreendidas nas ruas do Acre com as apreensões de grandes quantidades feitas pela Polícia Federal. O que estão chamando de oxi na verdade são versões fumáveis da cocaína, já bastante conhecidas, como o crack, a pasta base e a cocaína base”, disse.
Segundo ele, a presença de solventes, como querosene e gasolina - produtos tradicionalmente usados no refino da cocaína - não chegam a 1% nas supostas amostras de oxi. O percentual é mesmo presente na cocaína tradicional ou em suas versões fumáveis.
“Não encontramos cal e nem querosene ou qualquer solvente para justificar uma diferença nas substâncias. Até agora, não há nada de novo. Se um dia chegar às nossas mãos uma droga realmente diferente, seremos os primeiros a falar. Mas nesse momento não há uma nova droga”, explicou.
Potência
A droga apreendida nas ruas do Acre apresenta um teor elevado de pureza – cerca de 65%. O mesmo é encontrado nos carregamentos do chamado “grande tráfico” quando há apreensão da Polícia Federal.
“O que percebemos na droga de rua do Acre é que ela é mais pura. O normal é ter 10 a 20% de pureza, de cocaína, do princípio ativo. Essas amostras que foram apreendidas como Oxi são semelhantes às que são transportadas em grandes tijolos. Com maior pureza, os efeitos psíquicos são maiores, bem como as reações adversas, como a paranoia, overdose e danos à saúde”, disse Maldaner.
Fonte: Último Segundo
terça-feira, 7 de junho de 2011
Relacionamento amoroso reduz risco de vício em drogas
Ter um relacionamento amoroso feliz e estável pode ser o suficiente para diminuir o risco de se viciar em drogas, segundo um estudo feito com animais e divulgado na edição deste mês da revista especializada "Journal of Neuroscience".
As drogas viciam porque agem em uma área do cérebro conhecida como "sistema de recompensas", que também controla nossa vontade de comer e fazer sexo. Basicamente, esse sistema serve para garantir que nós façamos aquilo que é essencial para nossa sobrevivência. É por isso que sexo e comida dão prazer. As drogas alteram o funcionamento dessa região do cérebro e fazem o organismo sentir que precisa de algo que faz mal. Os relacionamentos estáveis formados na vida adulta também agem nessa região e podem proteger o cérebro de vícios, acreditam cientistas da Universidade Federal da Flórida, nos Estados Unidos.
No estudo, os pesquisadores analisaram o efeito das anfetaminas no cérebro de exemplares de arganaz-do-campo, um pequeno roedor típico da América do Norte que é monogâmico e forma casais para a vida toda.
De acordo com o estudo, os machos da espécie que tinham uma companheira mostraram menos interesse na droga do que os "solteiros". Seus cérebros liberaram as mesmas quantidades de endorfina, o hormônio do prazer, mas aqueles que não estavam em um "relacionamento" ficaram mais suscetíveis aos efeitos da droga.
Fonte: O TEMPO/MG
Fotos: Giu
As drogas viciam porque agem em uma área do cérebro conhecida como "sistema de recompensas", que também controla nossa vontade de comer e fazer sexo. Basicamente, esse sistema serve para garantir que nós façamos aquilo que é essencial para nossa sobrevivência. É por isso que sexo e comida dão prazer. As drogas alteram o funcionamento dessa região do cérebro e fazem o organismo sentir que precisa de algo que faz mal. Os relacionamentos estáveis formados na vida adulta também agem nessa região e podem proteger o cérebro de vícios, acreditam cientistas da Universidade Federal da Flórida, nos Estados Unidos.
No estudo, os pesquisadores analisaram o efeito das anfetaminas no cérebro de exemplares de arganaz-do-campo, um pequeno roedor típico da América do Norte que é monogâmico e forma casais para a vida toda.
De acordo com o estudo, os machos da espécie que tinham uma companheira mostraram menos interesse na droga do que os "solteiros". Seus cérebros liberaram as mesmas quantidades de endorfina, o hormônio do prazer, mas aqueles que não estavam em um "relacionamento" ficaram mais suscetíveis aos efeitos da droga.
Fonte: O TEMPO/MG
Fotos: Giu
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Vem ai: SEMANA NACIONAL CONTRAS AS DROGAS
A Semana Nacional Antidrogas surgiu em 1999, em comemoração ao primeiro aniversário da SENAD – SECRETARIA NACIONAL ANTIDROGAS, criada em 19 de Junho de 1998. Essa Semana tem por objetivo principal a conscientização e a mobilização da sociedade brasileira, no que diz respeito aos problemas e às atividades de redução da demanda e oferta das drogas.
O evento, que é uma parceria da SENAD com órgãos da Administração Pública Federal, Conselho Estadual Antidrogas, Subsecretaria de Políticas Antidrogas de Minas Gerais, Conselho Municipal Antidrogas e entidades da sociedade civil, acontece dos dias 19 a 26 de Junho, onde em todo Brasil, várias entidades participantes do sistema antidrogas, mobilizam a sociedade para esta temática tão séria e que preocupa a todos, os malefícios do uso e abuso de drogas lícitas e ilícitas.
No Ceará, a Pastoral da Sobriedade, e o CDPDH (Centro de Defesa e Promoção dos Direitos Humanos), representam a arquidiocese de Fortaleza no CEPOD (Conselho Estadual sobre Drogas do estado do Ceará), dando início em 2010, a parceria entre as duas organizações.
Em 2011, o CDPDH encampou a luta contra as drogas, e com o apoio da Pastoral da Sobriedade, com referência na Semana Nacional Antidrogas, estará realizando uma campanha de sensibilização não somente sobre o uso abusivo de drogas licitas ou ilícitas, mas também na perspectiva de conscientizar, mobilizar e sensibilizar toda a sociedade sobre o dever lutar por uma vida sem drogas. O título da campanha é AJUDE A QUEM PRECISA DA SUA AJUDA.
Em Fortaleza, a Semana Nacional Contra as Drogas contará com o apoio CEPOD (Conselho Estadual sobre Drogas do estado do Ceará), no período de 19 a 26/06/2011. Durante a semana acontecerão várias atividades sócio educativas e religiosas (missa, mesa redonda, palestras em escolas, campanha, amostra de experiências) com foco temática na problemática das drogas, procurando sensibilizar a sociedade civil e Poder Público.
OBJETIVO GERAL
Sensibilizar e mobilizar a sociedade em relação ao alto indicie de consumo abusivo de drogas (lícitas e ilícitas), com a finalidade de contribuir com a transformação dessa triste realidade, através de uma campanha com foco, sobretudo, nos jovens, a fim de que estes possam ser agentes multiplicadores dessa cruzada profética contra as drogas.
"Sobriedade e Paz, só por Hoje. graças a Deus".
domingo, 5 de junho de 2011
Passo da Semana (05 a 11/06): 12º - FESTEJAR
Senhor, FESTEJANDO os 12 passos para a Sobriedade Cristã, irmanados com todos, na mesma esperança, por um século sem drogas, queremos partilhar e anunciar Jesus Cristo Redentor, pelo nosso testemunho. Amém.
sábado, 4 de junho de 2011
Amanhã: Pastoral da Sobriedade na FM Dom Bosco 96,1
Programa da Pastoral da Sobriedade
Fortaleza na FM DOM BOSCO 96,1:
Todo Domingo às 13:00hs.
Acompanhe também pela internet:
"Sobriedade e Paz, só por Hoje, graças a Deus".
sexta-feira, 3 de junho de 2011
Aquele ´Um´ do Fantástico, o Professor Laranjeira
01/06/2011 - Escrevi ontem um post tratando daquele editorial disfarçado de reportagem, apresentado no “Fantástico” no domingo, favorável à descriminação da maconha. DOZE pessoas falaram direta ou indiretamente em favor da descriminação da maconha — chamada ali de “regulamentação” (?) — e apenas UMA contra, justamente aquele que é um de nossos maiores e mais experientes especialistas no tema, o psiquiatra Ronaldo Laranjeira. Ele não é um abelhudo, mas um estudioso. Ele não é um “achista”, mas alguém com vasta experiência clínica. As pessoas com as quais ele lida não são feitas de papel e estatística, mas de carne e osso. No texto, alerto os especialistas “não-alinhados” com a metafísica influente para as armadilhas que a imprensa tem criado contra algumas personalidades quando se trata de debater alguns temas.
E até citei exemplos: no jornalismo contemporâneo, quando querem debater maconha, aquecimento global, Código Florestal ou estado palestino, quase sempre aqueles que se opõem à descriminação das drogas, que consideram apocalípticas as teorias do aquecimento, que vêem avanços no código ou que avaliam que não haverá paz no conflito israelo-palestino enquanto houver terrorismo são tratados como esquisitas exceções. Convidados a se pronunciar, são apenas o tributo que o vício — sem trocadilho — está prestando à virtude. São chamados para que fique claro que são minoria, que são pessoas em extinção, que estão contra o bom senso. São chamados para que pareça, pelo contraste numérico, que seis adversários intelectuais têm razão.
Pois bem, eu tenho a honra de ter Laranjeira entre os leitores desta página. Ele manda um comentário muito instrutivo para o blog, que reproduzo abaixo. Relata uma outra circunstância em que também foi chamado para um debate sobre drogas e teve de sair do local escoltado por seguranças. Por quê? Porque não era um debate, mas um happening, uma outra manifestação daquilo que o Fantástico apresentou no domingo. Laranjeira é um homem corajoso. Deixa claro que conhece todos os instrumentos de manipulação do debate disponíveis na praça e diz que vai continuar a debater. Tem o meu apoio, professor, e o da imensa maioria dos milhares que lêem este blog. Pode não ser grande coisa. Mas existimos, esse é o fato. Leiam o seu relato.
***
Caro Reinaldo,
Sou leitor diário do seu blog e respeito muito o que você escreve e concordo com a maioria das idéias. Em especial, concordo com o falso debate sobre a legalização das drogas. No fundo, é um tema que tem um apelo para a população de Ipanema e Vila Madalena, ou o seu equivalente em cada estado.
Tenho adotado a política pessoal de sempre atender aos jornalistas, mesmo quando fica claro que sou o “caretão de plantão”. Minha intenção é tentar pelo menos fazer um contraponto às muitas das idéias que considero simplistas e salvacionistas. Ou seja, as pessoas defendem que, ao termos maiores facilidades de acesso às drogas, resolveremos os problemas. Somente a força da irracionalidade e do pensamento mágico pode sustentar esse castelo de areia conceitual.
Você mencionou que, na matéria do Fantástico, a proporção foi de 12 pessoas favoráveis e somente eu fui o contraponto. E você usou até mesmo a expressão “desrespeitoso”. Isso tem ocorrido sempre. O pior que passei foi num debate na Folha de S. Paulo, manipulado pelo jornalista Gilberto Dimenstein. Ele colocou quatro favoráveis à maconha contra dois. Além disso, tinha uma platéia absolutamente hostil e que não deixava nem mesmo eu começar qualquer tipo de argumento contra a legalização. Aquela, com certeza, foi uma experiência de desrespeito. Pela primeira vez na minha vida, eu saí de um debate intelectual escoltado por dois seguranças da FSP, pois o lobby dos maconheiros queria me bater.
Enfim, desculpas por me alongar, mas esse debate, infelizmente, vai longe, não porque seja uma prioridade, mas porque um grupo significativo de pessoas, como FHC, Globo, jornalistas, parte do judiciário e o lobby da maconha vão querer fazer história.
Eu defendo um plebiscito para esse assunto. Valeria a pena.
Abraços,
Ronaldo Laranjeira
Professor Titular de Psiquiatria da UNIFESP
Escrito por Hélio Leite
http://www.formadoresdeopiniao.com.br/
Por Reinaldo Azevedo
Fonte: UNIAD - Unidade de Pesquisa em Álcool e Drogas
E até citei exemplos: no jornalismo contemporâneo, quando querem debater maconha, aquecimento global, Código Florestal ou estado palestino, quase sempre aqueles que se opõem à descriminação das drogas, que consideram apocalípticas as teorias do aquecimento, que vêem avanços no código ou que avaliam que não haverá paz no conflito israelo-palestino enquanto houver terrorismo são tratados como esquisitas exceções. Convidados a se pronunciar, são apenas o tributo que o vício — sem trocadilho — está prestando à virtude. São chamados para que fique claro que são minoria, que são pessoas em extinção, que estão contra o bom senso. São chamados para que pareça, pelo contraste numérico, que seis adversários intelectuais têm razão.
Pois bem, eu tenho a honra de ter Laranjeira entre os leitores desta página. Ele manda um comentário muito instrutivo para o blog, que reproduzo abaixo. Relata uma outra circunstância em que também foi chamado para um debate sobre drogas e teve de sair do local escoltado por seguranças. Por quê? Porque não era um debate, mas um happening, uma outra manifestação daquilo que o Fantástico apresentou no domingo. Laranjeira é um homem corajoso. Deixa claro que conhece todos os instrumentos de manipulação do debate disponíveis na praça e diz que vai continuar a debater. Tem o meu apoio, professor, e o da imensa maioria dos milhares que lêem este blog. Pode não ser grande coisa. Mas existimos, esse é o fato. Leiam o seu relato.
***
Caro Reinaldo,
Sou leitor diário do seu blog e respeito muito o que você escreve e concordo com a maioria das idéias. Em especial, concordo com o falso debate sobre a legalização das drogas. No fundo, é um tema que tem um apelo para a população de Ipanema e Vila Madalena, ou o seu equivalente em cada estado.
Tenho adotado a política pessoal de sempre atender aos jornalistas, mesmo quando fica claro que sou o “caretão de plantão”. Minha intenção é tentar pelo menos fazer um contraponto às muitas das idéias que considero simplistas e salvacionistas. Ou seja, as pessoas defendem que, ao termos maiores facilidades de acesso às drogas, resolveremos os problemas. Somente a força da irracionalidade e do pensamento mágico pode sustentar esse castelo de areia conceitual.
Você mencionou que, na matéria do Fantástico, a proporção foi de 12 pessoas favoráveis e somente eu fui o contraponto. E você usou até mesmo a expressão “desrespeitoso”. Isso tem ocorrido sempre. O pior que passei foi num debate na Folha de S. Paulo, manipulado pelo jornalista Gilberto Dimenstein. Ele colocou quatro favoráveis à maconha contra dois. Além disso, tinha uma platéia absolutamente hostil e que não deixava nem mesmo eu começar qualquer tipo de argumento contra a legalização. Aquela, com certeza, foi uma experiência de desrespeito. Pela primeira vez na minha vida, eu saí de um debate intelectual escoltado por dois seguranças da FSP, pois o lobby dos maconheiros queria me bater.
Enfim, desculpas por me alongar, mas esse debate, infelizmente, vai longe, não porque seja uma prioridade, mas porque um grupo significativo de pessoas, como FHC, Globo, jornalistas, parte do judiciário e o lobby da maconha vão querer fazer história.
Eu defendo um plebiscito para esse assunto. Valeria a pena.
Abraços,
Ronaldo Laranjeira
Professor Titular de Psiquiatria da UNIFESP
Escrito por Hélio Leite
http://www.formadoresdeopiniao.com.br/
Por Reinaldo Azevedo
Fonte: UNIAD - Unidade de Pesquisa em Álcool e Drogas
Fotos: Giu
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Laboratório de crack é fechado pela Polícia Civil
Na ação, os policiais encontraram uma prensa e meio quilo de cocaína, além de embalagens para armazenar a droga.
Um laboratório para produção de crack foi descoberto, na tarde de ontem, por inspetores da Delegacia de Roubos e Furtos de Veículos e Cargas (DRFVC), em uma casa na Rua João XXIII, no bairro Granja Lisboa. Durante a operação, meio quilo de cocaína, uma prensa e balanças de precisão foram apreendidos pelos policiais civis. Ninguém foi preso no decorrer da ação.
![]() |
O material apreendido pela Polícia estava sendo usado para a embalagem da droga. Os traficantes conseguiram fugir do local |
Denarc
Após a descoberta do material, o delegado Pedro Viana, titular da Denarc, foi comunicado do fato e compareceu ao local com uma equipe da especializada. Além da cocaína e da prensa, os policiais apreenderam documentos e embalagens utilizada para armazenar a droga.
Segundo Pedro Viana, o tamanho da presa encontrada é um indicativo de que ali era fabricado um grande volume de crack que, possivelmente, era vendido para traficantes que atuam no Grande Bom Jardim.
Viana afirmou que a investigação agora será realizada para localizar e prender os responsáveis pelo laboratório.
Somente nas últimas três semanas, seis laboratórios para produção de crack e cocaína foram ´estourados´ em operações das polícias Civil e Militar, na Grande Fortaleza. Conforme o titular da Denarc, as ações de combate a venda de drogas estão sendo intensificadas.
Fonte: Diário do Nordeste
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Fumar aumenta níveis do mau colesterol
Os malefícios causados pelo hábito de fumar vão muito além dos problemas pulmonares e respiratórios e do aumento do risco de desenvolvimento de câncer.
O fumo também é responsável pelo aumento no índice do mau colesterol, o que por sua vez aumenta chances de aterosclerose, principal causa do infarto, derrame (AVC) e de outras doenças cardiovasculares.
Segundo Hélio Castello, cardiologista diretor da Angiocardio, de São Paulo, o cigarro ocupa lugar entre os principais fatores de risco, ao lado de problemas como obesidade, hipertensão, diabetes, problemas renais, hepáticos, e distúrbios endócrinos (principalmente dos hormônios da tireóide). "Nesses pacientes, há necessidade de realizar o exame de dosagem de colesterol com mais frequência, podendo ser até anualmente", afirmou.
Hoje cerca de 40% dos brasileiros tem colesterol alto e, segundo dados da OMS (Organização Mundial da Saúde), aproximadamente 17 milhões de pessoas morrem no mundo devido às doenças do coração, sendo que no Brasil pelo menos 300 mil sofrem infarto anualmente. "Apesar do colesterol ser uma substância necessária, é preciso saber quando ele deixou de ser saudável no organismo e começou a ser elevado", disse Hélio.
Há dois tipos de colesterol, o bom e o ruim. O ruim, conhecido como LDL, ou low density lipoprotein (lipoproteína de baixa densidade), propicia a formação das placas de gordura nos vasos, o que pode levar ao infarto e derrame cerebral. Já o bom, identificado como HDL, high density lipoprotein (lipoproteína de alta densidade), que colabora para a remoção do excesso de colesterol do sangue e, com isso, acaba reduzindo o risco de formar placas ateroscleróticas nas artérias, ou seja, a formação de placas de gordura.
"Além dos remédios disponíveis hoje no mercado para controlar colesterol alto, a prevenção tem de ser feita por completo, desde o controle de peso e pressão arterial até alimentação mais saudável e a realização de exercícios físicos", afirmou o médico, que enumera cuidados para evitar o descontrole das taxas do mau colesterol:
1 - Não fumar;
2 - Optar por produtos desnatados;
3 - Evitar ao máximo carnes gordas e produtos embutidos;
4 - Praticar exercícios regularmente;
5 - Observar o IMC (Índice de Massa Corporal), para ver se o índice de gordura no corpo está dentro dos padrões ideais;
6 - Encarar com seriedade o tratamento da Diabetes e da Hipertensão, se necessário Fazer anualmente um check-in completo com seu médico.
Fonte: Portal TERRA
Fotos: Giu
O fumo também é responsável pelo aumento no índice do mau colesterol, o que por sua vez aumenta chances de aterosclerose, principal causa do infarto, derrame (AVC) e de outras doenças cardiovasculares.
Segundo Hélio Castello, cardiologista diretor da Angiocardio, de São Paulo, o cigarro ocupa lugar entre os principais fatores de risco, ao lado de problemas como obesidade, hipertensão, diabetes, problemas renais, hepáticos, e distúrbios endócrinos (principalmente dos hormônios da tireóide). "Nesses pacientes, há necessidade de realizar o exame de dosagem de colesterol com mais frequência, podendo ser até anualmente", afirmou.
Hoje cerca de 40% dos brasileiros tem colesterol alto e, segundo dados da OMS (Organização Mundial da Saúde), aproximadamente 17 milhões de pessoas morrem no mundo devido às doenças do coração, sendo que no Brasil pelo menos 300 mil sofrem infarto anualmente. "Apesar do colesterol ser uma substância necessária, é preciso saber quando ele deixou de ser saudável no organismo e começou a ser elevado", disse Hélio.
Há dois tipos de colesterol, o bom e o ruim. O ruim, conhecido como LDL, ou low density lipoprotein (lipoproteína de baixa densidade), propicia a formação das placas de gordura nos vasos, o que pode levar ao infarto e derrame cerebral. Já o bom, identificado como HDL, high density lipoprotein (lipoproteína de alta densidade), que colabora para a remoção do excesso de colesterol do sangue e, com isso, acaba reduzindo o risco de formar placas ateroscleróticas nas artérias, ou seja, a formação de placas de gordura.
"Além dos remédios disponíveis hoje no mercado para controlar colesterol alto, a prevenção tem de ser feita por completo, desde o controle de peso e pressão arterial até alimentação mais saudável e a realização de exercícios físicos", afirmou o médico, que enumera cuidados para evitar o descontrole das taxas do mau colesterol:
1 - Não fumar;
2 - Optar por produtos desnatados;
3 - Evitar ao máximo carnes gordas e produtos embutidos;
4 - Praticar exercícios regularmente;
5 - Observar o IMC (Índice de Massa Corporal), para ver se o índice de gordura no corpo está dentro dos padrões ideais;
6 - Encarar com seriedade o tratamento da Diabetes e da Hipertensão, se necessário Fazer anualmente um check-in completo com seu médico.
Fonte: Portal TERRA
Fotos: Giu
terça-feira, 31 de maio de 2011
Saúde em Dia - 31 de Maio: Dia Mundial sem Tabaco
O consumo de cigarros, cachimbos, charutos e cigarros de palha matam no Brasil cerca de 80 mil pessoas a cada ano.
O fumante perde anos preciosos de vida e pode sofrer com doenças graves, como:
Durante a gravidez, o fumo pode causar abortos, nascimentos de bebês com baixo peso ou até mesmo a morte de recém-nascidos. A nicotina é que causa a dependência do cigarro. Ela faz com que o organismo sinta a falta do fumo, tornando difícil seu abandono. Difícil, mas não impossível. A recompensa é uma vida mais longa e saudável.
O não-fumante que respira a fumaça do cigarro, se torna um fumante passivo e apresenta:
A curto prazo:
irritação nos olhos;
tosse;
dor de cabeça;
aumento de alergias;
Mais tarde:
problemas pulmonares;
aumento da pressão arterial;
infarto e angina do coração;
câncer;
A natureza é ameaçada...
Os estragos vão muito além da poluição do ar:
Desmatamento:
Utilização de madeira da mata nativa para a cura (secagem) das folhas do fumo em fornos à lenha;
Contaminação:
Agrotóxicos são usados em grandes quantidades na plantação do fumo, poluindo as águas e o solo, contaminando a vegetação, os animais e o homem.
Desgaste do solo:
O plantio do tabaco empobrece o solo, tornando-o inadequado para o cultivo de alimentos.
Fumo: doença social
As famílias:
▪ perdem seus entes queridos;
▪ são afetadas pela poluição tabagística em casa;
▪ gastam com cigarros o dinheiro que poderia ser usado para o lazer ou alimentação.
O sistema de saúde:
▪ gasta com tratamento e internações de doentes afetados pelo cigarro;
▪ tem seus ambulatórios sobrecarregados com estes doentes;
▪ desvia recursos que poderiam ser empregados em outras áreas da saúde.
Os trabalhadores fumantes:
▪ faltam mais ao trabalho, porque adoecem com maior freqüência;
▪ gastam mais com remédios;
▪ produzem menos do que poderiam, pois interrompem o trabalho várias vezes para fumar;
▪ se aposentam ou morrem precocemente;
▪ poluem o local de trabalho, transformando seus colegas em fumantes passivos;
▪ podem causar incêndios no local.
O DESAFIO
Diante destes fatos, dá para acreditar que a liberdade, o charme, a sensualidade, o sucesso e a beleza vêm como brinde na fumaça do cigarro?
Você sabe que existem leis para protegê-lo da publicidade enganosa e da poluição tabagística ambiental?
Procure conhecê-las e respeitá-las! Ser cidadão é contribuir para uma melhor qualidade de vida!
A SAÚDE AGRADECE.
A NATUREZA TAMBÉM.
INSTITUTO NACIONAL DE CÂNCER
MINISTÉRIO DA SAÚDE
Fotos: Giu
segunda-feira, 30 de maio de 2011
Novo método tem maior taxa de sucesso contra o cigarro
Um novo modelo de tratamento do tabagismo desenvolvido no InCor (Instituto do Coração) tem feito mais pessoas pararem de fumar, com menos chances de recaídas.
Cerca de 25 milhões de brasileiros acima de 15 anos são fumantes, segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Chamado de PAF (Programa de Assistência ao Fumante), O modelo envolve três etapas: um diagnóstico mais preciso do grau de dependência, uma combinação de medicamentos e o uso de uma escala em que o médico vai medindo e tratando o desconforto causado pela abstinência do cigarro.
A cardiologista Jacqueline Scholz Issa, criadora do método, que está há 18 anos à frente do ambulatório de tratamento do tabagismo do InCor, diz que a taxa de eficácia do programa, no período de um ano, é de 55% contra 34% da que existia cinco anos atrás. Os índices de desistência e de recaída caíram de 40% para 26%.
Esses primeiros resultados, obtidos a partir de 400 pacientes atendidos, foram apresentados à comunidade científica internacional em congresso no Canadá.
Eles também serviram de base para a elaboração de um software, que pode ser acessado via internet por médicos de todo o país. Centros públicos terão acesso grátis.
EMOÇÕES
O sistema permite saber quantos fumantes desistiram do tratamento, quantos sofreram efeitos colaterais dos remédios, quantos tiveram sucesso ou recaídas e quais as causas dos insucessos.
Ele também permite que o médico avalie melhor o grau de dependência do tabaco, levando em conta não só o número de cigarros fumados, mas também as emoções (prazer, ansiedade, tristeza) associadas a ele.
A partir desses dados, Issa desenvolveu uma metodologia de tratamento que considera, entre outras coisas, o grau de desconforto do paciente durante o período de abstinência.
´´É a partir disso que se associa ou não medicamentos. + O tratamento vai sendo ajustado de acordo como grau de desconforto e é totalmente individualizado´´, explica.
As drogas mais utilizadas são a vareniclina (Champix) e a bupropiona (Zyban), além de adesivos e gomas de nicotina. Antidepressivos também podem ser usados.
TERAPIA
O programa não envolve abordagens de terapia cognitiva comportamental - o que é recomendado em programa do governo federal. Segundo Issa,uma boa relação entre o Médico e o paciente já garante o suporte necessário na fase de abstinência.
O tratamento dura, em média, três meses e demanda de quatro a cinco consultas. ´´O follow up [acompanhamento] também pode ser feito por telefone ou por e-mail´´, diz.
Médicos que trabalham com tratamento de tabagismo dizem que as taxas de sucesso do PAF são superiores às verificadas em outros centros, entre 30 e 40%.
"Os resultados são maravilhosos", resume a psiquiatra Analice Gigliotti, chefe do setor de dependência química da Santa Casa do Rio.
O pneumologista Ricardo Meirelles, do Inca (Instituto Nacional do Câncer), diz ter gostado da proposta do PAF e do fato que ela considera que, mesmo pessoas que fumam pouco, podem ter alto grau de dependência.
Ambos acreditam, porém, que as chances de a pessoa abandonar o vício são maiores quando o tratamento inclui, além da medicação, abordagens de terapia cognitiva comportamental -técnica através da qual a pessoa tenta entender melhor suas emoções e modifica seu modo de agir.
Autora: CLÁUDIA COLLUCCI
Fonte: Folha de São Paulo
Cerca de 25 milhões de brasileiros acima de 15 anos são fumantes, segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Chamado de PAF (Programa de Assistência ao Fumante), O modelo envolve três etapas: um diagnóstico mais preciso do grau de dependência, uma combinação de medicamentos e o uso de uma escala em que o médico vai medindo e tratando o desconforto causado pela abstinência do cigarro.
A cardiologista Jacqueline Scholz Issa, criadora do método, que está há 18 anos à frente do ambulatório de tratamento do tabagismo do InCor, diz que a taxa de eficácia do programa, no período de um ano, é de 55% contra 34% da que existia cinco anos atrás. Os índices de desistência e de recaída caíram de 40% para 26%.
Esses primeiros resultados, obtidos a partir de 400 pacientes atendidos, foram apresentados à comunidade científica internacional em congresso no Canadá.
Eles também serviram de base para a elaboração de um software, que pode ser acessado via internet por médicos de todo o país. Centros públicos terão acesso grátis.
EMOÇÕES
O sistema permite saber quantos fumantes desistiram do tratamento, quantos sofreram efeitos colaterais dos remédios, quantos tiveram sucesso ou recaídas e quais as causas dos insucessos.
Ele também permite que o médico avalie melhor o grau de dependência do tabaco, levando em conta não só o número de cigarros fumados, mas também as emoções (prazer, ansiedade, tristeza) associadas a ele.
A partir desses dados, Issa desenvolveu uma metodologia de tratamento que considera, entre outras coisas, o grau de desconforto do paciente durante o período de abstinência.
´´É a partir disso que se associa ou não medicamentos. + O tratamento vai sendo ajustado de acordo como grau de desconforto e é totalmente individualizado´´, explica.
As drogas mais utilizadas são a vareniclina (Champix) e a bupropiona (Zyban), além de adesivos e gomas de nicotina. Antidepressivos também podem ser usados.
TERAPIA
O programa não envolve abordagens de terapia cognitiva comportamental - o que é recomendado em programa do governo federal. Segundo Issa,uma boa relação entre o Médico e o paciente já garante o suporte necessário na fase de abstinência.
O tratamento dura, em média, três meses e demanda de quatro a cinco consultas. ´´O follow up [acompanhamento] também pode ser feito por telefone ou por e-mail´´, diz.
Médicos que trabalham com tratamento de tabagismo dizem que as taxas de sucesso do PAF são superiores às verificadas em outros centros, entre 30 e 40%.
"Os resultados são maravilhosos", resume a psiquiatra Analice Gigliotti, chefe do setor de dependência química da Santa Casa do Rio.
O pneumologista Ricardo Meirelles, do Inca (Instituto Nacional do Câncer), diz ter gostado da proposta do PAF e do fato que ela considera que, mesmo pessoas que fumam pouco, podem ter alto grau de dependência.
Ambos acreditam, porém, que as chances de a pessoa abandonar o vício são maiores quando o tratamento inclui, além da medicação, abordagens de terapia cognitiva comportamental -técnica através da qual a pessoa tenta entender melhor suas emoções e modifica seu modo de agir.
Autora: CLÁUDIA COLLUCCI
Fonte: Folha de São Paulo
domingo, 29 de maio de 2011
Passo da Semana (29 a 04/06): 11º - CELEBRAR
Senhor, CELEBRANDO a Eucaristia, em comunidade com os irmãos, teremos força e graça, para perseverarmos nesta caminhada. Alimenta-nos no Corpo e Sangue de Jesus!
sábado, 28 de maio de 2011
Pastoral da Sobriedade na FM Dom Bosco 96,1
Programa da Pastoral da Sobriedade
Fortaleza na FM DOM BOSCO 96,1:
Todo Domingo às 13:00hs.
Acompanhe também pela internet:
"Sobriedade e Paz, só por Hoje, graças a Deus".
sexta-feira, 27 de maio de 2011
Nicotina compete com o organismo na absorção de cálcio, diz médico
As doenças do tecido ósseo, apesar de muitas vezes não estarem relacionadas às toxinas do cigarro, são uma realidade, segundo o ortopedista Leonardo Rocha, Chefe do Centro de Trauma Ortopédico do Adulto do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into).
Segundo ele, a nicotina compete com o organismo na absorção de cálcio, "pois inibe a produção de osteoblasto, que é responsável pela síntese de componentes orgânicos na matriz óssea". O monóxido de carbono, principal substância do cigarro, é venenoso, pois reduz em até 15% a capacidade do sangue de transportar oxigênio, lembrou o médico, em comunicado à imprensa do instituto que fica no Rio de Janeiro. Com a diminuição dos níveis de oxigênio no organismo, os ossos tornam-se mais frágeis e perdem a densidade. No dia 31 de maio é celebrado o Dia Mundial sem Tabaco.
Fonte: Agência Estado
Segundo ele, a nicotina compete com o organismo na absorção de cálcio, "pois inibe a produção de osteoblasto, que é responsável pela síntese de componentes orgânicos na matriz óssea". O monóxido de carbono, principal substância do cigarro, é venenoso, pois reduz em até 15% a capacidade do sangue de transportar oxigênio, lembrou o médico, em comunicado à imprensa do instituto que fica no Rio de Janeiro. Com a diminuição dos níveis de oxigênio no organismo, os ossos tornam-se mais frágeis e perdem a densidade. No dia 31 de maio é celebrado o Dia Mundial sem Tabaco.
Fonte: Agência Estado
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Vício nos jogos eletrônicos é bem parecido com outras dependências
O problema é tão sério que existe até programas especiais para tratar dos doentes e orientar os pais. Veja os sintomas que indicam a dependência.
Quanto tempo seu filho costuma ficar jogando vídeo game? Cuidado: quando essa diversão é excessiva a criança ou o jovem podem se tornar dependentes de jogos eletrônicos. Esse já é considerado um novo vício. O problema é tão sério que existe até programas especiais para tratar dos doentes e orientar os pais.O rapaz que hoje tem 17 anos descobriu o mundo dos jogos eletrônicos aos dez. “Então eu jogava meia hora e eu negociava com o meu pai: ah, pai, posso ficar mais um pouco, posso ficar uma hora hoje. Nisso ele ia cedendo e eu ia ficando mais”, conta.
E o prazer virou vício.
“Deixava de jantar, de almoçar, essas coisas. Sexta-feira meus amigos me chamavam pra sair e eu não saia. De final de semana eu chegava a jogar 12 horas, 14 horas de vez em quando, nas férias era direto, vários dias seguidos”, confessa.
Durante quatro anos o garoto fez do jogo o centro de sua vida. Continuou estudando, mas parou de sair, de conviver com os amigos. À noite esperava todos dormirem para jogar escondido. Ficava até as seis da manhã no computador. Só ia pra cama pouco antes dos pais acordarem pra que eles não percebessem.
Foi a mãe que notou que o filho precisava de ajuda. Demorou até encontrar um tratamento específico. Cristiano Nabuco de Abreum, coordenador do Programa de Dependência em Internet do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas, explica que o vício nos jogos eletrônicos é bem parecido com outras dependências.
Durante o jogo o cérebro libera na corrente sanguínea uma substância chamada dopamina, que causa uma sensação de bem-estar. Quanto mais a pessoa joga, mais essa substância é liberada e mais prazer ela tem.
“Por não serem maiores de 18 anos eles ainda não estão com sua maturação cerebral plenamente desenvolvida. Então teriam naturalmente uma dificuldade de conter seus impulsos”, fala o psicólogo.
Veja os sintomas que podem indicar a dependência:
- o jogo se transforma na atividade mais importante;
- o jogador precisa jogar cada vez mais;
- a pessoa deixa de se relacionar com os amigos e com a família.
O psicólogo diz que é difícil perceber o problema porque a internet é nova tanto para a geração de pais quanto para a dos filhos. “Você utiliza da sua experiência vivida lá atrás exatamente para poder dar uma referência. No caso da internet, nós mais velhos não vivemos isso.”
O rapaz do início da reportagem está em tratamento há oito meses e começa a redescobrir a vida. “Voltei a sair com os amigos, viajar, sair em balada estas coisas. Mudei. As noites que eu ficava no jogo, não perderia mais”, diz.
Muita gente deve estar se perguntando: por que esses pais simplesmente não desligam os aparelhos? Mas isso seria só transferir o problema para outros lugares, como casa de amigos ou uma lan house.
Os médicos alertam que o jovem viciado em jogos eletrônicos deve ser tratado como um doente e receber o tratamento adequado.
O Ambulatório de Psiquiatria do Hospital das Clínicas em São Paulo está com inscrições abertas para tratamento de dependentes digitais.
Fonte: Jornal Hoje
Fotos: Giuliano
quarta-feira, 25 de maio de 2011
Concurso Tirando a Droga de Cena 2011
Reconhecendo a linguagem audiovisual como forma privilegiada de comunicação que o homem vem utilizando cada vez mais, a Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, está promovendo, na rede pública do Sistema Municipal de Ensino, o “Concurso Tirando a Droga de Cena”, de produções audiovisuais cujo tema é a prevenção às drogas.
O presente concurso tem por objetivo selecionar até 15 quinze produções audiovisuais sobre a prevenção ao uso de drogas, produzidas e realizadas por alunos matriculados do 4º ao 9º ano do Ensino Fundamental e no Programa de Educação de Jovens e Adultos das escolas da Rede Pública do Sistema Municipal de Ensino. Os alunos matriculados no Espaço de Extensão Escolar (Polos de Educação pelo Trabalho, Núcleos de Arte e Clubes Escolares) também poderão participar do concurso.
Durante o desenvolvimento do projeto, os alunos participarão de pesquisas, discussões e reflexões sobre o tema “Prevenção ao Uso de Drogas” e serão acompanhados por professores orientadores.
As produções deverão abordar acontecimentos ligados ao tema proposto, obedecendo as características do gênero, podendo ser documentário, ficção ou inspiradas em fatos reais e realizadas através de filmagem, animação ou montagem, utilizando filmadora, câmera digital, telefone celular ou webcam.
Através desse projeto, pretende-se mobilizar alunos das escolas municipais, em torno de um trabalho conjunto e participativo, que incorpore a prevenção ao cotidiano e que tenha caráter reflexivo, simples e prazeroso, promovendo a construção de uma nova cultura, onde se busca fortalecer as crianças e jovens, torná-los mais resilientes, potencializando fatores de proteção e minimizando os fatores de risco.
Fonte: Diário Oficial do Município do Rio de Janeiro
O presente concurso tem por objetivo selecionar até 15 quinze produções audiovisuais sobre a prevenção ao uso de drogas, produzidas e realizadas por alunos matriculados do 4º ao 9º ano do Ensino Fundamental e no Programa de Educação de Jovens e Adultos das escolas da Rede Pública do Sistema Municipal de Ensino. Os alunos matriculados no Espaço de Extensão Escolar (Polos de Educação pelo Trabalho, Núcleos de Arte e Clubes Escolares) também poderão participar do concurso.
Durante o desenvolvimento do projeto, os alunos participarão de pesquisas, discussões e reflexões sobre o tema “Prevenção ao Uso de Drogas” e serão acompanhados por professores orientadores.
As produções deverão abordar acontecimentos ligados ao tema proposto, obedecendo as características do gênero, podendo ser documentário, ficção ou inspiradas em fatos reais e realizadas através de filmagem, animação ou montagem, utilizando filmadora, câmera digital, telefone celular ou webcam.
Através desse projeto, pretende-se mobilizar alunos das escolas municipais, em torno de um trabalho conjunto e participativo, que incorpore a prevenção ao cotidiano e que tenha caráter reflexivo, simples e prazeroso, promovendo a construção de uma nova cultura, onde se busca fortalecer as crianças e jovens, torná-los mais resilientes, potencializando fatores de proteção e minimizando os fatores de risco.
Fonte: Diário Oficial do Município do Rio de Janeiro
terça-feira, 24 de maio de 2011
CNBB: “Espiritualidade de Irmã Dulce era nutrida pela devoção a Nossa Senhora”
É com muita alegria que queremos partilha com vcs agentes e simpatizantes da Pastoral da Sobriedade esta materia publicada pela CNBB em homenagem a beatificação de irmâ Dulce ou tambem a sim chamada a Dulce dos pobres que todos nós agentes, povo de Deus possamos nós espelhar na vida de entrega desta mulher do propósito que ela fez de sua vida de fazer dos excluídos os preferidos do Pai.
Em homenagem à beatificação de Irmã Dulce, celebrada neste domingo, 22, em Salvador, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) emitiu uma declaração em que afirma, entre outras coisas, que está exultante de alegria pelo reconhecimento por parte da Igreja Católica das virtudes da Irmã Dulce, "Anjo bom da Bahia". Conforme os prelados, essa escolha feita por Bento XVI exorta a todos "a assumirmos nossa fé, em gestos concretos 'para que todos tenha vida e vida em abundância' (Jô 10,10).
As Obras Sociais Irmã Dulce estão preparando para o próximo dia 27 de maio mais um evento em homenagem a nova beata do Brasil: a Cerimônia de Dedicação da Igreja Imaculada Conceição da Mãe de Deus e de instalação do Santuário da Bem Aventurada Dulce dos Pobres. O evento será presidido pelo arcebispo de Salvador e Primaz do Brasil, Dom Murilo Krieger, às 18h, na mesma igreja. Conforme a Arquidiocese de Salvador, todos são convidados a participar.
Fonte: CNBB
Rogério Melo
Coordenaçâo Regional NE1 da Pastoral da Sobriedade
A mensagem da CNBB destaca também a vida de Maria Rita de Souza Brito Lopes Pontes, a Irmã Dulce, que foi chamada por Deus para ajudar seu povo, os baianos, "em particular os pobres, os doentes e também pessoas rejeitadas por serem portadores de necessidades especiais". Por isso, salienta a declaração, a nova beata deixou tudo para trás e tornou-se religiosa, adentrando a Congregação das Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição da Mãe de Deus.
Conforme a declaração dos prelados, em seu trabalho de caridade, Irmã Dulce destacava-se, sobretudo, por sua extrema espiritualidade, "nutrida pela Eucaristia, oração, Palavra de Deus, e devoção a Nossa Senhora". "A confiança na Providência Divina que se lhe manifesta em diversas ocasiões e, muitas vezes, de forma surpreendente, nunca lhe trazia constrangimento em estender as mãos para pedir ajuda a fim de saciar a fome de pão e saúde aos que a procuravam e a encorajava para seguir adiante vendo em cada sofredor o próprio Jesus Cristo", concluíram.
Veja íntegra da declaração da CNBB abaixo:
Beatificação da Irmã Dulce
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil e o povo cristão exultam de alegria pelo reconhecimento por parte da Igreja Católica das virtudes da Irmã Dulce - Anjo Bom da Bahia - e por sua beatificação no próximo dia 22 de maio, em Salvador, sua terra natal.
Dignou-se Deus chamar a jovem Maria Rita de Souza Brito Lopes Pontes para um serviço especial junto ao seu povo, em particular os pobres, os doentes, também pessoas rejeitadas por serem portadores de necessidades especiais. Deixando tudo, tornou-se religiosa na Congregação das Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição da Mãe de Deus e é designada para um serviço em sua cidade.
No hospital, em contato mais próximo com os doentes, intensificou no seu coração os clamores dos pobres sofredores inteiramente desamparados, a maioria dos quais sem qualquer tipo de assistência. Daí, a decisão de entregar-se a esta causa chegando, inclusive, com o apoio de muitos irmãos e irmãs, a abrir uma casa para acolher doentes por ela encontrados nas ruas, sem rumo e abandonados. Outros vinham bater à sua porta já sabedores de que lá encontrariam guarida.
Sua espiritualidade era nutrida pela Eucaristia, oração, Palavra de Deus, e devoção a Nossa Senhora. A confiança na Providência Divina que se lhe manifestava em diversas ocasiões e, muitas vezes, de forma surpreendente, nunca lhe trazia constrangimento em estender as mãos para pedir ajuda a fim de saciar a fome de pão e saúde aos que a procuravam e a encorajava para seguir adiante vendo em cada sofredor o próprio Cristo Jesus.
A beatificação de Irmã Dulce nos faz mergulhar na profundidade do mistério de nossa fé para pedir a graça de vivermos o caminho de santidade, pois esta é a nossa vocação; também nos interpela quanto ao nosso modo de ver a pessoa humana e sua dignidade.
O Papa Bento XVI, ao fazer o reconhecimento das virtudes da Irmã Dulce, nos exorta a assumirmos nossa fé, em gestos concretos, "para que todos tenham vida e vida em abundância" (Jo 10,10)
Cerimônia de Dedicação e Instalação do Santuário
As Obras Sociais Irmã Dulce estão preparando para o próximo dia 27 de maio mais um evento em homenagem a nova beata do Brasil: a Cerimônia de Dedicação da Igreja Imaculada Conceição da Mãe de Deus e de instalação do Santuário da Bem Aventurada Dulce dos Pobres. O evento será presidido pelo arcebispo de Salvador e Primaz do Brasil, Dom Murilo Krieger, às 18h, na mesma igreja. Conforme a Arquidiocese de Salvador, todos são convidados a participar.
Fonte: CNBB
segunda-feira, 23 de maio de 2011
I Chá da Vida - Agradecimentos
Aconteceu no dia 21/05/2011 (Sábado), o I Chá da Vida da Pastoral da Sobriedade Fortaleza (PSF).
- Ministério Misericórdia em Canção;
- Apresentação da Pastoral da Sobriedade;
- Sorteio de Brindes (02 Livros, 01 CD, 01 DVD, 02 Bíblias, 02 Ferros de Engomar Roupas, 02
Conj. de Talheres, 02 Ventiladores, 01 Torradeira);
- Mesa com Chá;
- Lembrancinha do Evento;
- Show de Humor com Froxilda Fofolett.
O evento teve três finalidades:
Divulgar a Pastoral da Sobriedade como um todo para a Sociedade;
Confraternizar com os grupos já existentes;
Arrecadar Fundos já que assim como a maioria das pastorias, não recebemos nenhum tipo de ajuda financeira.
A Coordenação do Grupo de AutoAjuda do Santuário, grupo responsável pelo evento, agradece à todas as pessoas que compareceram ao I Chá da Vida, em especial aos grupos do Araturi, Maranguape, São Pedro e São Paulo, Santuário da Assunção, assim como as pessoas que atederam ao nosso chamado e compareceram em grande número, e as Coordenações da Pastoral da Sobriedade Arquidiocesana (Luíz Alberto) e Regional Nordeste 1 (Rogério Melo).
Esperamos colher os frutos deste evento que só vem a confirmar o que muita gente já sabe. A Pastoral da Sobriedade é a resposta concreta da Igreja Católica à problemática das Drogas em nossa famílias.
Mais Fotos:
"Sobriedade e Paz, só por Hoje, graças a Deus".
Giuliano Costa.
Blogueiro Sobriedade
Fortaleza/Regional NE1
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